"Um dos melhores filmes que já tive o prazer de assistir. Se a sua ideia de cinema se resume a uma historinha previsível, com começo, meio e fim bem mastigados, talvez seja melhor procurar um Marvel da vida. Aqui, a proposta é outra: somos confrontados, de forma nua e crua, com a cadeia de comandos que inevitavelmente se desenrolaria em um evento como o retratado. Nada de pirotecnia, nada de vilões caricatos contra heróis idealizados. Apenas os procedimentos sendo executados em meio à incredulidade e ao medo silencioso. Uma experiência intensa, realista e profundamente perturbadora. Uma verdadeira obra-prima."
Começa bem, suspense e tensão, mas cansa na medida que avança porque aborda o mesmo diálogo entre os personagens por suas perspectiva da situação, no final então assisti na velocidade 2x pq não aguentava mais afinal já tinha escutado as mesmas falas 3x antes da última perspectiva, lógico que tem uns elementos diferentes até pq as cenas retratam como cada um está reagindo, mas repetindo CANSA. Introduzindo personagens do nada que vc começa a questionar quem é o principal ou se tem principal. Não tem mocinho, não tem vilão, não tem história afinal não sabemos de nada, nenhuma pergunta é respondida no filme, final aberto que para esse tipo de filme não funciona. Minha humilde opinião não vale a pena as quase 2h de filme!spoiler:
Eu entendo que a intenção do filme é passar uma mensagem a respeito da insegurança nuclear porém podiam ter feito um desfecho final. Terminar sem um final é muito frustante, da impressão de falta de capacidade dos produtores. Achei péssimo embora o elenco seja bom.
Que filme horrível! Não acredito que perdi duas horas da minha vida assistindo a essa porcaria. O filme até começa de forma interessante, mas logo depois fica repetitivo. As falas se repetem e o filme mostra diferentes versões e perspectivas dos atores sobre o mesmo problema central. Quando chega ao final, você acha que algo vai acontecer, mas o filme simplesmente acaba. Não recomendo.
TRATA-SE DE UMA CONTUDENTE CRÍTICA SOBRE AS ATUAIS AMBIÇÕES GEOPOLÍTICAS. Para isso, a produção optou por explorar o lado humano por traz dos personagens que fazem parte de um gabinete de crise de segurança a beira de uma iminente guerra nuclear, (e não necessariamente o resultado óbvio de um míssil balístico), retratando como suas vidas pessoais interferem em sua capacidade de decisão e ação ao lidar com uma situação de extrema tensão e desespero, por mais que elas tenham passado por rigoroso treinamento e possuírem um protocolo bem definido. Emocionante, tenso e intrigante... conseguiu não só despertar meu interesse, como tbm manter o clima de suspense durante todo tempo. A opção por uma narrativa contendo três perspectivas diferentes sobre o núcleo da trama é o ponto forte da produção, que se completa com boas atuações, especialmente de Tracy Letts, Rebecca Ferguson e Gabriel Basso (nessa ordem), confesso que a atuação de Idris Elba poderia ter sido melhor... acho que faltou mais intensidade ali ao invés de um presidente meio pueril diante de uma situação tão crítica.
Os pontos fracos, na minha opinião, fica por conta da fragilidade de alguns aspectos do argumento que soaram ingênuos ou foi apenas subterfúgios para dar suporte ao roteiro, embora, como já disse no inicio, esse não era o foco, tais como: A escassez de opções do escudo de proteção aérea e limitada capacidade de resposta do sistema de defesa dos EUA, que ficou restrito a uma única base; O amadorismo ou displicência dos oficiais militares dessa mesma base; O suicídio do secretário de defesa antes mesmo do míssil tocar o solo americano.
Atores reconhecidos para um filme horrível!!! Já foi difícil entender no início e piorou no final!! E aquela repetição de fala?? Primeiro mostra várias cenas de conversas com o presidente, mas sem que este apareça. No final, mostra as mesmas falas, porém com o presidente em cena! Desnecessário! Não indico!
Não se trata de uma estória em que o início ou o final sejam importantes. O roteiro, montagem, edição e direção apostam em evidenciar o absurdo de um cenário em que um missel nuclear é direcionado aos EUA e o governo americano não consegue identificar qual país lançou. O que o governo faz? Como revidar? Lança o revide contra todos os inimigos mesmo sem saber de onde veio o missel? Se revidar em todos, mesmo aqueles que não são os responsáveis pelo ataque terão o direito ao contra-revide. É um cenário extremo, mas possível. É aqui que o filme brilha, o presidente, secretários, militares, quase todas as escalas do governo ficam paralisadas diante do desconhecido e por um erro de cáuculo, o mundo pode ser pulverizado. A Casa de Dinamite é o lugar onde os Estados armados do mundo moram, para se proteger, se cercam com bombas que podem exterminar toda a humanidade. Baita filmaço.
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