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Izzy
6 críticas
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5,0
Enviada em 17 de dezembro de 2025
Eu gostei do filme sim, que pena que o índio, mas seu assistente, morrem, mas o enredo é bom, vale a pena assitir, perto de outros que já estrearam esse ano e não teve um bom final , não que seja um fim magnífico, mas vale super a pena as cenas, os efeitos, é interessante, e essas crenças antigas, magias rituais, eu super gosto! Ter essa cultura é importante! discernimento para entender, também! spoiler:
Existe muita verdade no filme pessoas que se esconde atrás de bíblia, mas são hipócritas e sem fé, lamento pelo fim do xamã, única parte que não curti, mas padre que prega a falsa palavra, e muitos fiéis sem fé, e pessoas que se puni atrás de chicote existe muito, se mutilar, não vai acabar com o pecado de NGM!
“Xamã: O Exorcista Pagão” não é apenas um filme ruim. É um desperdício cultural e narrativo.
O título promete um encontro poderoso entre duas tradições espirituais, o catolicismo e o xamanismo indígena possivelmente unidas contra um mal maior. O que o filme entrega, porém, é exatamente o oposto: uma mistura rasa, confusa e profundamente desrespeitosa com ambas as crenças.
O padre é reduzido a uma figura fraca e inútil, sem autoridade espiritual ou peso simbólico. O xamã, que poderia representar sabedoria ancestral e conexão com a natureza, é retratado de forma caricata, quase demonizada, reforçando estereótipos antigos e ofensivos sobre religiões indígenas. Nenhuma das duas figuras é tratada com dignidade.
O roteiro é preguiçoso e mal estruturado. Em vez de conflito filosófico, cooperação ou reflexão sobre fé, o filme aposta em choque barato. O ponto mais baixo é a decisão absurda de trocar uma criança inocente para salvar outra, um dilema moral mal construído, sem profundidade, consequência ou responsabilidade emocional. Não é provocação artística; é apelação.
O terror não funciona, a tensão não se sustenta e a narrativa não respeita nem o público nem as culturas que explora. Quando um filme falha tecnicamente e ainda banaliza símbolos religiosos e espirituais, o resultado não é polêmico, é vazio.
“Xamã: O Exorcista Pagão” poderia ter sido um filme sobre união, respeito e enfrentamento do mal. Preferiu ser apenas mais um produto esquecível que usa religião e cultura como adereço descartável.
Um filme que não renovou conceitos. Coloca o Xamã como um renegado, o padre como um coitado e a crença como mitologia infantil. Fraco, sem conteúdo. Usaram o nome Exorcista como chamariz, mas não passa de um roteiro sem imaginação.
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