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Fui assistir por falta de opção e me surpreendi. Roteiro e dinâmica interessantes. Prende a atenção e o final é um afago a vida.
“Sobrenatural: Agora Entre Nós” é surpreendentemente divertido, e isso é muito bom. Não vi nenhum filme da franquia, admito — este é o meu primeiro. Esperava a história clássica de assombração, cheia de sustinhos, mas encontrei quase um filme da Marvel, porém com uma mitologia e regras próprias.
E é interessante. Como disse, é divertido, entretém. Não é de fato assustador, mas nem precisa ser. As atuações são legais e, apesar de a direção não ter muita criatividade, é competente. As maquiagens são muito boas, e o filme é cheio de vilões bregas e caricatos, típicos de filmes de terror.
Gostei bastante, não como um filme de terror, mas quase como um filme de herói — embora as cenas de dentista sejam bem aflitivas. Acho que o filme encontra o tom certo de gore, mas poderia ter explorado um pouco mais seu lado cômico.
Temos aqui uma heroína combatendo vilões do além. Ótimo entretenimento, nada mais.
E é interessante. Como disse, é divertido, entretém. Não é de fato assustador, mas nem precisa ser. As atuações são legais e, apesar de a direção não ter muita criatividade, é competente. As maquiagens são muito boas, e o filme é cheio de vilões bregas e caricatos, típicos de filmes de terror.
Gostei bastante, não como um filme de terror, mas quase como um filme de herói — embora as cenas de dentista sejam bem aflitivas. Acho que o filme encontra o tom certo de gore, mas poderia ter explorado um pouco mais seu lado cômico.
Temos aqui uma heroína combatendo vilões do além. Ótimo entretenimento, nada mais.
Não sei se a saga e o gênero estão desgastados ou se apenas eu perdi o entusiasmo para assistir a esse tipo de filme. Posso dizer que não senti qualquer medo, desconforto, susto, whatever... com esse filme. Se a ideia foi passar um terror paranormal horripilante, não surtiu efeito comigo.
O filme, em toda a sua duração, dá a sensação de que ninguém está em perigo. Parece que você já assiste sabendo que terá um final bom. Não sei o motivo de parecer isso, porém foi essa a sensação que tive.
De bom, podemos tirar só os 10 minutos finais, que até dão uma dinâmica diferente ao ritmo arrastado que vinha sendo o filme até então. Também foi bom rever a Lin Shaye pela nostalgia.
O elenco não é ruim, mas acho que o roteiro não ajuda mais. Parece que o suco dessa saga já foi todo espremido.
Sustos e medo ZERO ao assistir o filme.
O filme, em toda a sua duração, dá a sensação de que ninguém está em perigo. Parece que você já assiste sabendo que terá um final bom. Não sei o motivo de parecer isso, porém foi essa a sensação que tive.
De bom, podemos tirar só os 10 minutos finais, que até dão uma dinâmica diferente ao ritmo arrastado que vinha sendo o filme até então. Também foi bom rever a Lin Shaye pela nostalgia.
O elenco não é ruim, mas acho que o roteiro não ajuda mais. Parece que o suco dessa saga já foi todo espremido.
Sustos e medo ZERO ao assistir o filme.
[Assistido na pré-estreia em SP]
O maior problema de Sobrenatural: Agora Entre Nós é que o Além já não parece tão “além” assim. Gemma entra e sai daquele lugar tantas vezes que, depois de um tempo, parece só mais um cômodo da casa.
Ainda existem boas ideias, principalmente no conceito da Mensageira e em duas ótimas sequências envolvendo uma cabana de almofadas e um consultório odontológico. Jacob Chase mostra que sabe criar cenas isoladas de terror. O problema é fazer todo o resto funcionar com a mesma força.
Entre novas regras, retornos, seita, trauma familiar, Elise explicando o que o roteiro precisa e um vilão que fica menos assustador quanto mais aparece, o filme tenta renovar a franquia sem conseguir abandonar suas fórmulas.
Talvez Sobrenatural ainda tenha futuro no Além. Só precisa parar de visitar o lugar a cada cinco minutos para lembrar disso.
O maior problema de Sobrenatural: Agora Entre Nós é que o Além já não parece tão “além” assim. Gemma entra e sai daquele lugar tantas vezes que, depois de um tempo, parece só mais um cômodo da casa.
Ainda existem boas ideias, principalmente no conceito da Mensageira e em duas ótimas sequências envolvendo uma cabana de almofadas e um consultório odontológico. Jacob Chase mostra que sabe criar cenas isoladas de terror. O problema é fazer todo o resto funcionar com a mesma força.
