Assisti ao filme, depois vim aqui ler as avaliações. É impressionante como a sociedade descrita no filme tem seu espelho na realidade. Sobre o filme: é uma das coisas mais bonitas que assisti nos últimos anos. Belíssimas atuações, e uma história surpreendente e tocante (não li o livro). Das avaliações negativas que temos aqui, apenas uma ou outra são fundamentadas (respeito mas não concordo). O resto é só um show de ignorância.
Confesso que quase desisti, pois tem um ritmo lento. Mas, no desenrolar da história, mexe com sentimentos profundos, especialmente a solidão daqueles que não se adequam aos padrões.
É uma pena que algumas pessoas não consigam ver nada sem ficar carimbando o filme com questões ideologicas! O filme é muito significativo, muito moderno ao ampliar as possibilidades de compartilhar sentimentos, formar elos e famílias de tantas formas!
Não é um filme fácil de assistir... A primeira metade é bem lenta e sonolenta, mas a fotografia, as paisagens cativam a gente e chegamos na segunda metade e o desfecho destacando a importância e o poder da ancestralidade - cada homem, cada mulher tem seus sonhos e ninguém está sozinho!
Filme lindo, direção impecável, fotografia sureal!
Mas não é um filme pra todos, precisa ter sensibilidade e ética pra entender a obra (o que dado pelos comentários aqui a gente percebe que muitos não tem).
Filme maravilhoso, sensível, poético, fotografia linda, trilha sonora impecável. Atuações fantásticas e Rodrigo Santoro arrasa. Fico indignado que os robôs da ultra-direita tenham chegado até nas críticas de cinema. O que eles entendem de arte? Nada. Querer falar que é filme de ideologia esquerdista... faça-me um favor. O filme fala de AMOR e RESPEITO a todos os indivíduos, mas isso o gado nunca entenderá.
Pior impossivel!! Só assisti pq tinha Rodrigo Santoro, pensei: Filme deve ser top!! Ilusão, assisti 1 hora de filme, perdi 1 hora da minha vida, nem quiz terminar de assistir... Que filme chato, ninguém fala nada com nada, filme esquisito.
Muita gente vai reclamar desse filme porque esperava algo comum. Mas O Filho de Mil Homens não é isso. É lento porque é poético. É fragmentado porque cada personagem carrega uma solidão própria. E só faz sentido quando todas essas histórias se encontram.
A atuação do Rodrigo Santoro incomoda no início, mas depois você entende: ele vive um homem traumatizado, isolado e emocionalmente quebrado — e isso faz parte da construção do personagem.
Vi muita gente falando de “ideologia”. Sinceramente? O filme não tenta convencer ninguém de nada. Não faz militância. Só mostra pessoas diferentes, machucadas, tentando ser amadas e acolhidas sem preconceito. Se isso incomoda alguém, o problema não é do filme.
No fim, é uma história sobre afeto, cura e a família que a gente escolhe. Simples assim.
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