Verity
Média
3,4
69 notas

22 Críticas do usuário

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Marcia Le Ml93
Marcia Le Ml93

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 7 de outubro de 2026
Meu Deus, que filme ruim! Era pra ser suspense mas as pessoas riam no cinema.
spoiler: Não vale o ingresso
.
Katheline Karina dos Santos Rodrigues
Katheline Karina dos Santos Rodrigues

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de outubro de 2026
Um filme que te prende do começo ao fim, adorei a trama e fiel al livro. Um dos melhores filmes de suspense desse ano. Um suspense maravilhoso e uma imersão incrível. Confesso que tomei ums sustos ha ha, mais foi incrível.
Assistiria novamente com certeza.
Vitor R
Vitor R

1 seguidor 68 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de outubro de 2026
Verity é um filme que, para quem não estava com nenhuma expectativa, nos deixa bem confusos. Muitos comentários de pessoas que leram o livro que inspirou o filme, falam sobre uma descaracterização em muitos aspectos da história.
O filme trabalha bem a questão de: quem está de fato contando a verdade? Inserindo desde o início que a autora, Verity (Anne Hathaway), é uma escritora de livros de mistérios com uma pegada sombria que tenta de todas as formas manipular seus romances para que os leitores fiquem confusos, por retratar as suas histórias sob a ótica dos "vilões", com isto o filme todo vai banhando o espectador com uma suspeita sob a personagem que, a princípio, parece somente mais uma história de uma personagem que está infeliz com a vida e quer dar um jeito de sair dessa vida que leva (como o filme baseado nos livros 'a empregada'). Ao avançar com a história vemos como Lowen (Dakota Johnson) cai de paraquedas nesta história, sendo encarregada de finalizar os livros de Verity como uma escritora fantasma, já que em tese a autora original estaria em um estado catatonico.
Creio que o final do filme seja imensamente a cartada que a história necessitava para fazer o espectador ficar com a pulga atrás da orelha em relação a confiabilidade que Verity passa, após uma "confissão" de um assassinato, o que faz o filme se fechar de forma bem curiosa.

O filme tem, em alguns momentos, uma construção bem lenta, passando uma sensação bem de uma leitura, como acredito que seja o objetivo principal do diretor aqui. Embora em certos momentos tenham alguns erros de continuidade BEM perceptíveis que acabam incomodando espectadores que são mais atentos, mas que pode passar batido para quem só está querendo consumir uma história de suspense e mistério.

Como uma pessoa que não é fã da obra original, talvez tenha sido um bom filme, mas não é o que muitas pessoas que consumiram o material base vêm trazendo na Internet.
May
May

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 3 de outubro de 2026
Desanimador, o suspense, drama e terror do filme, não tem a mesma emoção do filme, tiraram elementos cruciais.

História corrida, ficou um chove não molha. Esperava bem mais, ao menos mais emoção. Está parecido com o livro, em partes bem específicas. Está em um clima de humor, parecia que estava assistindo uma comédia. Tirou toda construção de um dos livros mais bem escritos.
Stephanie Apasra
Stephanie Apasra

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de outubro de 2026
Amei o filme ! Dakota e Ane foi incrível.
O filme tem mistério, tem suspense tem tudo. Já quero mais filmes com a dakota e Ane elas tem uma química absurda.
Thamiris Camargo
Thamiris Camargo

8 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 1 de outubro de 2026
Diria, decepcionante.
Para os leitores que foram ver a adaptação, sabem dos elementos cruciais que ficaram de fora, spoiler: como a cena do cabide, a cena da escada que foi reduzida a um corredor, a cena do barco, até mesmo na pós morte de Verity mudaram e claro a exclusão de Chastin.
.
Todos esses pontos eram cruciais para a narrativa, tanto que muitos que não leram, foram induzidos á carta, sendo a carta tb extremamente enxuta no filme.
Sim, não dava pra por tudo do livro em um filme de 120 min, acredito que o maior erro foi tentar resumir um livro com tantos elementos em apenas um filme, melhor seria uma série ou um filme com duas partes.
A quem leu, não vá com grandes expectativas, a quem não leu, é um bom filme, porém com mtos furos e mto acelerado, pois fizeram um filme baseado em uma história que precisaria de mais tempo para desenvolver naturalmente sem parecer forçado.
Nerdcall
Nerdcall

