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Andrea
2 críticas
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0,5
Enviada em 6 de dezembro de 2025
Filme que retrata fielmente o Mion, canastrão, forçado e egocêntrico. O TEA ficou em terceiro plano, o corpo sarado do protagonista que deveria ser o pano de fundo era o protagonista. Lamentável.
Mion alimentando o próprio ego, se valendo de uma assunto sério pra mostrar que é pai atípico e se importa, mas falha miseravelmente. Texto fraco, ritmo arrastado, buracos enormes nos diálogos e uma trama de merda. Trilha sonora inexistente, péssimas coreografias e, obviamente, péssima "atuação", do protagonista/roteirista e lutador wannabe. O tema do autismo é só pano de fundo pra ele se exibir e brincar de "putinha".
Filme péssimo, tenta ser um drama misturado com comédia. A todo momento trata o público como burro ao querer ensinar a todo instante o que é autismo. Atuação do Marcos Mion é horripilante e grotesca, a atuação atores coadjuvante é completamente pavorosa. Andréia Horta e Antonio Fagundes tentam a todo momento atuar mas esbarram no péssimo roteiro e atuação de Marcos Mion.
Filme ruim demais… Deus me livre! Impressionante como o Mion é ruim… por favor Mion, desista de ser ator!!! Um lixo! Me espanta muito o Antonio Fagundes ter aceitado participar desse filme.
Sou mãe de autista e fui na expectativa e o intuito de me identificar com o filme. Pensei que me faria chorar pela temática. Porém, tudo o que eu vi, um filme pra mostrar o físico e o ego do Mion (e a péssima atuação também, pra não dizer forçada). O tema Autismo foi abordado superficialmente, sem uma história que mostrasse a evolução no relacionamento de pai e filho. Um clichê do começo ao fim!
Extremamente ruim e com péssimas atuações, claramente um filme pra deviar dinheiro público para esses artistas medíocres que fizeram o L, amor é só para eles e a linguiça pra vcs.
Assistir a MMA Meu Melhor Amigo foi uma experiência decepcionante do início ao fim. O filme falha em todos os aspectos que poderiam torná-lo minimamente memorável. A atuação de Marcos Mion é nada menos que constrangedora: exagerada, artificial e sem profundidade, resultando em um protagonista incapaz de gerar qualquer empatia.
Os personagens não tem desenvolvimento emocional ou narrativo. O tema do autismo, que deveria ser tratado com sensibilidade e autenticidade, é abordado de forma superficial e forçada.
Para piorar, o filme parece mais preocupado em exibir o físico do protagonista do que em explorar as dinâmicas familiares e o impacto real do autismo na relação pai e filho.
Além disso, Mion supostamente teve acesso e demonstrou interesse em um curta-metragem com a mesma ideia, mas foi rejeitado por ser considerado inadequado para o papel. O fato de ele ter plagiado a premissa e apresentado como se fosse um projeto original é mais uma mancha na reputação do filme e de seu protagonista.
É lamentável ver uma obra tão medíocre ocupar espaço nas salas de cinema, especialmente quando há tantos projetos realmente talentosos esperando por uma chance de brilhar. MMA Meu Melhor Amigo não é só ruim, é patético.
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