Até a Última Gota
Média
3,6
245 notas

91 Críticas do usuário

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Eric Miranda
Eric Miranda

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 13 de junho de 2025
horrível, um filme que apoia uma assassina literalmente!!!!!!! invertendo todos os valores, admitindo um homicídio!
Calvin
Calvin

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 13 de junho de 2025
Filme ruim. Lacrador, Elenco fraco com atuações péssimas. Perda de tempo. Fico impressionada como s Netflix pode produzir algo tão fraco e colocar como top 10 para induzir o público s assistir.
Raphael Teixeira
Raphael Teixeira

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 14 de junho de 2025
Este sem dúvidas entra para a minha lista de piores filmes já feitos pela raça humana.
Não sei por onde começar, mas o que dá pra dizer é que o filme tenta abordar uma crítica social, a uma população esquecida, pobre, rodeada de preconceito e falta de políticas públicas. Para fazer isso eles abordam a vida de Janiyah, uma mulher pobre, mãe solteira, negra e que trabalha num mercadinho, ganhando pouco para sobreviver e sustentar sua filha doente. Eles tentam mostrar como a vida da protagonista é difícil, como fazer isso? Enchendo o filme de clichês, tornando a mulher mais azarada do mundo! O roteiro a coloca em situações absurdas que beiram a vergonha alheia, como um policial que do NADA fecha o carro dela no trânsito e a ameaça com uma raiva injustificável e constrangendo o telespectador. Além das varias situações totalmente incabíveis que ao invés de corroborar com a vida dificil da protagonista, praticamente insulta a inteligência de quem assiste, nos metralhando com um exagerado azar da protagonista.
Como se não bastasse, o filme se estende até o estopim de Janiyah, que comete alguns crimes e sabe-se lá Deus, acaba num assalto a banco. Ali, o filme enrola até o fim, com mais uma surra de clichês e forçação de barra. Como uma policial treinada, que se envolve emocionalmente com a história da protagonista, chora e coloca a operação policial em risco várias vezes, sem falar do tapa que ela dá no seu colega policial por causa da criminosa, descaracterizando totalmente o papel de uma policial no filme.
As atuações são terríveis, salve a gerente do banco e a coitada da atriz protagonista, que cumpre bem seu papel, apesar do péssimo roteiro e direção.
Por fim, o plot Twist final, enterra de vez com a história mal contada da personagem. Apesar de justificar algumas coisas, a escolha do final foi horrível, desanimando até quem teve o mal gosto de achar algo bom no filme. Enfim, sei que perdi 1h e 48 minutos da minha vida, podendo está assistindo as reprises de chaves ou de todo mundo odeia o Chris. Quase qualquer coisa é melhor que este projeto de filme.
Ps: vale uma menção aqui a dona Netflix, que gastou dinheiro com esse filme. O mal gosto anda solto pelos corredores.

Nota: Dó
André Valla
André Valla

3 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 15 de junho de 2025
Filme ruim, cópia barata do Um dia de fúria, filme só aceitou pra equipe de personagens pessoas negras!? E os brancos que tinha era a cota reversa? Não entendi a mensagem que queriam passar com isso... E essa informação não é racista não, porque os melhores atores que existe são negros, não por isso que o filme foi horrível.
Delce Reis
Delce Reis

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 8 de junho de 2025
Foi um desafio a minha própria capacidade de paciência, como é possível se produzir algo tão cotidiano, tão habitual e em imaginar que é produzido algo de conteúdo tão pobre.. eu recomendo a nem começarem a ver.
MARCELO CARVALHO
MARCELO CARVALHO

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 10 de junho de 2025
Não recomendo. Filme horrível, triste, forçado.
Pura lacração. Ao menos não colocaram homem branco como o vilão da história, ops, mas tem um policial cretino no meio de todos atores negros e justamente esse era branco (racismo reverso). O netflix o descreve como um filme contra o sistema. O sistema é o Estado. Um filme realmente contra o sistema denunciaria os problemas estatais (impostos, burocracia, ineficácia, etc). Filme lacrador, perda de tempo.
Ajudamarcoblue
Ajudamarcoblue

