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Gabriela
1 crítica
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5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2025
Kasa Branca é um filme poético e sensível. Um filme ambientado na favela sem sequer um som de tiro, foca no amor, amizade e afeto. A história acompanha um jovem que, sem familiares próximos, assume os cuidados da avó com alzheimer em estágio terminal, com o apoio de dois amigos. A direção é brilhante ao trazer uma abordagem delicada e intimista, enfatizando a beleza do cuidado e das conexões humanas. Um retrato sincero da resiliência, onde a amizade se torna a maior força diante das dificuldades. Uma obra tocante e bem executada que merece destaque.
O Filme é lindo, traz em seu enredo um olhar sensível para a favela e sua diversidade. Fala sobre luto, amizade e irmandade! Um filme lindo, emocionante e ao mesmo tempo divertido!
Uma piada sem nexo algum, o filme não tem conjunção as cenas são apenas jogadas em cima de você. Literalmente o tipo de filme que não se entende nem com legenda. A SUPOSTA KASA BRANCA não se tem importância. O o motivo claro pra deixar os investidores bem longe de diretores brasileiros. Em resultado é só uma piada que tenta te fazer chorar.
Filme lindo. Fotografia e direção de arte muito boas. Trilha sonora também. Personagens interessantes, humanos em suas relações. Roteiro um pouco previsível, mas ainda assim e apesar disso é muito bem resolvido. Atores bons.
Sem coesão alguma , cenas que não criam vínculo com os personagens, atuações tenebrosas somente a direção de arte e fotografia é boa . O roteiro deve ter sido alterado em cima da hora , e que forçada para se ter o Lennon no filme.
Meu unico problema com esse filme é que o protagonista é extremamente chato e mal agradecido com os amigos dele, todos o ajudaram e ele varias vezes os deixou na mao
Sinopse: Dé é um adolescente negro da periferia do Rio de Janeiro que descobre que sua avó está na fase terminal da doença de Alzheimer. Ele tem a ajuda de seus dois melhores amigos para enfrentar o mundo e aproveitar os últimos dias de vida da mulher.
Crítica: "Kasa Branca" traz à tela uma história comovente que toca em temas de amor, solidariedade e os desafios enfrentados por muitos na periferia do Rio de Janeiro. A narrativa segue Dé e seus amigos que se esforçam para proporcionar a Dona Almerinda, a avó de Dé, momentos de prazer em meio ao sofrimento causado pela doença de Alzheimer. No entanto, apesar da sutileza nas atuações e na capacidade do filme em gerar empatia, existem aspectos que podem ser aprimorados.
A premissa do filme é poderosa, e é admirável a forma como a amizade entre os personagens serve de apoio e alicerce nos momentos difíceis. Contudo, a estrutura narrativa carece de uma maior fluidez, que poderia permitir que o espectador se conectasse mais profundamente com as experiências e emoções dos personagens. Em várias partes, a sequência de eventos parece desarticulada, criando uma sensação de fragmentação que pode dificultar a imersão total na história.
Além disso, algumas cenas que com o potencial de serem profundamente tocantes são abordadas de maneira apressada ou com transições abruptas, resultando em impactos emocionais que poderiam ter sido mais bem aproveitados. O espectador, que entra na sala de cinema esperando uma jornada de autodescobrimento e de enfrentamento à adversidade, pode se sentir perdido em alguns momentos, como se a narrativa tivesse tomado desvios inesperados.
Por outro lado, a cinematografia é um ponto forte, conseguindo capturar a essência da cultura local e a beleza das relações humanas em meio ao caos. As paisagens da Chatuba, imortalizadas na tela, servem como um testemunho visual do calor e da luta da vida cotidiana.
Além disso, a atuação de Big Jaum é digna de destaque, trazendo um Dé autêntico e vulnerável, que reflete as expectativas e pressões que jovens da periferia enfrentam. Os coadjuvantes também entregam performances sólidas, representando a diversidade e a riqueza emocional da comunidade.
Em suma, embora "Kasa Branca" consiga provocar reflexões importantes sobre a convivência com a doença, a importância da amizade e a luta por dignidade, sua execução narrativa deixa a desejar em alguns pontos. Com um ritmo mais ajustado e uma construção de roteiro mais coesa, o filme poderia ter explorado seu potencial dramático de forma mais eficaz, transformando seu impacto emocional em uma experiência verdadeiramente marcante. A história de Dé e sua avó é sem dúvida relevante, e merece um tratamento que esteja à altura do seu tocante enredo.
Filme muito ruim. Não vale a pena ver nem um segundo. A cena da jacuzzi não faz sentido e é estranha, personagens rindo pras câmeras sem sentido algum, atuação desqualificada e porca. A câmera as vezes pega bons visuais, mas a filmagem e ângulo não é boa. Muito genérica
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