Média
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Achei o trailer pouco verossímil parece que em momentos chaves os personagens simplesmente falam como se n acreditassem no q dizem.. o fato e q falta entonação... A história mostra q a entonação das vozes assim como cenas de ação contam muito nesse tipo de filme... Vou assistir por q parece razoável mas com ressalvas criadas no próprio trailer.
O cinema nacional está cada vez melhor, evoluindo com o tempo.
Obras com cada vez mais qualidade, desde comédias até dramas, e desta vez o terror do vampirismo.
Para o meu caso, que gosto do gênero, Love Kills é convicente, sem apelação.
Além dos ótimos personagens (pela atuação dos atores), o centro velho de São Paulo à noite (madrugada) caiu muito bem no tema.
Saí do cinema com a sensação agradável por ter assistido um bom filme.
Não sei se é bom ou ruim, mas pensei também que eu poderia não ter resistido a não me apaixonar pela Helena.
Obras com cada vez mais qualidade, desde comédias até dramas, e desta vez o terror do vampirismo.
Para o meu caso, que gosto do gênero, Love Kills é convicente, sem apelação.
Além dos ótimos personagens (pela atuação dos atores), o centro velho de São Paulo à noite (madrugada) caiu muito bem no tema.
Saí do cinema com a sensação agradável por ter assistido um bom filme.
Não sei se é bom ou ruim, mas pensei também que eu poderia não ter resistido a não me apaixonar pela Helena.
• A Quebra de Expectativa e a "Isca": O início do longa estabelece interações no balcão que parecem construir uma dinâmica de diversidade, representatividade e subversão. Ao apresentar personagens LGBTQIA+ e uma atmosfera moderna no centro de São Paulo, o público é induzido a esperar uma narrativa de gênero que desafie os moldes tradicionais.
• O Recuo para o Convencional: No entanto, à medida que a trama avança, o filme centraliza todas as suas fichas emocionais e o destino final no romance heterossexual e convencional entre Helena e Marcos. Para muitos espectadores e analistas, essa mudança de tom soa contraditória ou "estranha" (como você bem pontuou), dando a sensação de que os elementos mais progressistas e diversos do início funcionaram apenas como um pano de fundo estético ou "isca" (pinkwashing ou tokenismo), em vez de serem aprofundados na narrativa central.
Essa escolha estrutural — de flertar com o moderno no balcão, mas se ancorar em uma dinâmica clássica de "romantasia" hétero no clímax — acabou dividindo opiniões justamente por parecer um recuo criativo diante do potencial do próprio universo urbano que a diretora criou.
Senti que a inclusão dessa conversa no início pareceu forçada apenas para dar um "tom moderno" à ambientação do bar, ou acha que o filme perdeu a oportunidade de criar uma trama paralela melhor para esses personagens secundários...
• O Recuo para o Convencional: No entanto, à medida que a trama avança, o filme centraliza todas as suas fichas emocionais e o destino final no romance heterossexual e convencional entre Helena e Marcos. Para muitos espectadores e analistas, essa mudança de tom soa contraditória ou "estranha" (como você bem pontuou), dando a sensação de que os elementos mais progressistas e diversos do início funcionaram apenas como um pano de fundo estético ou "isca" (pinkwashing ou tokenismo), em vez de serem aprofundados na narrativa central.
Essa escolha estrutural — de flertar com o moderno no balcão, mas se ancorar em uma dinâmica clássica de "romantasia" hétero no clímax — acabou dividindo opiniões justamente por parecer um recuo criativo diante do potencial do próprio universo urbano que a diretora criou.
Senti que a inclusão dessa conversa no início pareceu forçada apenas para dar um "tom moderno" à ambientação do bar, ou acha que o filme perdeu a oportunidade de criar uma trama paralela melhor para esses personagens secundários...
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