71 seguidores 528 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 1 de outubro de 2026
[assistido na cabine de imprensa de SP]

Existe algo admirável em colocar Dakota Johnson, Josh Hartnett e Anne Hathaway dentro de uma mansão gigantesca, adicionar sexo, assassinato, obsessão, manuscritos secretos e traumas familiares… e ainda assim conseguir fazer um thriller parecer monótono.

Verity passa boa parte do tempo ameaçando ficar interessante. Sempre que parece encontrar alguma tensão, surge outra coisa para desviar a história, e o filme vai pulando entre romance, drama familiar, erotismo e mistério sem conseguir fazer nenhum desses elementos realmente ganhar força.

Enquanto isso, Anne Hathaway descobre uma nova modalidade de atuação competitiva: roubar cenas praticamente sem se mexer. Em determinado momento, isso chega a parecer injusto com Dakota Johnson, que está livre para utilizar o corpo inteiro.

É um filme cheio de ingredientes que parecem ótimos separados. Pena que alguém esqueceu de transformar tudo isso numa receita.

Pelo menos a casa é bonita.
Nelson J
Nelson J

51.066 seguidores 1.992 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de outubro de 2026
Excelentes atrizes em uma trama psicológica cheia de mistérios, rodeios, controvérsias e desejos, que levam a personagem de Dakota e interpretar de forma mais conveniente, induzindo e sendo induzida no desenrolar da trama. Alguns pontos do roteiro parecem bem frágeis, mas funciona como um todo.
Rodrigo Kluska
Rodrigo Kluska

9 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 1 de outubro de 2026
Qual é a verdade? Manuscrito ou Carta?

Um currículo. Um perfil no LinkedIn. Nove fotos no Instagram. Uma frase dita sobre você numa sala em que você não estava. Uma reportagem, uma biografia, uma lembrança contada por outra pessoa. Cada um desses textos guarda alguma coisa verdadeira. Nenhum deles é você por inteiro. E, mesmo assim, é quase sempre por eles que a gente é apresentado, avaliado e, muitas vezes, julgado.

Verity, que estreou nos cinemas brasileiros em 30 de setembro, é sobre isso. E o nome já avisa. Em inglês, verity não é a verdade do dia a dia. É a verdade com letra maiúscula, aquela que não se discute. Vem do latim veritas e foi um dos nomes de virtude que os puritanos davam às filhas no século XVII, ao lado de Faith (fé) e Grace (graça).

A protagonista do filme se chama Verdade. E é justamente a verdade dela que ninguém consegue alcançar.

Lembro que meu olhar aqui não é o da crítica técnica de cinema ou sobre atuações. Eu olho o que há de humano por trás da história.

O filme é uma adaptação do romance que Colleen Hoover publicou em 2018 e que, oito anos depois, ainda está entre os livros de ficção mais vendidos do país.

Verity (Anne Hathaway) é uma escritora famosa que ficou impossibilitada de continuar a sua série de livros. O marido dela, Jeremy (Josh Hartnett), contrata Lowen (Dakota Johnson), uma escritora sem sucesso, para ser a ghostwriter que vai terminá-la. Na casa da família, Lowen encontra escondido um manuscrito: uma autobiografia de Verity, escrita por ela mesma. E o filme passa a nos fazer pensar: quem é Verity?

O próprio título do manuscrito já coloca uma dúvida. Ele se chama "Que assim seja". É mesmo ela ali, ou não? O livro, e agora o filme, se desenrolam sobre essa dúvida. E ela até hoje não se fechou: oito anos depois do lançamento do livro, há grupos de leitores que divergem sobre qual é a verdade. E que se dividem entre time Manuscrito ou time Carta. A própria Colleen Hoover tinha escolhido um lado. Depois de ver o filme, contou que ficou dividida. A autora escreveu a história por um olhar, e a adaptação a devolveu a todos os outros. Nem quem escreveu Verity é dona da verdade de Verity.

