Extermínio: O Templo dos Ossos
Média
3,0
52 notas

18 Críticas do usuário

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Nelson J
Nelson J

51.012 seguidores 1.966 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 24 de janeiro de 2026
Sem grandes novidades. Soma a infecção o satanismo. No final, uma possibilidade de sobrevivência e só.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.168 seguidores 958 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de janeiro de 2026
Fiel continuação, mas sai um pouco da essência do enredo focado em zumbis. Uma carnificina...mas se mantém interessante.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de fevereiro de 2026
Extermínio: O Templo dos Ossos passa uma sensação de filme feito às pressas, apesar de continuar com uma pegada autoral — embora menor que a do antecessor — e buscar um ar mais filosófico sobre o apocalipse, mais maduro e sentimental, que contrasta com o lado cômico dos “Jimmys”. Essa dualidade se arrasta até o embate dos núcleos no ato final.

O filme tem alguns problemas: o ritmo é um pouco mais cansativo, a edição é menos ousada e, principalmente, ele não é assustador — aquele toque do desconhecido que tínhamos no filme anterior praticamente desaparece aqui, e o longa acaba sendo zero medo.

Por outro lado, ele de fato é mais maduro. Parece um filme de transição, uma história de meio, um segundo ato para algo maior e mais definitivo. Muitas linhas terminam em aberto, e uma continuação pode funcionar bem. Ainda assim, a sensação de decepção fica um pouco na mente — especialmente porque o antecessor foi o meu filme favorito de 2025: ousado, quente, cínico e tragicômico. Aqui, há uma imposição de postura diferente que, na minha opinião, não funciona tão bem.

A decepção talvez venha da expectativa que eu tinha antes de assistir, mas, no fim, é uma obra que busca algo mais profundo, ainda que tenha falhas.
NerdCall
NerdCall

56 seguidores 438 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de janeiro de 2026
Depois do ressurgimento da franquia com Extermínio: A Evolução, dirigido por Danny Boyle em 2025, Extermínio: O Templo dos Ossos chegou cercado de desconfiança. O filme anterior, embora tenha agradado parte do público, figurou em diversas listas de decepções do ano, principalmente por sua dificuldade em equilibrar ambição narrativa e envolvimento emocional. Diante disso, a ideia de entregar a continuação para Nia DaCosta, uma diretora sem envolvimento prévio com a franquia e recém-saída da recepção negativa de As Marvels, parecia, para muitos, um risco desnecessário.

O que O Templo dos Ossos faz, no entanto, é transformar esse receio em surpresa. Não apenas por funcionar melhor do que o filme anterior, mas por entender exatamente qual era o papel que lhe cabia dentro dessa nova trilogia. Ao invés de tentar expandir ainda mais o universo, DaCosta decide se aproximar dele. E é nessa mudança de escala que o filme encontra sua força.

É importante entender que O Templo dos Ossos não nasce isolado. Ele foi filmado em sequência com A Evolução, com Nia DaCosta participando ativamente do processo do filme de 2025. Isso é essencial para compreender como os dois longas dialogam entre si. Enquanto o filme de Boyle tinha a missão ingrata de reintroduzir a franquia, atualizar o mundo pós-apocalíptico e estabelecer um novo status de 28 anos após os eventos do clássico de 2002, o filme de DaCosta surge em um terreno já preparado.

Boyle trabalhou em uma escala ampla, interessado em mostrar como o mundo se reorganizou, quais forças políticas, sociais e simbólicas surgiram após décadas de colapso. Era um filme mais preocupado com o panorama geral, com a ambientação e com o impacto histórico daquele universo. Isso exigiu sacrifícios narrativos, especialmente no envolvimento emocional com os personagens.

DaCosta herda esse mundo já apresentado e faz o movimento oposto: abandona o olhar macro e mergulha no micro. Em vez de tentar explicar o mundo, ela se concentra em entender como as pessoas, e até mesmo os infectados, existem dentro dele.