Entre novas regras, retornos, seita, trauma familiar, Elise explicando o que o roteiro precisa e um vilão que fica menos assustador quanto mais aparece, o filme tenta renovar a franquia sem conseguir abandonar suas fórmulas.
Talvez Sobrenatural ainda tenha futuro no Além. Só precisa parar de visitar o lugar a cada cinco minutos para lembrar disso.
Um divertido passatempo que se conecta com os demais da franquia, porém sem o mesmo impacto. O excesso de didátismo no início para apresentar os personagens soa um pouco artificial. Entretanto, o longa entrega um entretenimento competente e funcional para os fãs de terror comercial, expandindo as regras do universo sem, no entanto, recuperar o impacto original da série.
Inicialmente o filme consegue trabalhar bem alguns momentos de tensão com o fator sobrenatural da coisa, monta sustos, trabalha o perigo em cena, porém começa a se repetir demais,
spoiler:
principalmente nos momentos de sonho, onde o espectador já fica aguardando a próxima situação que irá acontecer, embora este fator seja algo importante do filme, começa a ficar cansativo pelo tanto de vezes que nos fazem ver aquilo, tudo preto, sobe uma névoa, pronto já sabe o que vem por aí.
Ficando extremamente cansativo.
Mais uma vez vemos o arrependimento de terem acabado com a personagem de Lin Shaye no primeiro filme, retornando mais uma vez como fantasma. As atuações não são nada demais, uma pequena ressalva para Amelia Eve que já vêm com bagagem no terror, e leva o filme nas costas de certa forma.
É um filme que tenta trazer uma história conhecida, mas de uma forma que mantenha o público interessado, consegue nos seus primeiros minutos, vai decaindo, até chegar a algo previsível no terceiro ato. Tem um ou dois sustos que realmente, não estava esperando, porém não é um fime que vá ficar na memória como outros que apareceram neste ano, é um filme simples, trama simples, resolução simples.
Ficando extremamente cansativo.
Mais uma vez vemos o arrependimento de terem acabado com a personagem de Lin Shaye no primeiro filme, retornando mais uma vez como fantasma. As atuações não são nada demais, uma pequena ressalva para Amelia Eve que já vêm com bagagem no terror, e leva o filme nas costas de certa forma.
É um filme que tenta trazer uma história conhecida, mas de uma forma que mantenha o público interessado, consegue nos seus primeiros minutos, vai decaindo, até chegar a algo previsível no terceiro ato. Tem um ou dois sustos que realmente, não estava esperando, porém não é um fime que vá ficar na memória como outros que apareceram neste ano, é um filme simples, trama simples, resolução simples.
Eu criei empatia pela Gemma praticamente de cara, principalmente pela relação dela com a Maya. Gostei muito de a Gemma não cair naquele estereótipo óbvio de
spoiler:
ficar irritada quando a Maya pergunta da avó.
As duas têm, de longe, a relação mais forte do filme.
O terror funciona melhor quando fica mais atmosférico, trabalhando coisa pelos cantos e deixando a sensação de que tem alguma coisa errada ali, em vez de depender de jumpscare o tempo todo. E justamente por isso os poucos jumpscares acabam funcionando muito melhor. A sequência do forte de almofadas foi sensacional, completamente claustrofóbica e uma das melhores partes do filme.
A cena do velho no dentista também conseguiu uma coisa que eu não lembro de um filme de terror me causar há muito tempo: ânsia de vômito.
Eu entendo perfeitamente por que esse filme pode causar estranheza em quem é muito apegado à identidade tradicional de Insidious. Aqui o filme puxa muito mais pra fantasia-horror, e isso muda bastante a sensação da franquia. Pra mim, não foi um problema. Acho que ele ainda mantém bastante do terror característico de Insidious, mas adiciona um lado mais fantasioso e teatral.
O maior problema é a passagem do segundo pro terceiro ato. De repente tudo acelera demais e o filme perde um pouco da conexão que vinha criando com os personagens. A Gemma continua muito consistente, principalmente na forma como o trauma dela alimenta o medo de acabar virando um trauma pra Maya, mas várias outras relações simplesmente não recebem o mesmo cuidado.
A Claire é o maior exemplo. Ela deveria ser uma das personagens mais importantes da história, mas acaba sendo muito rasa. O vilão também tem um visual ótimo, mas pouquíssimo carisma, o que é uma pena porque o design funciona muito bem.
