Me surpreendeu. Que filme sensível e honesto! Adorei o aprofundamento que a história teve, mostrando conflitos genuínos e diálogos tocantes. O final é devastador... Muito bom!
Um filme maravilhoso, que relata sobre uma mulher sobrecarregada vivendo com uma doença crônica, que perdeu a sua "identidade" em prol de uma família e tendo que lhe dar com a traição do marido. Realidade de muitas atualmente, infelizmente! Vale assistir!
Emocionante! Consegui sentir o cansaço da Stella,senti a tristeza dela. Incrível o que ela fez pelos filhos,sabia que eles precisariam do pai,fez tudo por eles mesmo estando em uma fase ruim no casamento!
Achei um bom filme. Muito interessante o desenvolvimento dos personagens. Só não achei muito bem filmado as cenas finais da vida da família. Um pouco forçado demais. Ainda assim, dá para assistir. Nota 7.
O QUE TIVER QUE SER: Uma narrativa corajosa que emociona com simplicidade
O Que Tiver Que Ser apresenta uma temática ousada e envolvente, apostando na universalidade das emoções humanas para criar uma conexão instantânea com o espectador. Em 1 hora e 50 minutos, o filme surpreende ao manter um ritmo constante, sem pontos baixos que desviem a atenção, mesmo com a limitação de recursos que, longe de ser uma fraqueza, acaba por reforçar sua autenticidade e intimidade.
A direção opta por uma abordagem minimalista, priorizando os diálogos e as nuances do elenco para explorar temas como escolhas, destino e aceitação. A narrativa, livre de pirotecnias visuais ou narrativas excessivamente complexas, consegue tocar em questões profundas de maneira honesta e direta. Esse é o tipo de filme que prova que menos é mais, permitindo que a força do roteiro e das atuações brilhe.
Tecnicamente, embora a simplicidade seja um ponto positivo, ela também pode ser um desafio. Em alguns momentos, a fotografia, embora funcional, carece de um impacto visual mais marcante que poderia elevar certas cenas emocionalmente carregadas. Ainda assim, a trilha sonora, discreta mas eficaz, trabalha como uma extensão das emoções em cena, moldando o tom sem nunca sobrecarregar.
O elenco merece destaque. Mesmo sem nomes de peso, as performances são carregadas de sensibilidade e verdade, o que reforça o caráter intimista do filme. A química entre os protagonistas é palpável, e suas interações constroem uma dinâmica que transcende o roteiro, dando vida aos dilemas que enfrentam.
Apesar de sua força narrativa, O Que Tiver Que Ser pode dividir opiniões. Alguns podem sentir falta de uma trama mais imprevisível ou reviravoltas inesperadas, enquanto outros abraçarão sua capacidade de encontrar o extraordinário no cotidiano.
No fim, o filme é um lembrete de que grandes histórias nem sempre precisam de grandes orçamentos, mas sim de coragem para abordar temas universais com honestidade. É um relato tocante e introspectivo, que deixa sua marca sem precisar gritar.
Excelente filme, a minha namorada chorou do começo ao fim. O filme é sobre um drama familiar muito comum, e que mts famílias com certeza passam, mas no filme a família percebe antes e consegue dar a volta por cima. Todo a direção do filme é ótima. o filme não deixa furos e tudo se encaixa de forma natural.
Drama tocante, com atuação sólida e reflexões sobre relações familiares. O Que Tiver que Ser (2024), de Josephine Bornebusch, é um drama intimista sobre Stella, uma mulher que enfrenta a traição de seu marido, Gustav, e se vê dividida entre salvar a família e buscar a liberdade. A atuação de Bornebusch é comovente, transmitindo a luta interna de sua personagem de forma sutil. O filme aborda temas como infidelidade e identidade pessoal, oferecendo uma reflexão honesta sobre os desafios emocionais da vida familiar. Prato cheio para quem aprecia dramas que exploram as nuances das relações humanas.
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