A mudança mais evidente está na forma como a narrativa se organiza. O Templo dos Ossos trabalha essencialmente com dois núcleos que, aos poucos, caminham para o encontro. De um lado, a seita liderada por Sir Lord Jimmy Crystal, um grupo que acredita que os infectados são instrumentos de punição divina e que a violência ritual é uma forma de eternizar essa mensagem. Do outro, temos o Dr. Ian Kelson, um sobrevivente que dedica sua vida a estudar os infectados e a preservar a memória dos mortos, materializada no gigantesco e perturbador templo de ossos.

Esses dois núcleos não existem apenas para mover a trama, mas para sustentar o principal conflito temático do filme: religião versus ciência. A seita tenta dar sentido ao fim do mundo por meio da fé, da crença em uma entidade que eles chamam de “Velho Nick”. Já Kelson busca respostas na observação, na experimentação e na tentativa de compreender o que restou da humanidade dentro dos infectados.

É aqui que o roteiro de Alex Garland se torna fundamental. Ao invés de tratar os infectados apenas como ameaça ou pano de fundo, o filme decide quebrar uma regra não escrita do gênero: aproximar o espectador de um deles. Sansão, o infectado alfa da região, deixa de ser apenas uma presença monstruosa e passa a ocupar um espaço narrativo relevante. A relação construída entre ele e o Dr. Kelson não só humaniza o infectado, como também reposiciona a própria infecção dentro da lógica da franquia.

Enquanto muitos filmes do gênero evitam explicações para preservar o mistério e o impacto do horror, O Templo dos Ossos segue pelo caminho oposto. Aqui, a ciência não é apenas mencionada, ela é desenvolvida. A tentativa de compreender Sansão, sua mudança de comportamento e a possibilidade de uma cura cria um vínculo emocional inesperado e, ao mesmo tempo, prepara um terreno narrativo enorme para o terceiro capítulo da trilogia.

Essa aproximação mais íntima também influencia a direção de DaCosta. Embora ela mantenha elementos clássicos da franquia, como a câmera inquieta e a energia caótica das cenas com infectados, o filme abre espaço para momentos de silêncio, contemplação e pausa. Há cenas em que a violência dá lugar à observação, ao desconforto e à humanidade que ainda insiste em existir naquele mundo.

Isso não significa que o filme abandone o horror. Pelo contrário. A própria DaCosta pediu a Garland que aumentasse a presença dos infectados, e o resultado é um filme mais violento e visualmente mais impactante do que o anterior. O gore é mais explícito, a maquiagem é impressionante e a sensação de perigo é constante. A diferença é que essa brutalidade agora convive com momentos de calma, criando um contraste que torna tudo ainda mais intenso.

Com a narrativa tão concentrada nesses núcleos, o mundo ao redor quase desaparece. Isso exige muito do elenco, já que a câmera permanece próxima dos personagens o tempo todo. Jack O’Connell constrói um líder de culto perturbador, oscilando entre convicção absoluta e fragilidade emocional. Sua interpretação deixa claro que Jimmy Crystal é produto direto daquele mundo, alguém que encontrou na fé extrema uma forma de sobreviver ao caos.

Mas o grande destaque é Ralph Fiennes. Seu Dr. Ian Kelson ganha aqui uma profundidade que já se insinuava no filme anterior, mas que agora se consolida. Ele é o coração emocional do filme, e sua trajetória culmina em uma cena final poderosa, acompanhada por Iron Maiden, que certamente ficará entre os momentos mais marcantes do cinema em 2026.

Extermínio: O Templo dos Ossos é um raro caso em que o segundo filme de uma trilogia supera o primeiro. Ele só funciona plenamente porque A Evolução cumpriu o papel de reintroduzir esse universo, mas é DaCosta quem dá identidade emocional à franquia nesse novo momento. Ao trocar a ambição de explicar o mundo pela coragem de observar seus personagens, o filme encontra um equilíbrio entre brutalidade, reflexão e entretenimento.

Não é um filme que se sustenta sozinho, mas é justamente essa consciência de posição que o torna tão eficaz. Ele entrega uma história com início, meio e fim, fecha arcos importantes e, ao mesmo tempo, deixa pontas claras para o desfecho da trilogia. Com a promessa do retorno de Cillian Murphy no próximo capítulo, O Templo dos Ossos não apenas prepara o terreno, como reacende o interesse do público.