Em compensação, o trabalho corporal dos mortos é excelente. Tem uma teatralidade muito forte nos movimentos, e dá pra sentir que aquilo tem uma intenção artística, não é só “andar esquisito pra assustar”.
O take final com a spoiler: marca da mão da Ingrid aparecendo junto com a da Gemma e da Maya
quase entrega o final emocional que o filme queria, mas as relações fora de Gemma + Maya simplesmente não foram aprofundadas o suficiente pra aquilo bater com toda a força.
Se você conseguir se desapegar um pouco da essência tradicional de Insidious e assistir esse filme como uma proposta diferente, ele fica bem mais interessante.
As duas têm, de longe, a relação mais forte do filme.
O terror funciona melhor quando fica mais atmosférico, trabalhando coisa pelos cantos e deixando a sensação de que tem alguma coisa errada ali, em vez de depender de jumpscare o tempo todo. E justamente por isso os poucos jumpscares acabam funcionando muito melhor. A sequência do forte de almofadas foi sensacional, completamente claustrofóbica e uma das melhores partes do filme.
A cena do velho no dentista também conseguiu uma coisa que eu não lembro de um filme de terror me causar há muito tempo: ânsia de vômito.
Eu entendo perfeitamente por que esse filme pode causar estranheza em quem é muito apegado à identidade tradicional de Insidious. Aqui o filme puxa muito mais pra fantasia-horror, e isso muda bastante a sensação da franquia. Pra mim, não foi um problema. Acho que ele ainda mantém bastante do terror característico de Insidious, mas adiciona um lado mais fantasioso e teatral.
O maior problema é a passagem do segundo pro terceiro ato. De repente tudo acelera demais e o filme perde um pouco da conexão que vinha criando com os personagens. A Gemma continua muito consistente, principalmente na forma como o trauma dela alimenta o medo de acabar virando um trauma pra Maya, mas várias outras relações simplesmente não recebem o mesmo cuidado.
A Claire é o maior exemplo. Ela deveria ser uma das personagens mais importantes da história, mas acaba sendo muito rasa. O vilão também tem um visual ótimo, mas pouquíssimo carisma, o que é uma pena porque o design funciona muito bem.
Em compensação, o trabalho corporal dos mortos é excelente. Tem uma teatralidade muito forte nos movimentos, e dá pra sentir que aquilo tem uma intenção artística, não é só “andar esquisito pra assustar”.
O take final com a spoiler: marca da mão da Ingrid aparecendo junto com a da Gemma e da Maya
quase entrega o final emocional que o filme queria, mas as relações fora de Gemma + Maya simplesmente não foram aprofundadas o suficiente pra aquilo bater com toda a força.
Se você conseguir se desapegar um pouco da essência tradicional de Insidious e assistir esse filme como uma proposta diferente, ele fica bem mais interessante.
Primeiro filme da franquia que assisti. Tem alguns sustos, tensão e ainda consegue ser divertido em alguns momentos. Mas não é nada demais.
Fui com a expectativa baixa e, até que valeu o meu ingresso. Tirando a quantidade absurda de jumpscares, o roteiro foi OK, e a atuação tem suas partes boas. Eu ainda não gosto de como o filme é muito escuro, mas foi interessante do começo ao meio do filme. No final, achei um pouco estranho.
spoiler: Aparentemente, querem fazer algo como o universo da Marvel, adicionando pessoas com dons, poderes ou pessoas especiais, dependendo de como você acha que pode ser nomeado.
É uma coisa "nova" no terror sobrenatural. É um filme que vale a pena assistir uma vez somente. Com isso, dou 3 estrelas. É um filme bom e apenas isso.
spoiler: Aparentemente, querem fazer algo como o universo da Marvel, adicionando pessoas com dons, poderes ou pessoas especiais, dependendo de como você acha que pode ser nomeado.
É uma coisa "nova" no terror sobrenatural. É um filme que vale a pena assistir uma vez somente. Com isso, dou 3 estrelas. É um filme bom e apenas isso.
Filme bem produzido. Diferentes dos filmes de terror de hoje em dia, que começa com cenas de piadas, esse filme foca no contexto e nas cenas de terror do começo ao final.
Gostei bastante, tem uma história boa, com alguns furos, mas muito boa. Não da tanto susto assim, pois acaba ficando mais no terror psicológico, mas com certeza recomendo.
Gostei bastante, tem uma história boa, com alguns furos, mas muito boa. Não da tanto susto assim, pois acaba ficando mais no terror psicológico, mas com certeza recomendo.
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