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Ana Carolina
2 críticas
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2,5
Enviada em 8 de março de 2026
Eu pensei que demoraria muito até assistir a um filme tão ruim ou pior do que "Anora". Não tem como sentir empatia pelo protagonistas. Boa atuação, mas
Marty supreme é um drama/esporte dirigido por Josh Safdie, que também participou do roteiro ao lado de Ronald Bronstein. O filme recebeu 9 indicações ao Oscar 2026: melhor filme, melhor ator (Timothée Chalamet), melhor direção, melhor roteiro original, melhor ator coadjuvante (Jacob Elordi), melhor fotografia, melhor montagem, melhor trilha sonora original e melhor canção original. A trama é ambientada na década de 1950, onde o jovem ambicioso Marty Mauser (Timothée Chalamet) está tentando fazer de tudo para competir um torneio mundial de tênis de mesa. Ao mesmo tempo que a sua "namorada" Mizler (Odessa A'zion) fica grávida e pode ser um grande impecilho para o jovem. Precisamos destacar a coragem do cineasta aceitar uma trama com o protagonista sendo alguém que grande parte do público vai passar a odiar e torcer contra. Aqui temos um filme que nao é uma cinebiografia, na qual o roteiro teve a licença poética para traçar a vida do mesatenista em questão. Precisamos destacar o esforço de Chalamet em alguns anos treinando o básico de tênis de mesa para não recorrer a dublê na trama. A parte técnica do filme tbm nao deixa a desejar, temos uma equipe de maquiagem e cabelo responsável por deixar o seu personagem o tempo todo "bagunçado. Isso pela direção frenética e insana. A trama tem 2 horas e meia, mas o filme é muito movimentado. Marty é um tipo de personagem egoísta e ambicioso que descarta e se (re)aproxima dos personagens ao redor com extrema facilidade. Além de baguncar por onde anda. Um verdadeiro furacão de problemas. Com esse enredo, o filme vai praticamente todo para Chalamet. É fato, que no terceiro ato, temos um maior participação e consequentemente, maior importância dos demais personagens secundários, que acabam fechando seus núcleos com a história principal. Arrisco dizer que apesar de ser rotulado como um filme esportista, na verdade tá muito mais para drama,pois temos apenas o começo da trama com uma rápida competição e a apresentação de quem o Marty precisaria superar (o jogador japonês) e o final com uma revanche em tom de amistoso. O fato é que a trama é sobre um amadurecimento por meio de uma jornada frenética do protagonista. Vê que grande parte dos seus planos nao deram certo e as humilhações que acabou passando é bastante satisfatório. Outra questão é como o filme mostra como o esporte era desconhecido nos EUA e ainda, por vezes, realiza um interessante contexto sobre o fim da Segunda Guerra, colocando o Japão ainda como um vilão, algo ainda mal resolvido com os EUA. No mais é um filme interessante para se ficar de olho na premiação do Oscar 2026.
Marty Supreme é um filme apoiado na loucura de seu diretor, que não tem medo de arriscar e expor seus personagens. Ele apresenta um protagonista psicologicamente detestável: arrogante, narcisista, o tipo de pessoa que sempre prejudica os outros enquanto tenta vender a ideia de que é admirável. A proposta não é exatamente comprada pelo público — e o distanciamento que sentimos de Marty só prova que ele funciona muito bem dentro da narrativa.
O “caso” romântico também acompanha essa lógica: uma aspirante ao narcisismo e à egolatria que embarca, em certos momentos, numa jornada de caos, abismo e descompromisso. O filme tem atos bem definidos, entretém bastante e, curiosamente, consegue até fazer o tênis de mesa parecer envolvente. Não é nada como Rocky, mas é divertido — queremos sempre ver mais. Não torcemos por Marty, mas queremos assistir à sua loucura.
Timothée Chalamet está muito bem no filme, assim como Odessa A'zion; os dois formam um casal com uma química quase radioativa.
A trilha sonora, apesar de boa, é confusa e prejudica um pouco a imersão — músicas pop dos anos 80 em um filme ambientado nos anos 1950 quebram parte da ambientação. Em compensação, a edição é muito boa, a fotografia acinzentada agrada, e o design de produção, apesar de um certo “excesso de informação”, funciona bem. Adoro a introdução, mas não gosto do final piegas, que destoa do que vinha sendo construído.
O filme surpreende, principalmente por eu não esperar muito de uma cinebiografia sobre um jogador de tênis de mesa. Ainda assim, não é tudo isso que parte da crítica vem exaltando.
Roteiro arrastado, cansativo, foca na malandragem do personagem, onde faz de tudo pra alcançar seus objetivos, uma história bem banal, sem trama alguma. Poderia haver um roteiro mais envolvente, criativo e com emoção. Fraco e chato!
Eu achei super legal a parte da luta dele pelo sonho, mas tirando isso o filme é totalmente sem noção. Tudo uma série de acontecimentos completamente malucos, que me deixou completamente confusa. Não sei se era essa a intenção ter a velocidade frenética do jogo, mas me pareceu tudo muito confuso, não me agradou.
Marty Supreme. O filme se passa na década de 50 ou melhor dizendo em 1952 em Nova York e tem sua inspiração no jogador de tênis de mesa Marty Reisman. Filme altamente nostálgico com músicas clássicas como Everybody Wants Ro Rule The World e Forever Young, além de ter sua atmosfera totalmente focada nessa década. Um filme para quem gosta de filmes competitivos, esportivos e nostálgicos que possam trazer lembranças e reflexões.spoiler: O filme conta a história de Marty, um jovem vendedor de sapatos decidido a entrar no mundo do esporte sendo ele o tênis de mesa. O filme explora temas sensíveis como o preconceito racial, narcisismo e trapaça, principalmente dentro do tênis. Não se caracteriza como um Melhor Filme do Ano, porém ainda sim se torna uma boa opção para assistir principalmente pelo seu forte roteiro e filmagem. Dirigido por Josh Safdie e estrelado por Thimothée Chalamet e comparticipação do cantor Tyler, The Creator.
Povo quer empurrar esse ator horrível a qualquer custo. Só porque ele é branquinho e tem cara de próximo Tom Cruise? Deem logo o Oscar para ele, sabemos que vão empurrar filmes com ele até ele ganhar.
O filme é horrível, quase pedi meu dinheiro de volta. O personagem principal é uma pessoa horrível que aplica golpes em todo mundo e no final sai ganhando.
Marty é obsessivo, utilitarista, impulsivo e trapalhão. Um personagem patético em uma primeira impressão. Mas, a medida que o filme avança, começamos a nos compadecer dele. Afinal ele não pondera, não medindo as consequências de seus atos e nem as consequências que podem trazer às pessoas com quem se envolve. Começamos a torcer por ele, pricipalmente quando inicia o confronto com um tal empresário das canetas. Grande parte da empatia despertada por Marty se deve a um grande ator que dá estofo ao personagem: Timothée Chalamet. O jovem ator é brilhante de ponta a ponta. Com um ritmo frenético e uma trilha sonora empolgante, o filme tem tom de tragicomédia que remete ao cinema de Sean Baker. O final aponta para uma humanização do personagem e nos avisa que triunfos não são definitivos. A vida é im ping-pong, onde a bola que cai de um lado pode cair do outro. Ou voar para fora da mesa.
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