Contra todas as expectativas, Nia DaCosta se afirma aqui como uma das diretoras mais interessantes da atualidade, mostrando que, quando tem liberdade criativa, sabe conduzir narrativas complexas sem perder o impacto. Extermínio: O Templo dos Ossos é visceral, instigante e surpreendentemente humano, uma combinação rara dentro do gênero e, sem dúvida, uma das grandes surpresas do cinema em 2026.
Fábio R.
Fábio R.

23 seguidores 83 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2026
Superar o primeiro parece ser improvável, e essa continuação é a prova disso. Mas provavelmente esse pode ser um dos últimos, já que tudo indica que o Dr. pode ter descobrido a cura.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 831 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de fevereiro de 2026
O extermínio: o templo dos ossos é o 4° filme da franquia e aconteceu 1 ano após o último filme. A direção muda novamente e fica com Nia DaCosta e o roteiro segue com Alex Garland. A trama segue os eventos do último longa, e acompanhamos Spike (Alfie Williams) que é aprisionado sendo forçado a participar de um pequeno grupo de jovens satanistas. Em paralelo, o Dr. Ian (Ralph Fiennes) se vê envolvido numa estranha amizade com um zumbi Alpha (Chi Lewis-Parry). Nesse novo filme, o roteiro expande as dimensões filosóficas en termos de limites de consciência em que um infectado pode chegar e o lado do misticismo tbn. Explorando 2 narrativas diferentes ( citadas acima), em um momento acabam se chocando e é a melhor parte do filme. Pois aqui Ralph Fiennes rouba a cena ao "interpretar " o Satanás ao som de Iron Maiden. Por falar em trilha sonora, ainda destaco uma das músicas de Duran duran. Voltando ao roteiro, que continua resgatar a ideia do primeiro filme, que mesmo com a ameaça apocalíptica, a principal preocupação é a natureza humana. Essa mais violenta do que o zumbi Alpha dopado que só quer paz. A direção soube conduzir essa perca da ética nas maos de Jimmy Crystal (Jack O'Connell). É inegável que o filme tem seus momentos tensos, mas é sentido a falta de uma melhor participação ( até mesmo nas mortes do Alpha). Parece que o roteiro deixa um terreno para uma continuação e para isso foi interessante nao perder esse controle e talvez até consciência ética do infectado. Por falar nisso, com a aparição novamente de Jim (Cillian Murphy) cria-se espaço para mais um filme futuramente. No mais, o roteiro deixa a desejar em alguns pontos do seu desenvolvimento ao proteger a ideia da natureza humana como maior risco. Porém, se mantém bem tecnicamente ao ser comparado com o seu último filme .
Caio Bolado 24
Caio Bolado 24

7 seguidores 126 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2026
Que merda é essa que acabei de assistir ?

Como uma franquia de apocalipse zumbi se tornou isso ? Nesse filme se aparece duas cenas com zumbis é muito.
Eu estou incrédulo com o que acabei de assistir.

Primeira coisa absurda, a franquia extermínio é conhecida por suas intros memoráveis, eu tenho certeza que você já viu a cena do Cillian novinho andando em uma londres DESERTA ao fundo o relógio BIG BEN, sem fundo verde, era de fato a cidade londrina no cenário deserto e devastado e ai vem o primeiro impacto aqui os zumbis correm demais, se não falha a memória foi a primeira vez que colocam zumbis velocistas, o que viria a ser comum no futuro mas foi extermínio que andou para que hoje os zumbis pudessem correr.

Ou então no segundo filme na abertura do cara fugindo da casa, deixando para trás sua esposa que ficou presa e indo correr para fugir de barco, a cena dele correndo pelo matagal e os zumbis descendo montanha, é uma das cenas mais angustiantes que assisti no cinema.

Até o novo filme antecessor direto desse, tem também sua clássica intro com uma cena bem caótica,punk, traumatizante, de uma criança fugindo de um ataque onde se esconde na igreja e vê seu pai sendo dilacerado.

