O Homem que Sussurra
Média
3,5
133 notas

44 Críticas do usuário

5
5 críticas
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Mateus Martini
Mateus Martini

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 31 de agosto de 2026
Ótimo filme! No início as coisas parecem coincidências mas se ligam e os arcos de fecham (sem falar dos atores excelentes).
MichaellMachado
MichaellMachado

1.124 seguidores 539 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 30 de agosto de 2026
Excelentes atores para um filme lento, fraco desenvolvimento e com um final extremamente sem graça, fazendo jus a todo desenrolar da trama.

Pena ser tão fraco e pouco aproveitado
Artur V.
Artur V.

34 seguidores 176 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de setembro de 2026
Com critério, o caminho da espontaneidade deve ser trilhado com equilíbrio. O incômodo causado, na construção de alguns diálogos e na representação, defasa a produção.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

26 seguidores 977 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 13 de setembro de 2026
O homem quem sussurra é um filme de suspense investigativo que contou com a direção de James Ashcroft e roteiro de Ben Jacoby e Chase Palmer. Na trama, acompanhamos Tom (Adam Scott), um escritor de romances policiais, que é um viúvo, e cuida sozinho do seu filho Jake (acston luca porto). Porém, Jake é sequestrado e as características do crime são semelhantes de um serial killer que o detetive aposentado Peter (Robert De Niro), o pai de Tom prendeu. Agora, Tom conta com a ajuda do seu pai para resgatar o seu filho, antes que o assassino consuma o ato. O filme é uma adaptação do livro de Alex North, de 2019. O filme de fato conta com bons nomes para o gênero, além dos já mencionados ainda com Michelle Monaghan, como detetive Amanda e uma ponta de Michel Keaton, como Frank, o serial Killer que está preso. O que parece ter atrapalhado o filme foi a bagunça feita pelo roteiro, em especial na metade final do filme. O longa começa bem com duas narrativas distintas: uma como a detetive Amanda investigando um corpo de uma criança desaparecida, semelhante aos crimes que Frank fazia e Tom chegando nessa nova cidade com seu filho, que guardava ainda alguns traumas diante da recente perda da mãe. Não demora muito para as histórias se cruzarem, e o menino ser sequestrado. Tbm nao demora para a inserção de Peter no caso, mesmo não estando muito afim, pois estava mais preocupado em curtir a sua solitude, diante da aposentadoria. Logicamente, acaba aceitando ajudar no caso diante do desaparecimento do seu Neto e de conhecer bem o caso antigo, sendo a ponte entre a polícia e Frank. É fato que a direção consegue ser competente na atmosfera da trama e os atores principais consegue se sobressair além do péssimo roteiro. Como já dito, o calo do filme é o desenrolar da narrativa. As idas e vindas acabam estragando a trama. Tira completamente a fluidez. As descobertas, sobretudo de corpos e de insercao de personagens ( como aquele louco que colecionava artefatos de crimes famosos) levavam o filme a lugar nenhum e só atrapalhava a trama principal. A relação entre pai e filho ( Peter e Tom) acaba sendo muito simplista, e o roteiro não consegue mergulhar bem nos traumas deixados nessa relação. Resumindo tudo em uma conversa durante um jantar. No mais é um filme que funciona bem para os serviços de streaming no momento, mas deve ser esquecido e passar longe das grandes premiacoes.
Caio "Vasco"
Caio "Vasco"

8 seguidores 157 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de setembro de 2026
Com certeza é um filme já feito da história.

Acho que estamos em uma geração de fast food filme netflix, amazon, vai criando vários filmes em sequência como uma fábrica. Com a expectativa de algum filme virar um gigantesco sucesso para lucrar nesse sucesso enquanto a grande maioria é um filme mediano nem quente nem frio, morno.

Aqui é mais um filme morno, me lembrou muito o filme "The silence of the lambs" até com mesmos atores de peso que tinham naquele filme com Antony Hopkins e Jodie Foster, aqui temos Robert de Niro, Michael Keatan e Adam Scott. Mas apesar do forte elenco não conseguiu elevar o patamar de qualidade do roteiro, Robert Niro aqui senti até com certa preguiça para atuar, Michael Keaton entregou um bom serial killer, Adam Scott muito bem no filme, segundo de terror psicológico pra ele lançado em 2026.

