A Última Casa
Média
2,4
267 notas

109 Críticas do usuário

5
17 críticas
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21 críticas
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Vitor I.
Vitor I.

7 seguidores 8 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 13 de agosto de 2026
Eu fico até triste de dar uma nota dessa para um filme com o Wagner moira. Só que é impossível a nota ser maior. Que filme ruim, começa interessante, depois é tudo péssimo, que roteiro tenebroso. Quando eu achava que a história era absurda e não podia piorar, me aparece uma armadilha no final do filme, estilo missão impossível kids.... Acho que o Wagner Moura deveria estar endividado por causa de BET, quando leu o roteiro desse filme e aceitou isso.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

28 seguidores 546 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 11 de agosto de 2026
"A Última Casa" tem uma premissa intrigante ao explorar o confinamento e a luta pela sobrevivência de um casal comum e seus filhos em um cenário de isolamento extremo. A atuação dos protagonistas, Wagner Moura e Greta Lee, brilha ao trazer credibilidade e emoção a uma situação desesperadora, conseguindo envolver qualquer um nos momentos mais tensos da narrativa. A entrega dos atores é um dos pontos altos do filme, dando um emocional que sustenta a trama nas suas partes mais delicadas.

O design de produção e a atmosfera claustrofóbica se destacam, especialmente no início, quando a casa se transforma em um verdadeiro "personagem" da história. A deterioração do espaço, à medida que os eventos se desenrolam, cria uma tensão que prepara o desenvolvimento da narrativa. No entanto, à medida que o enredo avança, pequenas fissuras começam a aparecer.

O desfecho do filme, que muito sem sentido e apressado, representa uma grande decepção. Com um final que parece não fazer jus ao emocional acumulado ao longo da história, fica a impressão de que a obra não conseguiu florescer adequadamente. A ideia de que a narrativa poderia ser melhor explorada em um formato de minissérie.

Outro aspecto é a falta de foco na temática. O filme tenta abraçar diferentes gêneros, como ficção científica, terror ecológico e drama familiar, mas essa mistura resulta em uma experiência confusa. A ambição de explorar vários elementos sem uma definição clara do que se pretende contar faz com que a história perca consistência e profundidade, levando a uma sensação de superficialidade.

Além disso, a escolha de dar explicações excessivas e didáticas na metade final do filme dilui o mistério que inicialmente capturou uma atenção. O suspense psicológico é transformado em um enredo previsível, o que compromete a tensão que havia sido cuidadosamente construída antes.

"A Última Casa" comece com um potencial promissor e apresente atuações notáveis, sua falta de foco, um final decepcionante e a explicação excessiva prejudicam a experiência geral. A obra deixa a sensação de que poderia ter explorado mais a fundo suas ideias e construído uma narrativa mais coesa e impactante.
sou eu
sou eu

2 seguidores 95 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 15 de agosto de 2026
Um dos filmes mais medíocres que assisti em minha vida. Não presta, da estória as atuações, do monstro reaproveitado de filmes anteriores, da falta de bom senso ao tempo enorme de filme para não produzir nada de bom. Sete anos chovendo agua do mar e as plantas fora da casa estão vivas e verdes!
Andrea S.
Andrea S.

10 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de agosto de 2026
Espetacular. Surpreendente!
A força e a criatividade dessa família para se manter viva é espetacular
José Marcio B.
José Marcio B.

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3,0
Enviada em 9 de agosto de 2026
Surpreendeu ! Fui assistir pra passar o tempo e fiquei preso. Tem umas partes bem forçadas e a coisa acaba sempre dando certo (isso cansa um pouco).
Laís M. Gastaldon
Laís M. Gastaldon

