Média
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Curti a maneira com que o filme aborda os assuntos bem pesados com a doença, a morte, a luta ou a identidade sem jamais abandonar o ponto de vista das duas crianças nem transformar as histórias em melodramas. Glória e Sofia constroem as próprias explicações delas em frente aos fenômenos que elas ainda não podem totalmente entender, e acho bem justo que o filme não busque constantemente opor a imaginação delas a uma suposta verdade racional dos adultos. Acho bom que a transidentidade de Sofia faça naturalmente parte do personagem dela sem tornar o sujeito único que a define. O título toca progressivamente todo o sentido dele através de todas essas coisas impossíveis de ver diretamente, a memória, a luta, o amor, a identidade ou o que uma pessoa deixa em nós, mas vemos os efeitos sobre as personagens. O olhar infantil não é finalmente apresentado como uma compreensão incompleta do mundo, mas como uma outra maneira de perceber as realidades que os adultos, eles mesmos, não sabem sempre explicar.
Um otimo filme, todas as cenas são maravilhosas me lembra de quando morava no meu interior, e a narrativa impecavél o filme fala sobre deixar ir, que a morte é algo natural para não se prender a isso que tudo tem um final.
O filme é sensível demais! A perspectiva das meninas traz uma inocência que é da infância, mesmo tratando de assuntos difíceis de lidar, como a morte.
A forma como é mostrado as crenças populares é belíssima!!
A forma como é mostrado as crenças populares é belíssima!!
Filme de muitas nuances singelas. Traz o cotidiano de uma família de matriarcas brasileiras. Achei lindo a sutileza de cada cena.
O filme tenta ser profundo, mas acaba parecendo mais confuso do que emocionante. A história é muito arrastada, com cenas longas demais que dão a sensação de que nada realmente está acontecendo. Em vários momentos eu fiquei esperando algo que me prendesse de verdade, mas isso simplesmente não veio.
Os diálogos também não ajudam muito. Muitas falas soam forçadas, como se quisessem parecer reflexivas e marcantes, mas acabam ficando artificiais. Falta naturalidade, falta emoção.
A ideia do filme até poderia render algo interessante, principalmente por essa proposta mais filosófica e sensível, mas tudo é tratado de forma vaga. Em vez de provocar reflexão, acaba deixando um vazio meio frustrante.
Visualmente existem cenas bonitas, isso é verdade. Só que estética sozinha não sustenta um filme inteiro. No final das contas, a experiência é cansativa e pouco envolvente, dando a sensação de que o filme queria ser mais profundo do que realmente conseguiu ser.
Os diálogos também não ajudam muito. Muitas falas soam forçadas, como se quisessem parecer reflexivas e marcantes, mas acabam ficando artificiais. Falta naturalidade, falta emoção.
A ideia do filme até poderia render algo interessante, principalmente por essa proposta mais filosófica e sensível, mas tudo é tratado de forma vaga. Em vez de provocar reflexão, acaba deixando um vazio meio frustrante.
Visualmente existem cenas bonitas, isso é verdade. Só que estética sozinha não sustenta um filme inteiro. No final das contas, a experiência é cansativa e pouco envolvente, dando a sensação de que o filme queria ser mais profundo do que realmente conseguiu ser.
Belíssimo, sublime, deixou o coração transbordando!! Assisti ontem pela primeira vez e hoje de novo!
De verdade, esse é um dos filmes mais sensíveis e bonitos que já vi na vida. Direção de arte impecável! História envolvente e que se desenvolve num tempo satisfatório, atuações bem executadas... É uma verdadeira obra prima.
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