Eu gostei muito do filme. Em tudo. O ritmo, os diálogos, as imagens, o suspense na medida, o erotismo na medida. A crítica lá fora se dividiu em quase tudo, mas concordou num ponto: Anne Hathaway está incrível.

Para quem leu, é bom saber: o filme retrata bem o livro. Há diferenças, no número de filhos, no peso de algumas cenas, numa Verity um pouco menos cruel do que a das páginas. Nenhuma delas muda o resultado final. Os cortes me parecem ser exatamente para tirar alguns pesos e gerar ainda mais dúvida sobre a verdade. O que o filme acrescenta é o que a página não tem: imagem e som. Para quem sente o mundo pelos sentidos, como eu, a cena que a imaginação tinha montado durante a leitura ganha corpo, ganha ruído, ganha luz. E a dúvida que o livro já tinha deixado fica ainda mais funda.

É desse ponto que nasce a minha leitura. A história permite pensar na diferença entre conhecer uma versão de alguém e considerar que já conhecemos a pessoa inteira. Quando Lowen lê o manuscrito, ele se transforma numa identidade total de Verity. Tudo o que ela faz passa a ser interpretado sob aquela luz. O problema humano aparece quando uma explicação parece tão completa que dispensamos qualquer possibilidade de confronto, de escuta ou de revisão.

E a gente faz isso o tempo todo. Lemos o currículo e achamos que conhecemos o profissional. Rolamos o perfil na rede social e achamos que conhecemos a vida da pessoa. Ouvimos o que alguém disse de uma pessoa e achamos que já conhecemos o caráter dela. Assistimos à reportagem e achamos que conhecemos a história. Cada versão chega com a força de uma prova. E, uma vez aceita, essa versão passa a explicar todo o resto.

Só que a verdade de uma pessoa não cabe no texto que encontramos sobre ela. Às vezes, nem a própria pessoa sabe toda a verdade sobre si mesma. Porque ainda não refletiu. Porque não juntou as peças. Porque não as organizou. Ou porque a água do iceberg está turva, mexida, e o que fica embaixo da superfície continua sem forma, até para quem o carrega.

Quando achamos que sabemos tudo podemos nos deparar com uma outra versão. Quem sabe uma carta.

Tem uma frase no livro que resume esse impasse: *"Não importa por qual lado eu olhe nesta história, está claro que Verity (verdade - a personagem) era mestra em manipular a verdade (a realidade dos fatos). A única pergunta que fica é: qual verdade ela estava manipulando?"*.

Vale muito a pena assistir.

Saí do cinema sem saber de que lado estou. Acho que vou demorar a saber.

Mas acho que isso nem é o que importa. O mais importante é a pergunta que o filme deixa: qual é a verdade? Ou, mais exatamente, quem é Verity?

A gente fica ali, parado na cadeira, com a luz da sala já acesa, tentando descobrir o que seria, afinal, a verdade.

Nós não somos donos dela. Nunca seremos. Nem da de Verity, nem da de ninguém.

Quem sabe? Manuscrito ou Carta?

Ninguém é dono da verdade!!

A crítica completa está no site Humanidade Retratada.
Cindy Sabrinna Almeida Silva
Cindy Sabrinna Almeida Silva

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de outubro de 2026
Ta vamos lá, o livro em si já é fraco, então eu não esperava um filme glorioso, a adaptação foi boa; tve algumas mudanças em relação ao livro mas sinceramente nem vi diferença, acho que se a Lowen fosse sonâmbula no filme e se tivesse outra criança só ia ficar mais longo e chato. Outro ponto é que a cena em que a spoiler: Verity aparece quando a Lowen ta se pegando com o Jeremy
ficou MUITO MAL FEITA, ai gente sinceramente? Podia ter feito igual era no livro, na escada, ia ficar bem mais legal, aquela cena ali tinha tudo pra ser boa e decepcionou de mais!!
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