Finalmente um filme em pleno meados de 2026 que vale a pena, uma história dentro de outra história enredo ótimo tem seus sustos obrigatórios e bem definidos. Pra mim 5 estrelas pela história é suspense misturado com crime e drama, atores fantásticos
Não consigo entender como um longa metragem desses é um dos filmes mais bem avaliados de 2026 no gênero terror/suspense. Roteiro vazio e confuso. Você não sabe se o filme é sobre o folclore irlandês, sobre traumas familiares ou assassinato passional. O filme tenta abordar várias linhas que só deixam o filme mais confuso e com várias pontas soltas. A atuação é de nível extremamente amadora. Os personagens são superficiais, apáticos, pouco desenvolvidos, sem identidade e não conseguem transmitir nenhuma emoção além do tédio... Os poucos diálogos são rasos e sem objetividade. O desenvolvimento da história é lento e sem sentido e cheio de jumpscares muito previsíveis e manjados. Não consigo pontuar um aspecto positivo em toda a estrutura do filme. A melhor parte foi quando subiram os créditos.
Hokum: O Pesadelo da Bruxa é um dos lançamentos de terror mais comentados de 2026, consolidando a ascensão do diretor irlandês Damian McCarthy, porém eu particularmente não gostei, achei bem sem sal, lento e cansativo.
Hokum: O Pesadelo da Bruxa me deixou com uma sensação de vazio que poucos filmes conseguem provocar. Não porque seja misterioso ou aberto a interpretações, mas porque parece não ter nada a dizer. Para mim, o melhor terror não nasce apenas do medo. Ele usa o medo para falar sobre alguma coisa: luto, culpa, traumas, preconceitos, violência, religião, relações familiares ou questões sociais. O monstro quase sempre é uma metáfora para algo maior. Em Hokum, senti falta justamente dessa coluna vertebral. O filme apresenta traumas, uma bruxa, desaparecimentos, segredos e conflitos pessoais, mas tudo parece solto, sem convergir para uma ideia central. Os personagens são pouco desenvolvidos, os mistérios se acumulam e, quando o filme termina, a sensação não é de inquietação, mas de vazio. Não me incomoda sair de uma sessão sem todas as respostas. O que me incomoda é sair sem entender qual era a pergunta. Para mim, Hokum confunde profundidade com obscuridade. Tem atmosfera, tem mistério, mas falta significado. E quando o terror perde seu significado, sobra apenas um conjunto de sustos e símbolos sem peso emocional.
Uma grande bagunça, é um terror com folclore do país sobre uma bruxa capturada ou um assassinato para encobrir a infidelidade do gerente do hotel ou algo como silent hill que levou nosso protagonista a esse hotel após resolver jogar as cinzas dos pais em um lugar especial e começar a ser atormentado por algo que no final o revela faz lembrar que foi ele que acidentalmente matou a mãe e destruiu sua propria familia (esse segmento era o meu favorito para acontecer no filme porém não aconteceu, se aconteceu foi logo no inicio revelando o que poderia ser um grande plot twist). Sem decidir qual linha seguir o filme resolveu seguir todas, assassinato, bruxa presa no porão, mente perturbada que bloqueou o real motivo da morte da sua mãe. Resultado horrível no fim das contas.
Atuação do Adam é muito boa, um grande ator, porém o roteiro faz ele ser um péssimo ser humano chegando até a queimar a mão de um dos seus fãs por pura estupidez, resto do elenco muito fraco digno de um filme com baixo orçamento.
Diretor não sabe criar tensão exemplo da cena do protagonista preso no quarto, Jerry todo machucado está na recepção é convencido pelo gerente a ir embora, quando ele está indo embora nosso herói puxa o sino para fazer barulho e chamar atenção do Jerry, fica nisso por longos minutos, Jerry então volta pra recepção e a corda arrebenta o sino para de funcionar, o herói conserta o sino porém Jerry já vai embora no carro, logo depois ele volta porque lembrou de algo que a Fiona disse e ai o nosso herói balança o sino mais uma vez, entende
Uma triste decepção fui ao cinema para apoiar o Adam que sou grande fã desde a série Ruptura, mas o filme é bem fraco não recomendo.
Hokum é daqueles que te prende pela atmosfera antes de qualquer outra coisa. Damian McCarthy claramente sabe como construir tensão, brincar com o silêncio e criar um clima desconfortável que funciona do começo ao meio sem muito esforço.
E quando o filme foca só nisso, ele acerta. Tem sustos que funcionam, um terror mais sugestivo do que explícito e até um toque de folclore que dá um charme a mais. Você compra a ideia fácil.
O problema é quando resolve querer ser mais do que precisa. Começa a puxar temas como luto, depressão, redenção… e aí parece outro filme tentando entrar no meio. A tensão vai dando espaço pra explicação, e o que era simples e eficiente começa a se embolar.
No fim, ainda assusta e envolve. Mas fica aquela sensação de que, se confiasse mais no próprio terror, poderia ser bem mais memorável.
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