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 9 de junho de 2025
Conteúdo pobre, história complemanente fora da realidade de a mente de uma pessoa lacradora issuportavel, história sem começo meio e fim, muito ruim, não retrata NADA da realidade
Fabio Oliveira B.
Fabio Oliveira B.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 7 de junho de 2025
Esse filme com certeza entraria na lista dos piores filmes que assisti na minha vida, mas pensando na lista de piores filmes que assisti, esse ficaria tão isolado na primeira posição que seria um desrespeito ao segundo e terceiro lugar.
A história começa com aquele típico dia ruim que já vimos uma vez em “Um dia de fúria”, mas esse vai muito além no roteiro e atuação. Existem todos os estereótipos possíveis, o dia deve ter no mínimo umas 48hr e uma cena da mochila com um fundo musical que deveria ser para o telespectador mas que não faz sentido algum.
Mas não serei injusto, a atriz que interpreta a mãe consegue ser uma gota no oceano de ruindade que a cerca.
E por fim, fico pensando como alguém consegue apresentar isso para uma empresa séria para ser produzido. Fico imaginando também aquelas sessões de leitura do roteiro, onde todos devem ter lido e aplaudido a si mesmos pensando que isso seria bom. Talvez seja um filme de comédia e eu sou muito ruim com essas coisas de crítica.
Caio Cezar Esmerio
Caio Cezar Esmerio

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 15 de junho de 2025
Eu não o recomendaria. Você vai ter a experiência de um drama intenso, mas um drama intenso onde o script parece dizer "odeie-a" ou "ame-a" para cada personagem. Isto fica tão escancarado que eu fui tirado da imersão. A atriz vai ser a grande responsável por te fazer se interessar no filme, mas o mundo ao redor dela é pifio.

spoiler: O filme tenta técnicas até que bem baratas de empatia com a personagem, a fazendo sofrer como mãe solteira, entretanto... Parece tudo conspira contra ela ou a favor dela de alguma maneira. Nada é orgânico, ninguém é orgânico nesse filme. Por exemplo, a cena da batida do carro. O policial profere ameaças de morte a mulher, e mesmo assim a outra policial não faz nada? Da para se argumentar Racismo, se simplesmente todos os superiores dela não fossem NEGROS. O cara é um policial raso, ele não tem poder algum. Este tipo de sistema, racismo estrutural, é montado com superiores racistas, e não só um policial imbecil. Que tipo de assaltante vai roubar uma loja, planeja pegar muito dinheiro e não tem BOLSA pro dinheiro? Pior, a mulher consegue arrancar a arma dele como se não fosse nada. O outro criminoso não faz nada também? O chefe odeia ela de forma completamente artificial. Por que? O que há? Eu entendo chefes serem babacas, mas acreditar que ela montou um assalto, mesmo quando ela acabou de matar o assaltante (a cena é real, os policiais investigaram ela pela cena do crime), isso é completamente irracional, uma raiva irracional: Por que? Isso já é pessoal, um ódio pessoal. E sim, a denuncia existiu, a cena do crime existiu, não é Paranoia, é Real! Por que? Ou vamos falar do momento em que o civil imobiliza ela, e acredita que é uma boa ideia larga-la após o tiro e sair correndo para destrancar uma porta. Qualquer um em um momento de adrenalina e percebendo que teve sucesso em conter a arma, o padrão é insistir na ação. Por que ele fugiu? Apenas pro filme continuar? Também temos a ação da Policia. O protocolo de Qualquer Policia AMericana é, assim que ouvir um "ela tem uma bomba", você pergunta "tem certeza?" Por que? Se o assaltante não ameaça ter uma bomba, e ainda é quase desarmado e não explode NADA, isso com certeza diz que ele não tem uma bomba. Apenas uma visão de alguém de longe não é suficiente para acionar a SWAT, muito menos o FBI. Denovo, parece que tudo precisa conspirar contra ela, para então conspirar a favor dela. Nada é racional, ninguém age normalmente, não tem um único ser humano ali. Ou ame-a incondicionalmente ou odeie-a incondicionalmente, e parece que tudo é explicado com "ela é uma mãe solteira negra, olhem como a vida dela é dificil."... Barato. A mensagem do filme é bonita e eu não sou contra ela, na verdade, foi justamente por essa mensagem na sinopse que eu entrei no filme, mas a entrega é fraquissima. Muitos dos dialogos parecem se repetir e girar nessa mesma história de que eu sou uma mãe solteira negra. A própria introdução da Paranoia é algo tão rápido e somado ao roteiro ruim, que você não consegue discernir se os possíveis erros são erros ou paranoias, pois a paranoia não se difere muito da realidade do filme. A minha suspensão de descrença foi fuzilada. Entretanto, a atriz protagonista entregou uma das atuações mais intensas, e assisti-la me fez continuar até o fim do filme. Seus gestos, expressões, gritos, me transpareceu realmente uma pessoa enlouquecida em um surto psicótico, foi ela quem carregou o filme, do inicio até o fim.