A trama é boa mas muito coincidência em torno de uma única casa. Pai e filho voltam pra cidade natal e a criança vai pra escola justamente onde tem "aquela pessoa". Como a menina da cabeça do filho sabia do piso de madeira enfraquecido ? Como ela sabia da criança no piso ? Ela era então uma força espiritual que aparecia nas visões do filho para guia-lo ? Fiquei sem entender.

Inclusive a mesma casa que estava a criança no piso, também tinha outro corpo do cumplice do verdadeiro serial killer que foi morto por um terceiro, de uma investigação acabaram descobrindo dois crimes. Olha quanta coincidência.

Por fim dou nota seis, nota suficiente para passar na prova.
Jack Campello
Jack Campello

3 seguidores 171 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de setembro de 2026
A narrativa, inicialmente, é lenta. Mas, é um suspense realmente raiz. Sem frescura. Roots! Podem insistir que vale à pena. Verdadeiro thriller. O menino trabalha muito bem. Robert De Niro e Tom Hanks estão magníficos.
Marcelo 20000 Km
Marcelo 20000 Km

1 seguidor 50 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de setembro de 2026
Não é um filme ruim mas a atuação do menino é bem fraca. Mas assim, é um filme bem feito que te prende.
Wanderley Miranda
Wanderley Miranda

1 seguidor 18 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 2 de setembro de 2026
Apenas um bom filme. Narrativa cansativa e lenta. As atuações são boas num contexto geral, mas Roberto de Niro e Adam Scott estão preguiçosos. Parece que eles não querem estar ali. A mistura de drama familiar, terror e espiritualidade foram abordadas de maneira rasa e deixou a trama perdida. Talvez seja por isso a atuação insossa dos protagonistas. Não havia profundidade na relação deles. Penso que o diretor deveria ter focado somente em um ou dois deles. O roteiro apresenta uma série de clichês de filmes de suspense e terror. Teve uma cena que foi claramente inspirada e copiada do filme "O silêncio dos Inocentes", mas precisamente qdo Clarice confronta Buffalo Bill. As cenas de ação são um verdadeiro horror e chegam a ser cômicas. Enfim, nada mais que um filme para ver num dia de chuva e sem nada pra fazer em casa.
Celso P.
Celso P.

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 5 de outubro de 2026
O filme é até mediano por boa parte do tempo, mas o último ato é tão ruim e tão forçado, que contamina todo o resto.
Emmanuel José
Emmanuel José

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de setembro de 2026
Um bom filme apenas. Como Thiller de suspense psicológico investigativo, não faz sentido criticar o filme por ser lento, já que é uma característica do gênero. O problema para mim foi a execução bem irregular, derivativa de clássicos e cheia de conveniências. No primeiro ato, a trama até prende a atenção devido a construção bem feita da premissa do mistério em torno do assassino, porém, o filme se entrega a clichês do gênero (relação paternal quebrada reparada no último ato; policial descobrindo o assassino na sua casa - clara derivação de Silêncio dos Inocentes), fora as conveniências que testam o nosso senso de descrença, como o pai que muda exatamente na mesma cidade do assassino, na mesma casa onde está o corpo de outras vítimas e a criança vítima é neta do policial aposentado que prendeu o assassino/pai. Em referência ao Primeira Fila, a fada da conveniência trabalhou bastante nesta obra. O último ato foi o que derrubou a nota, onde o assassino, ferido na perna, ganha de dois policiais armados, ganha na corrida de uma criança, a pega no colo e parte para terminar a execução, cai de três andares e sobrevive sem sequela alguma. Aí brincou com a inteligência do telespectador. Porém, a atmosfera, fotografia e o tom do filme são impecáveis. Se executasse a boa premissa com mais capricho, seria uma referência. Como está, apenas um bom filme
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