POV: Presença Oculta
Média
2,5
11 notas

6 Críticas do usuário

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Eduardo Vicenzo Palombo.
Eduardo Vicenzo Palombo.

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1,0
Enviada em 28 de março de 2026
Em minha opinião, o filme é ruim, pois achei que faltou explicar o que era a criatura, de onde veio e como ela possuía as pessoas. Outra coisa que também não gostei, era como as pessoas agiam ao descobrir que os policiais tiveram "contato" com a presença/criatura. O filme não tem um desenvolvimento bom dos personagens, tanto do monstro quanto dos policiais.
Quando fui assistir, a primeira coisa que vi foi o cartaz, que até então parecida dar uma certa introdução assustadora para o filme, mas por incrível que pareça foi completamente ao contrário. Eu achei que veria TERROR e ANGÚSTIA de verdade, pois ao começo do filme recebemos um recado, onde dizia que ele apresentaria angústia, terror, medo, vontade de vomitar e sustos, mas nada disso foi demonstrado e compravado ao decorrer da história e das cenas.
Enfim, o filme tinha tudo para ser um filme que dá vontade de ir embora de tanto enjoo e medo, porém só foi um completo desgosto.
Escrito por: Eduardo Vicenzo Palombo. 14 anos
NerdCall
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1,5
Enviada em 13 de março de 2026
Sabe aquele filme de terror que chama atenção logo de cara por causa de um conceito diferente? POV: Presença Oculta entra exatamente nessa categoria. A curiosidade surge antes mesmo da história começar de verdade, muito por causa da proposta de acompanhar tudo através das câmeras corporais de dois policiais.

A ideia parte do found footage, aquele formato que simula gravações “reais”, mas aqui com um detalhe interessante. Em vez de câmeras domésticas ou celulares, acompanhamos a ação pelas bodycams dos policiais. Eles são chamados para atender uma briga doméstica que termina em tiroteio e, na tentativa de esconder as provas do que aconteceu, acabam entrando em uma espiral de medo e paranoia. Aos poucos surge a sensação de que algo está observando tudo, e que existe algo muito pior do que simplesmente lidar com as consequências do crime que cometeram.

Esse ponto de vista ajuda o filme a criar uma sensação de claustrofobia. Como estamos sempre presos ao olhar dos policiais, tudo parece mais próximo, mais sufocante. A ambientação funciona em alguns momentos e cria tensão. O problema é que essa tensão raramente cresce de forma natural. Em vez de construir o medo aos poucos, o filme muitas vezes aposta em acontecimentos bruscos, que surgem sem preparação e quebram a sensação de ameaça que poderia ser mais forte.

A história tenta se apoiar em um ritual que serve como base para explicar o que está acontecendo. Só que tanto esse ritual quanto a própria presença que persegue os personagens recebem muito pouco desenvolvimento. O filme apresenta a ideia, mas não se aprofunda nela. Com isso, boa parte da narrativa acaba girando em torno das mesmas situações: os policiais tentando entender o que está acontecendo, fugindo, discutindo e voltando para o mesmo tipo de confronto.

Essa repetição enfraquece o impacto do final. Quando chega o momento da revelação, falta preparação para que aquilo realmente funcione. A aparição da criatura que deveria representar o grande horror acaba parecendo mais estranha do que assustadora. O visual pouco convincente tira ainda mais a força da cena e transforma um momento que deveria causar medo em algo que beira o constrangimento.

O mais curioso é que o filme também tenta incluir uma crítica à violência policial nos Estados Unidos. A ideia até faz sentido dentro da premissa, já que tudo começa com um abuso de poder e uma tentativa de encobrir o crime. Mas a forma como isso é colocado na história não funciona muito bem. Em vez de deixar a situação falar por si, o roteiro faz questão de explicar o que quer criticar, e isso acaba deixando tudo mais artificial.

No fim das contas, POV: Presença Oculta é um daqueles filmes que despertam curiosidade pelo conceito. A ideia de acompanhar um terror sobrenatural através de câmeras policiais realmente tem potencial. Só que o filme nunca consegue transformar essa boa premissa em uma história que se sustente. O conceito chama atenção no começo, mas sozinho não consegue carregar o resto da narrativa.
Carli Griebeler
Carli Griebeler

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 14 de março de 2026
Filme horrível. 2 ingressos R$80 reias.
Não vale a pena
Sem nenhuma qualidade. Mal feito.
Todos reclamaram.
Rafael Lazarini
Rafael Lazarini

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1,0
Enviada em 16 de março de 2026
É tão ruim, que vc acaba rindo de não acreditar que está ali. A minha sorte que peguei num dia promocional, o que salvou foi a pipoca e o refri, mas tem que comer na horar certa para não passar mal com as cenas estranhas e a filmagem ruim.
Mariana Souza
Mariana Souza

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 20 de março de 2026
Filme ruim. Sem muitos jumpscares, o que eu considero positivo, porque eu não gosto muito disso. O filme inteiro é extremamente agoniante pois todas as cenas são imagens das câmeras de gravações das roupas dos policiais, o que torna muito desconfortável para assistir, sendo esse o único desconforto desse filme de "terror".

O enredo em si? Horrível. O filme é péssimo, atuação péssima, não tem desfecho nenhum e nem explicação do que é a "coisa", sem querer dar spoiler. E o monstrinho no final? Pelo amor de Deus! Um filme para você rir e passar raiva mesmo, não tem outra explicação!!
alexandre rios
alexandre rios

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1,0
Enviada em 5 de maio de 2026
Deu dor nos olhos de ver esse filme!!
Horrível , horrível, horrível, horrível, horrível, horrível, horrível
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