O filme tinha tudo para ser bom: Uma atriz excelente, e uma mensagem única, mas muito importante. Porém, se focaram tanto nessas duas coisas que esqueceram de desenvolver alguma coisa convincente, real, além dessas duas coisas.
Você nunca vai encontrar um filme bom no meu perfil
Você nunca vai encontrar um filme bom no meu perfil

2 seguidores 69 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 11 de agosto de 2025
Beleza, mano, lá vem a versão “textão do Twitter” destruidora com palavras afiadas — segura essa:


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 ATENÇÃO: Até a Última Gota é um festival de tragédia forçada

Se você quer um filme que te trate como gente, corre. Até a Última Gota, de Tyler Perry, é tipo aquele post dramático que todo mundo compartilha mas ninguém leu — parece urgente, mas é só barulho barato. Aí vai o breakdown:

O que é isso?

Drama empilhado até o teto, no melhor estilo “empilhar tragédia: 1, 2, 3, 4”: despejo, desemprego, criança com doença, acusações injustas... tudo em 90 minutos. Parece roteiro de rede social viral, não de filme pensado.

Sem respiro, sem nuances — a direção atropela cenas como quem fala sem respirar, sem deixar a gente digerir. Só grito, só sofrimento.

A reviravolta bombástica no final — surpresa: a filha já morreu e Janiyah estava vivendo alucinada — é tão previsível que evitou susto, só deixou amargo.


A atuação (quase) salva, mas…

Taraji P. Henson tá lá, dando tudo de si, construindo humanidade em meio ao caos do roteiro. Mas amiga, nem a atuação poderosa compensa essa narrativa obcecada por drama, drama e mais drama.


O que parece tinta de qualidade é só maquiagem emocional

O filme quer ser denúncia social, mas acaba parecendo performance dramática sobre sofrimento mecânico: sem sutileza, sem respiro, sem profundidade.

Personagens secundários? Estereótipos ambulantes. A “detetive empática”? Parece mais personagem de perfil do Instagram do que agente real.


A reação da galera:

Tem quem ache que o final “desconstrói tudo de maneira devastadora” e que o filme expõe falhas sociais graves. Mas dá pra sentir que muita gente tá ali porque queria gritar, não pensar. E tem quem destrua o filme:

> “Esse filme com certeza entraria na lista dos piores que assisti na vida… a atriz consegue ser uma gota no oceano de ruindade que a cerca.”




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Resumo da queda: Até a Última Gota é tragédia embalada em roteiro preguiçoso, direção apressada e sensacionalismo barato. Só a atuação salva — e só um pouco. Se você quer ver algo que surpreenda de verdade, passa longe desse draminha saturado.
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