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Ricardo Madeira
1 crítica
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5,0
Enviada em 3 de janeiro de 2026
. Roteiro fantástico. Uma história universal, como nao havia visto o cinema nacional contar. Uma ter visto em tela grande pois a fotografia é sensível, delicada , vibrante e poética. Se de esse presente
Não consigo descrever em palavras as reflexões que esse filme me trouxe, início um pouco confuso, mas com o passar do filme todas as peças começam a se encaixar. Simplesmente incrivel!
Confesso que comecei a ver o filme sem muita expectativa. Mas a surpresa foi grande. A delicadeza e a sensibilidade das imagens , da direção e da atuação dos stores elevam o trabalho realizado ao nível de obra mais importante do ano. Que me desculpe o Agente Secrrto. O enredo consegue contar as histórias de forma clara e demonstrando, somando tudo, amor não é espera nem estraga tudo. É união. É o meus Óscar particular goes to…..Rodrigo Santoro
Um filme de uma sensibilidade rara, muito belo, poético, reflexivo e humano. Bem Analítica e questionador, sobre um viesse Psicólogico e humano das relações humanas.
Embora ainda deva assistir outros filmes em dezembro, "O filho de mil homens" já é um dos meus favoritos. O convite a uma experiência diferenciada desde o inicio nos desafia, porém, o tratamento das imagens, a apresentação das personagens, seguem, lindamente, dilatando pupilas, afrouxando mentes e corações inquietos. Final arrebatador, sensível, profundo, brasileiríssimo!!! COMOVENTE E INQUIETANTE. Sonhando em ler o livro.
O filho de mil homens é uma produção nacional da Netflix, que contou com a direção e roteiro de Daniel Rezende. O filme é inspirado na obra de Valter Hugo Mãe. Na trama, acompanhamos Crisóstomo (Rodrigo Santoro), um pescador solitário que sonha em ter um filho. Sua vida muda quando encontra Camilo (Miguel Martines) e passa a adota-lo. Ao mesmo tempo em que Isaura (Rebeca Jamir) e Antonino (Johnny Massaro) diante de suas dores, cruzam a vida do pescador. O filme é um grande mosaico de histórias que vão sendo apresentadas durante a primeira hora do filme. Aparentemente desconexas e umas melhores do que a outras, vai parecendo confuso e impossível de existir uma ligação com a história principal de Crisóstomo. Porém, a construção do segundo ato vai revelando aos poucos essa costura boa do filme. A narrativa mostra a questão moral e de alteridades dos personagens mencionados acima. Todos não são aceitos dentro da sociedade: o pescador solitário, o menino órfão, o rapaz que tem dificuldades na sua identificação sexual e a jovem com quem se casa que teve relação sexual antes do casamento. É um filme cru e com poucos diálogos que vai se construindo por meio dos gestos e olhares de cada personagem, basicamente é uma experiência contemplativa. Temos aqui uma incrível performance de Santoro e a boa associação do elenco secundário a trama. Acredito que a relação construída entre Crisóstomo e Isaura é algo que poderia ser descartado no filme, pois é bastante problemática e o filme não esconde isso, mas a ideia era essa de assumir que a obra principal é imperfeita, assim como o filme também é. Afinal todos os personagens carregam consigo suas imperfeições. Esse é o grande diferencial do filme.
É um filme sensível, nem todos estão preparados para a reflexão das diferenças da humana, do quanto precisamos uns dos outros, o quanto podemos curar nossas feridas através do amor, o quanto pessoas feridas ferem, entre tantas outras reflexões deixadas nesse dinamismo complexo, como a vida, poético, interpretação impecável, fotografia incrível e nacional, que orgulho.
Gostei muito desse filme, poético, sensível, que debate temas atuais, como capacitismo, homofobia, entre outros, muitas pessoas não irão entender a mensagem que o diretor, roteirista estao querendo transmitir. É uma obra que agrada ou não, por conta do ritmo da filmagem, das falas, que são pouquíssimas, mas precisa ter um olhar atento, ao que os personagens querem nos transmitir, o começo muita solidão e desesperança, ao final afeto, amor e entendimento, a fotografia é magistral, tudo se encaixa, parabéns a todos os envolvidos, o cinema nacional, mostrando que é uns dos melhores do mundo.
Filme Incrível e profundo. Adorei demais. Nos faz refletir sobre tantas coisas, muito bem construído e as narrativas inteligentemente se conplementam trazendo sentido e reflexão.
Um filme que trata de forma muito sensível as várias formas do amor e como as formatações de familias podem ser definidas por esse sentimento Ponto alto: Atuação incrível do Rodrigo Santoro nesse filme que merece cinco estrelas. O filme mostra as relações de forma muito sublime, mas bastante atuante. Uma mescla de simplicidade e foco nas atuações.
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