Média
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Filme leve, divertido e reflexivo. Gostei bastante, Só achei que o ato final exageraram um pouco na dosagem do drama e ficou um pouco arrastado, mas no geral, filme bem legal!
"Um filme sensível e maduro que une arte e emoção, trazendo um protagonista autista em uma jornada tocante e bem desenvolvida."
O drama argentino dirigido por Marcos Carnevale explora com sensibilidade o universo das emoções, destacando o amor e a rejeição sob diferentes perspectivas. A história acompanha Goyo (Nicolás Furtado), um homem brilhante no campo intelectual, mas com dificuldades sociais devido à Síndrome de Asperger. Quando ele se apaixona por Eva (Nancy Dupláa), uma mulher mais velha presa a um relacionamento conturbado, sua vida ganha novas nuances, levando-o a enfrentar dilemas profundos sobre afeto e conexão humana.
Com uma narrativa poética e personagens bem desenvolvidos, Goyo transforma o abstrato dos sentimentos em arte, utilizando metáforas visuais e paralelos que enriquecem a experiência. O filme foge de estereótipos fáceis e constrói uma trama emocionalmente envolvente, equilibrando bem drama e sutileza. Destaque também para a atuação de Cecilia Roth, que entrega um papel marcante como Magda, a madrasta do protagonista, representando um dos conflitos familiares mais densos da história.
O drama argentino dirigido por Marcos Carnevale explora com sensibilidade o universo das emoções, destacando o amor e a rejeição sob diferentes perspectivas. A história acompanha Goyo (Nicolás Furtado), um homem brilhante no campo intelectual, mas com dificuldades sociais devido à Síndrome de Asperger. Quando ele se apaixona por Eva (Nancy Dupláa), uma mulher mais velha presa a um relacionamento conturbado, sua vida ganha novas nuances, levando-o a enfrentar dilemas profundos sobre afeto e conexão humana.
Com uma narrativa poética e personagens bem desenvolvidos, Goyo transforma o abstrato dos sentimentos em arte, utilizando metáforas visuais e paralelos que enriquecem a experiência. O filme foge de estereótipos fáceis e constrói uma trama emocionalmente envolvente, equilibrando bem drama e sutileza. Destaque também para a atuação de Cecilia Roth, que entrega um papel marcante como Magda, a madrasta do protagonista, representando um dos conflitos familiares mais densos da história.
As questões inerentes ao TEA (Transtorno do Espectro Autista), especialmente os autistas de alto rendimento, a sua subjetividade e as múltiplas possibilidades envolvidas nos seus relacionamentos familiares e sentimentais, são tratadas de forma sensível e factível. Análise perfeita de contexto, por parte do cineasta, e atuações impecáveis por parte do elenco.
O irmão que de fato apoia, a irmã "bruxa", que a pretexto de "proteger" sufoca, a mãe ausente que se culpa pela condição do filho... Um caleidoscópio de humanidade, um portifólio da condição humana.
Somam-se lindas tomadas de Buenos Aires, especialmente o Museo de Bellas Artes, que nos trazem inclusive várias obras do acervo, devidamente contextualizadas pelo personagem título.
Filme impecável.
Uma obra prima!
Apud Eliana Nunes da Silva: "acrescento o retrato da mulher trabalhadora latina...que cria os filhos sozinha e luta pra escapar da violência machista. Quem dera todas tivessem a sorte de serem desejadas em sua singularidade, como a heroína do filme. "
O irmão que de fato apoia, a irmã "bruxa", que a pretexto de "proteger" sufoca, a mãe ausente que se culpa pela condição do filho... Um caleidoscópio de humanidade, um portifólio da condição humana.
Somam-se lindas tomadas de Buenos Aires, especialmente o Museo de Bellas Artes, que nos trazem inclusive várias obras do acervo, devidamente contextualizadas pelo personagem título.
Filme impecável.
Uma obra prima!
Apud Eliana Nunes da Silva: "acrescento o retrato da mulher trabalhadora latina...que cria os filhos sozinha e luta pra escapar da violência machista. Quem dera todas tivessem a sorte de serem desejadas em sua singularidade, como a heroína do filme. "
Filme muito oportuno, sobre o problema de relacionamento com autistas. O caráter do personagem central me lembrou muito forrest gump.
Ótimo filme! Talvez um dos melhores que vi nos últimos 6 meses. Ele é leve e ao mesmo tempo complexo. Trata o TEA de forma singela e comprometida com a realidade. Assuntos como as singularidades, relações sociais, sexualidade e comportamentos humanos são tratados como devem ser: de forma natural e real.
Os atores dão um show em diálogos bem construídos e cenários convidativos. A relação entre a arte o comportamento humano são bem traçados e convidam à reflexão filosófica sobre a vida e suas nuances - diametralmente marcada pela ótima fotografia do filme. Goyo é ótimo e recomendável.
Os atores dão um show em diálogos bem construídos e cenários convidativos. A relação entre a arte o comportamento humano são bem traçados e convidam à reflexão filosófica sobre a vida e suas nuances - diametralmente marcada pela ótima fotografia do filme. Goyo é ótimo e recomendável.
Excelente filme. Trata o assunto do Transtorno do Espectro Autista de forma leve mas sem romantizar o assunto, pois há dificuldades reais para o personagem. Foge do estilo "americano" de filme (que já cansou todo mundo). Ótimos diálogos, um enredo muito bom. Produção simples e barata mas muito bem executada.
Um filme leve, que vale a pena assistir. Talvez a estória seja um tanto inverossímil, mas o que é o cinema?
O filme tem uma ótima idéia de roteiro, porém o filme todo foi colocado a baixo por ter assuntos sexuais DMS. A ideia era muito boa, mas deixaram a desejar!
Espetacular! A emoção é tão grande que me faltam palavras suficientes para descrever a mestria deste filme.
Uma porcaria. Lixo. Pode pegar o travesseiro........,............,........................,.............
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