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salmão aero
1 crítica
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5,0
Enviada em 8 de setembro de 2025
Esse filme é tão bem feito, pegaram a coisa que as pessoas tem mais medo no mundo, Jesus, Deus, o medo de pecar, esse filme cumpre com a proposta do terror do desconhecido, e quem diz que não gosta é só por medo, o medo de estar pecando, de estar desrespeitando o seu Deus, o filme é magnífico e eu não tenho palavras para descrever o medo que eu senti, isso é arte.
Filme blasfemo não é preciso assistir da para ver na sinopse que meche com a história de Jesus. Invertendo o comportamento de Jesus como sendo mal. Péssimo Filme.
É uma parábola mais sombria que as tradicionais. Polêmica. Pode não ser muito bem digerida por alguns. Mas é sempre bom ver diferentes visões sobre essa temática. O cinema já deu uma saturada naquela narrativa mais comum…
Aqui, vemos um Nicolas Cage bem versátil, sendo o destaque do filme junto com o menino. O filme tem um pouco da pegada de obras como “A Bruxa”.
No fim, não deixa de ser uma surpresa, cabendo a você decidir se foi grata ou não.
Sombras no Deserto é aquele tipo de filme que já nasce dividido. Sua própria proposta, revisitar a infância de Jesus Cristo por meio de uma lente sombria e de terror, é suficiente para despertar curiosidade em alguns e resistência em outros. Dirigido e roteirizado por Lotfy Nathan, o longa se apoia no Evangelho da Infância de Tomé, um texto apócrifo do século II que apresenta episódios pouco conhecidos sobre os primeiros anos de vida de Cristo. O resultado é um drama com contornos de horror, envolto em fé, medo e culpa, que tenta equilibrar o sagrado e o profano, mas nem sempre encontra o tom ideal.
Em última analise, Sombras no Deserto é um filme ambicioso, mas irregular. É corajoso por revisitar uma figura tão emblemática quanto Jesus sob uma ótica de horror, algo que poucos cineastas se arriscariam a fazer. Ao mesmo tempo, é um longa que parece recuar sempre que está prestes a ir além. A dualidade entre fé e medo está presente, mas nunca é explorada com toda a força que poderia ter.
Há muito de valor aqui: a performance inspirada de Noah Jupe, o visual envolvente e o esforço de Lotfy Nathan em tratar um tema delicado com respeito e inventividade. Mas também há um desequilíbrio que impede o filme de atingir todo o seu potencial. Sombras no Deserto é uma tentativa válida de unir o sagrado ao sombrio, um experimento interessante que, embora não se sustente até o fim, deixa a impressão de que Nathan é um nome a ser acompanhado nos próximos projetos.
No fim, o filme fala sobre medo, fé e amor paterno. Fala sobre o peso de um destino que ninguém pediu e o silêncio que acompanha o divino. Sombras no Deserto não é o filme religioso nem o terror que se esperava, é algo entre os dois, um híbrido estranho e imperfeito, mas que merece ser visto pela ousadia de tentar algo novo com uma história tão antiga.
O filme tenta se inspirar em um dos livros apócrifos, neste caso o de Tomé, para tentar descrever o hiato na vida de Jesus, exatamente no período entre a infancia e a idade idade. Sem fazer citações diretas aos personagens da Biblia, o roteiro utiliza diversos generos na tentativa de atrair curiosos e outros fãs do genero terror. O filme foge dos sustos baratos. O horror vem da dúvida: o menino é um salvador ou uma ameaça? A fotografia usa o deserto do Egito para criar uma sensação de isolamento e constante vigilância divina. O resultado é mediano:o filme mantém a estranheza dos relatos apócrifos, onde a divindade é algo bruto e incompreensível para cristãos, como eu. Mas cinema é arte.
"Sombras no Deserto" falha em criar tensão, arrasta-se numa história pouco envolvente e com personagens mal desenvolvidos. A realização é fraca e os diálogos soam artificiais. Busca legitimidade em cima da história de personagens bíblicos, mas que sua própria narrativa auto-sabota. Perda de tempo. assistir essa "obra".
Lotfy Nathan foi corajoso em trazer um apócrifo para o cinema, e sem pudor conseguiu levar uma obra bonita em visual e caracterização, porém peca quando é levado a sério. Não conhecia Fka Twings como atriz, e foi uma surpresa essa escalação e também sua entrega como a Mãe. Nicolas Cage como sempre espalhafatoso, mas dessa vez, de um jeito bom, roubou todas as cenas, carregando o filme nas costas, dando sentimento e profundidade ao que estava se passando. O personagem do Menino por sua vez é muito rasa, como se estivesse jogado no roteiro, trazendo zero comoção em nenhuma de suas cenas. Esse filme ainda vai dar muito o que falar quando for visto pela bancada cristã.
O filme é todo absurdo, mas ver Jesus saindo no soco com o mochila de criança foi demais... a atriz que faz a mãe parece um robô. Nicolas Cage sendo ele mesmo. Resumindo bem, é isso.
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