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Jéssica Dias
1 crítica
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4,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2026
Filme muito bem feito! O final deixa um pouco a desejar. O filme do começo ao fim é trágico, acho que faltou um pouco de algo que aliviasse o coração do telespectador. Atuações impecáveis! Se o objetivo do filme era causar um sentimento de comoção e angústia com estranheza, com certeza conseguiram. Uma pena que foi um fracasso de bilheteria e recebeu tantas críticas... Mas, quem ainda não assistiu, apenas assista! O filme é excelente!
Que merda de filme é esse???? Filme infantil com sena explícita de sexo. Que absurdo tinha que processar eles!!! Mostra a vagabunda de pernas abertas e o cara comendo ela. Mundo podre. A criança não pode nem assistir um filme infantil sozinha.
Filme muito mal roteirizado e dirigido. A culpa claramente não é dos atores, que tentam dar o melhor em meio ao roteiro fraquíssimo e vazio. O suspense é apenas na trilha sonora, porque não há suspense algum. O que há são muitos furos na história. Nos perguntamos porquê uma menina que não falava há anos com a Rosa ficaria de repente extremamente interessada na menina e seria a principal na ação pro resgate dela. A mãe da Rosa ameaçou a Zoe com as imagens que tinha dela, mas não fez nada sobre. Focaram muito nela tendo casos e esqueceram que o grande interesse do público era na situação da Rosa com a mãe, e não na mãe sendo amante do vizinho. No fim, sumiu como já tinha dito antes que pensava em fazer, tudo bem, mas fez a resolução ser tão curta e não criativa que parece escrita por chatgpt. É tudo tão superficial na história que você não consegue se conectar com os personagens e o enredo. Já li fanfics com histórias melhores que este filme.
Pelo trailer passou a impressão que eles focariam na vivência da menina sendo explorada para trabalhar na internet, mas o que eles quiseram focar foi na safadeza da mãe dela, um foco desnecessário, nem consegui assistir até o final, achei péssimo.
Sinceramente não gostei do filme, estragaram o foco do tema, ao qual é importantíssimo principalmente nos dias atuais, com um monte de cenas desnecessárias de sexo explícito, que do nada aparecem, se o foco é retratar o a exploração infantil e as redes sociais o conteúdo deveria ser acessível principalmente este público, o que não é o caso, é um filme adultizado. Também senti falta de explicações no final, e a injustiça da mãe aparentemente tendo uma vida maravilhosa sem a devida justiça. O Cinema brasileiro precisa de mais qualidade, menos sexo e mais foco nos temas que vão abordar. Consegui perceber também um paralelo com o filme GYPSY uma vida de mentira/documentário americano "Gypsy's Revenge", que retrata a exploração infantil pela mãe, porém não quanto as rede sociais, mas quanto a privatização do crescimento e autonomia nas escolhas individuais da filha, a mãe forçava Gypsy Rose a tomar medicamentos desnecessários para forjar doenças como leucemia, distrofia muscular e epilepsia, visando induzir sintomas para enganar médicos e continuar recebendo benefícios do governo, mantendo sua filha sempre presa perto de si, a filha também em dado momento descobre o que a mãe faz... Para quem não assistiu este filme e o documentário, este sim eu recomendo.
Juro, precisei criar uma conta so pra falar o quao ruim esse filme é. Atuacao pessima, cenarios horriveis, roteiro pior ainda. Cenas com dialogos que nunca existiriam na vida real somente por conveniencia. Tema bom, mas execucao horrenda. Pessimo.
Salve Rosa é um filme bom que vale a pena assistir, principalmente pela crítica social que apresenta. Infelizmente, muita gente ainda vê o cinema apenas como entretenimento e não como uma oportunidade de reflexão.
O longa entrega tensão psicológica e um final perturbador...
O filme brasileiro aposta em enquadramentos precisos para intensificar o suspense, como na cena em que Rosa retira seus ursos da caixa — um gesto simples que revela o peso emocional da personagem. A trilha sonora, embora eficiente, poderia ser mais sombria para ampliar o desconforto.
A narrativa aborda com coragem os abusos infantis, conectando ficção e realidade, ainda que a montagem apresente cortes rápidos que limitam o aprofundamento das tramas. O grande destaque fica para o plot twist final: a vilã, grávida novamente, sugere a continuidade de um ciclo de horror psicológico.
Mesmo sem grandes promessas, o longa entrega impacto, reflexão e reforça o potencial do cinema nacional em explorar o terror psicológico com relevância social.
Achei que o final foi passado muito corrido, mas as pessoas que estão avaliando são no mínimo analfabetas funcionais. Sim, a Rosa morreu, fica mais que claro isso. A mãe da Rosa fugiu, grávida de uma outra filha, significando que quem acaba sofrendo as consequências são as vítimas e, uma nova Rosa está por vir, mais uma criança explorada. Por isso, a # de Salve a Rosa é trocada para Salve aS RosaS, porque apesar de o caso dela ser um pouco mais drástico (toda essa questão do bloqueador de puberdade, não saber a idade, etc) isso são coisas que acontecem no dia a dia da internet. Falando nisso, não sei o que as pessoas não entenderam do bloqueador, sim, é pra retardar os hormônios da Rosa porque ela nunca menstruou (até o momento que ela tirou o bloqueador) sendo que tem aproximadamente uns 17 anos (chutando pela Zoe, que tem a mesma idade, estar falando de ENEM). Não poderia estar mais claro as informações do filme, não precisava mostrar a Rosa morta com a boca aberta pra entender que ela morreu e nem uma pausa pra um médico falar "ei, você sabe o que é um bloqueador hormonal que para a puberdade?". Tudo bem não gostar do filme, mas essa falta de interpretação me assusta. "Ai, tem sexo" a classificação do filme é 16, se você é criança e assistiu isso, seus pais estão errados pela falta de supervisão, se você é adulto, o filme todo retrata uma violência e você vai se incomodar com a mulher ser safada? Até pq corrobora pra narrativa que ela nem sabe quem é o pai da Rosa pq ela não tem relacionamentos.
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