1 seguidor 12 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 16 de agosto de 2026
spoiler: Tinha tudo para dar certo. O filme tinha várias oportunidades de trabalhar melhor o emocional dos personagens, mas parece que escolheu passar por cima delas. Um exemplo é a falta de comida: quando a criança abre a geladeira e percebe que não tem mais nada, deveria existir ali um momento de desespero, medo, tensão. Mas são só alguns segundos e pronto. Cadê o peso emocional daquela situação? E isso acontece com praticamente todos os problemas do filme. Tudo é resolvido como um passe de mágica. Acabou a comida? “Ah, verdade, a mãe sabia plantar.” A menina está com uma infecção e precisa de remédios? Jason, convenientemente, lembra que é engenheiro, lembra como funciona o esgoto e, por acaso, o vizinho era dentista. Tudo aparece na hora exata em que o roteiro precisa. Sobre a morte do cachorro, eu chorei MUITO, tá? KKKKK. Pra que matar o cachorro?  Mas, ok, até dá para entender o sacrifício dentro da história por causa da condição cardíaca dele. O problema é o que acontece depois. A decisão tomada pelo Jason cria toda uma expectativa: o filme praticamente planta a ideia de que eles poderiam usar a carne do cachorro para sobreviver. O diretor tinha duas opções: realmente trabalhar essa consequência ou simplesmente ignorar essa possibilidade. Adivinha o que fizeram? Ignoraram completamente. Então por que plantar essa ideia? E isso acontece várias vezes. O filme está cheio de Armas de Chekhov que parecem claramente preparadas para serem utilizadas depois: Jason ensinando a limpar um peixe, a menina girando naquele tecido, entre outras coisas. O menino pegando os próprios peixes e oferecendo como alimento, a menina escalando a chaminé... pois é. Durante boa parte do filme, parece que estamos acompanhando uma família vivendo tranquilamente em uma fazenda, quase em um cenário de “vamos reconstruir nossa vida”. E, de repente, eles simplesmente sabem fazer coisas extremamente elaboradas e resolver problemas que deveriam exigir muito mais tempo, conhecimento e dificuldade. E, sinceramente? Além do cachorro, poderiam ter matado mais alguém. É um filme de sobrevivência! A sensação de perigo ficaria muito maior se existissem perdas reais e consequências mais pesadas. Do jeito que ficou, parece que o roteiro quer que você acredite que qualquer problema pode ser resolvido antes dos créditos. Agora, entrando nas minhas “vozes da minha cabeça” sobre as mensagens do filme: A ideia de estar preso dentro de casa como uma metáfora para estar preso dentro da própria mente. A casa funciona quase como uma extensão psicológica dos personagens: isolamento, medo, paranoia, impossibilidade de escapar… isso tinha potencial. Mas aí chegamos às criaturas. O próprio diretor explicou que os monstros vieram do fundo do mar para tomar de volta um lugar que, em algum momento, já pertenceu a eles. E aí… todo mundo simplesmente aceitou essa explicação. É justamente aí que, para mim, o filme fica mais manjado. Porque parece que ele quer entregar uma grande metáfora sobre a humanidade, natureza, território, invasão, medo etc., mas, em vez de construir isso dentro da própria narrativa, o diretor simplesmente explica o significado depois. “Ah, os monstros representam isso.” Tá, mas eu queria sentir isso assistindo ao filme, não precisar que o diretor me explique depois. No fim, acho que o filme tinha uma ideia muito boa, várias possibilidades excelentes e elementos que poderiam ter rendido momentos muito mais emocionais e tensos, mas desperdiçou boa parte desse potencial resolvendo tudo de maneira conveniente demais e explicando aquilo que poderia simplesmente ter mostrado. Apesar disso Wagner Moura e Lee, atuação maravilhosa.
Nelson J
Nelson J

51.059 seguidores 1.988 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de agosto de 2026
Filme envolvente e com roteiro que abrange o suspense, drama, ficção e fundamentalmente a união, sobrevivência, resiliência e capacidade de ter compaixão e reconhecimento do outro, por mais diferente que seja. Não perca!
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.176 seguidores 994 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de agosto de 2026
Tem sua parcela de originalidade e boas interpretações, no entanto, esperava mais um pouco do final. É interessante, mas faltam explicações.
Anderson  G.
Anderson G.

1.372 seguidores 409 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de agosto de 2026
“A Última Casa” é um filme de ficção apocalíptica, um dos subgêneros mais legais de se assistir. O início do fim do mundo é muito bem feito, como um bom filme do gênero precisa ser: já nos captura de início.

As passagens de tempo são boas, as atuações são legais (embora a dublagem esteja ruim), e a construção, os cenários e tudo ao redor são bem feitos. Apesar da curta duração, o filme se arrasta um pouquinho, principalmente por conta da repetição de ideias.

Soluções do tipo “eureka” aparecem demais, e o princípio cinematográfico da Arma de Chekhov é quase obrigatório a cada cinco minutos antes de cada “eureka”. É preciso de bastante suspensão de descrença, principalmente no ato final, que é a parte mais fraca.

Ainda assim, é divertido e entretém. Não está entre os piores do gênero, mas está longe dos melhores.

6,5/10
Thiago Petherson
Thiago Petherson

169 seguidores 277 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de agosto de 2026
Não achei o filme dos piores. O enredo e o roteiro são rasos, mas acho que o filme, como um todo, não é ruim por completo.

O elenco adulto, principalmente Wagner Moura, mostra uma certa competência. Porém, no seu último ato, o filme decai drasticamente e termina de maneira broxante.

Como passatempo, dá pra assistir de boas. Não é algo terrível e não acho que você estará jogando tempo fora. Mas, já adianto, o filme não tem nada de reflexivo ou inovador.
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