Marty Supreme
Média
3,8
151 notas

36 Críticas do usuário

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vera marques
vera marques

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5,0
Enviada em 15 de março de 2026
Adorei o filme. Mais pela interpretação do Chamelet do que pela história em si. O tempo passou a correr. O filme tem muito ritmo, tem um elenco cinco estrelas e leva-nos do riso à comoção. Quem diz mal deste filme, não deve estar bom da cabeça.
Josimar M.
Josimar M.

13 seguidores 62 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de março de 2026
Baita filme!
Frenético com um ritmo acelerado quase que todo o tempo. Chalamet está impecável!
Uma história incrível.
Jorge Stark
Jorge Stark

19 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de março de 2026
Obstinado ou sociopata, o jovem atleta de tênis de mesa Marty Mauser nutre uma ambição ilimitada e não mede esforços para alcançar seus objetivos: ser campeão mundial e enriquecer com o esporte. É uma espécie de vale-tudo por fama e dinheiro. Boa atuação deTimothée Chalamet no papel-título. O filme tem boa direção e uma fotografia correta, com partidas de tênis de mesa bem dinâmicas, igualmente às peripécias amorosas (ou não) do protagonista. De Nova York a Tóquio, os caminhos trilhados pelo atleta misturam biografia e ficção de forma equilibrada, apesar de, às vezes, comprometer um pouco a harmonia e o ritmo da obra. Um 8 no match point.
Vanessa Borges
Vanessa Borges

4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de março de 2026
O filme é uma mistura de pingue pongue com "os Trapalhões". Acho que o diretor apelou um pouco nas cenas com a Gwyneth Paltrow...o protagonista parece ter 15 anos ao lado dela....é ridículo. O film é divertido, tem ritmo, tem energia, mas não tem credibilidade nenhuma...
Ana Carolina
Ana Carolina

2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 8 de março de 2026
Eu pensei que demoraria muito até assistir a um filme tão ruim ou pior do que "Anora". Não tem como sentir empatia pelo protagonistas. Boa atuação, mas
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 896 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de março de 2026
Marty supreme é um drama/esporte dirigido por Josh Safdie, que também participou do roteiro ao lado de Ronald Bronstein. O filme recebeu 9 indicações ao Oscar 2026: melhor filme, melhor ator (Timothée Chalamet), melhor direção, melhor roteiro original, melhor ator coadjuvante (Jacob Elordi), melhor fotografia, melhor montagem, melhor trilha sonora original e melhor canção original. A trama é ambientada na década de 1950, onde o jovem ambicioso Marty Mauser (Timothée Chalamet) está tentando fazer de tudo para competir um torneio mundial de tênis de mesa. Ao mesmo tempo que a sua "namorada" Mizler (Odessa A'zion) fica grávida e pode ser um grande impecilho para o jovem. Precisamos destacar a coragem do cineasta aceitar uma trama com o protagonista sendo alguém que grande parte do público vai passar a odiar e torcer contra. Aqui temos um filme que nao é uma cinebiografia, na qual o roteiro teve a licença poética para traçar a vida do mesatenista em questão. Precisamos destacar o esforço de Chalamet em alguns anos treinando o básico de tênis de mesa para não recorrer a dublê na trama. A parte técnica do filme tbm nao deixa a desejar, temos uma equipe de maquiagem e cabelo responsável por deixar o seu personagem o tempo todo "bagunçado. Isso pela direção frenética e insana. A trama tem 2 horas e meia, mas o filme é muito movimentado. Marty é um tipo de personagem egoísta e ambicioso que descarta e se (re)aproxima dos personagens ao redor com extrema facilidade. Além de baguncar por onde anda. Um verdadeiro furacão de problemas. Com esse enredo, o filme vai praticamente todo para Chalamet. É fato, que no terceiro ato, temos um maior participação e consequentemente, maior importância dos demais personagens secundários, que acabam fechando seus núcleos com a história principal. Arrisco dizer que apesar de ser rotulado como um filme esportista, na verdade tá muito mais para drama,pois temos apenas o começo da trama com uma rápida competição e a apresentação de quem o Marty precisaria superar (o jogador japonês) e o final com uma revanche em tom de amistoso. O fato é que a trama é sobre um amadurecimento por meio de uma jornada frenética do protagonista. Vê que grande parte dos seus planos nao deram certo e as humilhações que acabou passando é bastante satisfatório. Outra questão é como o filme mostra como o esporte era desconhecido nos EUA e ainda, por vezes, realiza um interessante contexto sobre o fim da Segunda Guerra, colocando o Japão ainda como um vilão, algo ainda mal resolvido com os EUA. No mais é um filme interessante para se ficar de olho na premiação do Oscar 2026.
limafeijaoconsultoria Tiago Feijão
limafeijaoconsultoria Tiago Feijão

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de fevereiro de 2026
Loucamente eletrisante… os sonhadores são indomáveis… esse foi o retrato que conseguir extrair ao ficar sem fôlego varias vezes
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de fevereiro de 2026
Marty Supreme é um filme apoiado na loucura de seu diretor, que não tem medo de arriscar e expor seus personagens. Ele apresenta um protagonista psicologicamente detestável: arrogante, narcisista, o tipo de pessoa que sempre prejudica os outros enquanto tenta vender a ideia de que é admirável. A proposta não é exatamente comprada pelo público — e o distanciamento que sentimos de Marty só prova que ele funciona muito bem dentro da narrativa.

O “caso” romântico também acompanha essa lógica: uma aspirante ao narcisismo e à egolatria que embarca, em certos momentos, numa jornada de caos, abismo e descompromisso. O filme tem atos bem definidos, entretém bastante e, curiosamente, consegue até fazer o tênis de mesa parecer envolvente. Não é nada como Rocky, mas é divertido — queremos sempre ver mais. Não torcemos por Marty, mas queremos assistir à sua loucura.

Timothée Chalamet está muito bem no filme, assim como Odessa A'zion; os dois formam um casal com uma química quase radioativa.

A trilha sonora, apesar de boa, é confusa e prejudica um pouco a imersão — músicas pop dos anos 80 em um filme ambientado nos anos 1950 quebram parte da ambientação. Em compensação, a edição é muito boa, a fotografia acinzentada agrada, e o design de produção, apesar de um certo “excesso de informação”, funciona bem. Adoro a introdução, mas não gosto do final piegas, que destoa do que vinha sendo construído.

O filme surpreende, principalmente por eu não esperar muito de uma cinebiografia sobre um jogador de tênis de mesa. Ainda assim, não é tudo isso que parte da crítica vem exaltando.

7,5/10
Luciana Machado
Luciana Machado

3 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 22 de fevereiro de 2026
Roteiro arrastado, cansativo, foca na malandragem do personagem, onde faz de tudo pra alcançar seus objetivos, uma história bem banal, sem trama alguma. Poderia haver um roteiro mais envolvente, criativo e com emoção. Fraco e chato!
Vhii
Vhii

20 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2026
Eu achei super legal a parte da luta dele pelo sonho, mas tirando isso o filme é totalmente sem noção. Tudo uma série de acontecimentos completamente malucos, que me deixou completamente confusa. Não sei se era essa a intenção ter a velocidade frenética do jogo, mas me pareceu tudo muito confuso, não me agradou.
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