Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Mafalda White
7 seguidores
113 críticas
Seguir usuário
4,0
Enviada em 2 de outubro de 2025
Vi tantos comentários raivosos em relação ao filme, que demorei para assistir. Mas, é muito bom, sensível, triste. A dura realidade de mães pobres, independente de raça, é bem por aí mesmo. No caso do filme, ela tinha ainda o racismo para piorar mais a situação. Várias vezes me vi naquele desespero dela e senti a mesma dor com chefias insensíveis. Muito realista.
Gostei do filme. Por um tempo achei forçado, variando entre uma ótima atuação da Taraji P Henson e outras totalmente fora de nexo. De crítica também me soou um cenário muito falso, onde não se preocupou muito com dar veracidade à história. Dito isso, me emocionei um pouco, e realmente fiquei muito surpreso com o final. Acho que vale a pena ignorar esses detalhes pra acompanhar a história.
Filme sensível e tocante sobre a dor, a invisibilidade e os traumas que levam uma mulher humilde a um surto que coloca muita gente em risco. Não perca!
Entendo que do ponto de vista técnico, é um filme meio trôpego:, acelerado com atuações intensas e até mesmo certas cenas surreais... Mas é assim que o cérebro da personagem está interpretando o mundo: rápido, estranho, dramático e insuportável. A obra é verdadeira no impacto, não fala pela a lógica, fala pelo trauma.
Se eu me emocionei é pq foi bom kkkk. Tava agoniado no começo por td dar errado pra ela. Qria até desistir de assistir devido a uma sensação ruim que dava. Insiste e não me arrepende.
Desde o início do filme já senti uma grande identificação pois também tive uma infância muito carente. É um filme bem emocionante, a personagem principal trabalha lindamente retratando o sentimento de impotência e revolta da mãe. Pode ser um exagero a parte do acontecido no banco, mas é um filme então eles tinham que dar uma aumentada nas coisas. Eu chorei do início ao fim esse é é um dos poucos filmes que a Netflix lançou que gostei da história e atuação, vale a pena assistir! Para as pessoas que deram 0 ou 1 estrelas... difícil entender como alguém vê um filme assim e resume simplesmente em lacracão. Acredito que essas pessoas odeiam minorias e provavelmente só deram essa nota pela protagonista ser preta, pobre e mulher.
“Até a Última Gota” acompanha a personagem Janiyah em um dos dias mais caóticos de sua vida (talvez o segundo pior). Tudo o que pode dar errado, dá. Cada situação simples se transforma em um enorme mal-entendido, e as dificuldades se acumulam até que ela se vê desesperada, precisando de dinheiro para pagar o aluguel e alimentar a filha. É nesse ponto que o enredo toma um rumo inesperado, colocando-a armada dentro de um banco, situação que se torna o centro do filme (como a própria chamada da Netflix já antecipa).
Apesar de não ser fã do gênero dramático, dei uma chance pela repercussão positiva e fui surpreendida. O filme entrega emoção, empatia e uma carga reflexiva muito forte, tudo isso com atuações intensas e um roteiro que prende. Me chamou a atenção como, mesmo em meio ao caos, é possível sentir a humanidade da protagonista e dos demais personagens. Há momentos em que é difícil não se colocar no lugar de Janiyah, questionando o que faríamos em circunstâncias semelhantes.
Sinceramente, “Até a Última Gota” me ganhou. Entregou um enredo coeso, momentos comoventes, e até um plot twist bem construído. Não vou entrar em análises psicológicas como gostaria, para não comprometer a experiência de quem ainda vai assistir, mas posso dizer: se você se permitir mergulhar na história, ela devolve tudo com intensidade. É um filme que não deixa o espectador sair ileso no melhor sentido possível (ou não).
O filme é emocionante . Me deu vontade de entrar na tv e ajuda la .. essa mãe solteira tentando criar sua filha em uma vida difícil e cruel . Realidade de várias pessoas .
“Até a Última Gota” é um daqueles filmes que te desarma. Começa como um drama urbano qualquer, mas vai crescendo até te deixar sem chão. A atuação da Taraji P. Henson é absurda — ela segura o filme inteiro com uma intensidade crua, real, desconfortável até.
A virada final é um soco seco. Não pelo choque em si, mas porque te faz repensar tudo o que viu antes. E aí a ficha cai: o filme não é sobre um dia difícil. É sobre como o sistema destrói pessoas em silêncio. É sobre ser invisível, ser descartável, e mesmo assim ter que continuar sorrindo.
É uma crítica social potente, feita sem gritar. Mostra o colapso mental como resposta a uma realidade insuportável — e isso, pra mim, é onde mora a genialidade do filme. Dói porque é real. E justamente por isso, é indispensável.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade