Assistir a MMA Meu Melhor Amigo foi uma experiência decepcionante do início ao fim. O filme falha em todos os aspectos que poderiam torná-lo minimamente memorável. A atuação de Marcos Mion é nada menos que constrangedora: exagerada, artificial e sem profundidade, resultando em um protagonista incapaz de gerar qualquer empatia.
Os personagens não tem desenvolvimento emocional ou narrativo. O tema do autismo, que deveria ser tratado com sensibilidade e autenticidade, é abordado de forma superficial e forçada.
Para piorar, o filme parece mais preocupado em exibir o físico do protagonista do que em explorar as dinâmicas familiares e o impacto real do autismo na relação pai e filho.
Além disso, Mion supostamente teve acesso e demonstrou interesse em um curta-metragem com a mesma ideia, mas foi rejeitado por ser considerado inadequado para o papel. O fato de ele ter plagiado a premissa e apresentado como se fosse um projeto original é mais uma mancha na reputação do filme e de seu protagonista.
É lamentável ver uma obra tão medíocre ocupar espaço nas salas de cinema, especialmente quando há tantos projetos realmente talentosos esperando por uma chance de brilhar. MMA Meu Melhor Amigo não é só ruim, é patético.
Fui ver porque gosto do Mion, mas filme, é uma teratologia. Roteiro mal fechado, totalmente mal costurado. Cenas mal feitas, trilha sonora de novela. Infelizmente, sai da sessão de cinema com a sensação de dinheiro mal gasto
Gostaria de expressar minha crítica falando sobre mim, sou fã de MMA, e ir ao cinema é minha diversão, perdi as contas de quantas vezes fui ao cinema, escolhi um filme aleatório e gostei, sai feliz e alegre, porque é bom, prazeroso. Só que preciso viajar 90km pra ir até um cinema, e ao chegar e ver MMA - Meu melhor amigo e ver a sinopse, não hesitei. Nunca esquecerei desse filme, pois foi a primeira vez na minha vida que ao ver um filme e antes da primeira hora do filme já querer ir embora, paguei caro, R$ 52,00 então fiquei e contava os minutos para sair daquela sala. Não senti emoção, empatia, felicidade ou tristeza. Não consegui sentir nada, atuação patética do Mion, e se for fã de MMA, não assista, golpes fakes, além de soco no s*co, contagem para nocaute? Furos de roteiros, horrível. Filme patético. Adoraria um reembolso, principalmente do tempo perdido.
Esse Mion já falando dói os ouvidos atuando então parece uma diarreia a caminho, em 2006 teve aquela atuação digna de Oscar dele na novela Bicho do Mato. Apenas mais um filme nacional que aproveita de uma causa na mídia, cinema brasileiro né, deixa a desejar sempre.
Sou mãe de autista e fui na expectativa e o intuito de me identificar com o filme. Pensei que me faria chorar pela temática. Porém, tudo o que eu vi, um filme pra mostrar o físico e o ego do Mion (e a péssima atuação também, pra não dizer forçada). O tema Autismo foi abordado superficialmente, sem uma história que mostrasse a evolução no relacionamento de pai e filho. Um clichê do começo ao fim!
Extremamente ruim e com péssimas atuações, claramente um filme pra deviar dinheiro público para esses artistas medíocres que fizeram o L, amor é só para eles e a linguiça pra vcs.
" Sensível e envolvente, mas previsível e com atuações irregulares." O filme trata a inclusão do autismo com sensibilidade, entregando momentos emocionantes na relação entre pai e filho. Marcos Mion surpreende em uma atuação carismática, apesar de alguns momentos canastrões. As referências a clássicos do cinema de luta são bem inseridas, e as cenas de combate são competentes, mas suavizadas. O roteiro é funcional, ainda que previsível, apostando na jornada de superação já conhecida. A direção de José Alvarenga Jr. equilibra bem ação, drama e humor, garantindo um filme acessível e tocante. Apesar da polêmica de plágio antes do lançamento, a obra emociona e transmite uma mensagem positiva.
Sinopse: Max é um grande campeão de MMA que está enfrentando o fim de sua carreira. Ele está afastado do ringue enquanto se recupera de uma lesão séria no ombro.
Crítica: "MMA - Meu Melhor Amigo" é um drama brasileiro de 2025, dirigido por José Alvarenga Júnior. O filme tem como protagonista Marcos Mion, ao lado de Antônio Fagundes e Guilherme Tavares. A narrativa gira em torno de um campeão de MMA que enfrenta o fim de sua carreira devido a uma lesão, enquanto lida com o recente diagnóstico de autismo de seu filho de oito anos. O longa explora a busca por conexão familiar em meio a desafios pessoais.
Apesar de sua premissa interessante, que aborda o Transtorno do Espectro Autista de maneira rara em produções cinematográficas, o filme peca em vários aspectos. O roteiro, assinado por Paulo Cursino e Mion, não consegue desenvolver a história de forma envolvente, resultando em cenas fracas e diálogos pouco impactantes. As tensões emocionais que poderiam ser exploradas se perdem em uma narrativa superficial e previsível.
As atuações, apesar do talento do elenco, acabam sendo discutíveis, e a falta de profundidade nos personagens não permite que o público conecte-se verdadeiramente com suas histórias. Embora exista potencial para uma reflexão sobre a paternidade e as dificuldades enfrentadas por uma família com um filho no espectro autista, o filme não entrega uma execução satisfatória. Em resumo, "MMA - Meu Melhor Amigo" deixa a sensação de uma oportunidade perdida, não conseguindo cativar ou emocionar como esperava.
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