Mas aqui nesse não tem nenhuma cena inicial, ou seja já começou da pior forma possível.

A receita de fazer um filme de apocalipse e o maior vilão ser o proprio homem já está bem entediante e nada inovadora, premissa essa que começou com o primeiro filme extermínio onde o maior vilão não era a infecção mas sim soldados do exercito que sem ordem e governança se tornaram animais e predadores sexuais, no segundo filme o maior vilão é apesar de existir orgem e governança ainda assim são os soldados que recebem ordem de aniquilar os sobreviventes após uma invasão zumbi cometendo uma grande barbárie, no terceiro filme o maior vilão é a doença incurável como o cancer e nesse aqui o maior vilão é a tirania do controle da religião nas pessoas, no filme em específico são adoradores do Velho Nick (diabo) mas também poderiam usar Jesus Cristo ou Zeus como figura religiosa que atraves do receptor humano que ouve as vozes para comandar seu exercito entre os poucos sobreviventes, eu até curto qualquer crítica a religião pois acho que inventaram isso para o controle e influencia, mas achei bem sem graça DE NOVO um filme mostrando que o maior vilão é o ser humano, nossa que novidade (ironia).

Outra coisa que me decepcionou tb é que o Aaron Taylor não volta pra esse filme, o filho dele foge com sua esposa doente da ilha e fica por isso mesmo ? Ele não vai atrás ? Ele não tenta nada ? Eu de coração achei que fossem seguir dois arcos, do Aaron procurando seu filho onde seriam voltadas as cenas de ação matança de zumbis e o outro arco do doutor Kelson com sansão e os seguidores do diabo, que amargo erro meu, pois não existe nenhuma ação muito menos Aaron Taylor Johnson.

E a cena do Kelson fingindo ser o diabo com o show e ouvindo a musica do Iron Maiden ? Cara, é um espetáculo a cena, impressiona demais, porém quando você lembra que é um filme de zumbi, você fica totalmente deslocado, ué mas os zumbis não ouvirão essa musica alta ? é isso que passava na minha mente durante a apresentação.

Unica coisa que gostei do filme foi a ideia de acharem uma cura e o Sansão ser recuperado, achei bem interessante, nunca nenhum outro filme abordou a cura de fato curar um zumbi, isso abre um novo passo da cultura do zumbi, mas fica só por isso, ele é curado e só não temo muito desenvolvimento espero que tenha no terceiro filme.

O final do filme dá um gancho pra uma terceira e ultima da franquia, parecendo que o filme voltaria a ação desenfreada de um apocalipse zumbi de fato ccom retorno até do Cillian no seu papel após quase 26 anos, mas esse eu verei de casa e não ao cinema gastando quase 100 reais com ingresso e pipoca.
elisabeth e
elisabeth e

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de janeiro de 2026
É o tipo de filme que sempre vou assistir porque é famoso demais, igual star wars (independente do que façam a gente sempre vai lá ver). De recorte em recorte eles vão construindo o mundo pós vírus. E vamos conhecendo um pouco mais mas sem pressa. Pontos positivos: muitos, estão sendo cuidadosos e deixando teorias para pensar até o próximo filme. Pontos negativos: spoiler: não tem o frenesi da corrida, tem um susto final muito previsível, o jimmy não tem relevância, o sansão é imune ao virus ou todos os infectados envelhecem?
Profissional de TI
Profissional de TI

4 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2026
Esse diretor conseguiu estragar a sua própria franquia criada a muitos anos atrás, esse filme conseguiu ser pior que o antecessor, não tem nem como dizer que isso é um filme que faz parte da franquia Extermínio, diretor tirou as calças e defecou em cima do roteiro.
flavio ademir rosa
flavio ademir rosa

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 1 de março de 2026
O lucro desse filme é que a cura foi ou está muito px de surgir e assim o fim de filne mostra 5% de exterminio e 95% de viajem na maionese,nada ver com EXTERMINIO,acho que o diretor EXTERMINOU O EXTERMINIO
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