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Cristopher Reeve
1 crítica
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4,0
Enviada em 8 de novembro de 2024
Seria melhor se eu conseguisse assistir. É dito que vai passar nos cinemas, mas apenas alguns. Rio de Janeiro Nenhum cinema tá passando.... O jeito é esperar até chegar na crunchyroll ou assistir em algum site piratao...
Eu queria pagar pra assistir, mas nem 1 cinema em Goiás tem o filme, a seção mais perto é a mais de 1000km de distância. Vou me conformar em esperar sair nos fansub e assistir de graça mesmo
Overlord: O Reino Perdido mantém o padrão característico da franquia, trazendo-nos mais uma vez para um mundo fantasioso bem construído e visualmente imersivo, onde acompanhamos a jornada sombria de um protagonista anti-herói. Este filme oferece uma experiência sólida para os fãs da série, embora com algumas limitações que podem impactar o público geral e os espectadores mais exigentes.
Ambientação e Estética Como de costume na franquia, o filme é visualmente atraente e os cenários lembram a rica construção do mundo estabelecida nas novels. Embora o design dos cenários e personagens seja bem executado e carregue a mesma qualidade das temporadas anteriores, a arte não inova nem apresenta traços superiores ao padrão já visto nas animações de Overlord. Para fãs dedicados, a familiaridade pode ser um ponto positivo; para outros, pode soar repetitiva.
Enredo e Ritmo A trama, embora previsível em alguns aspectos, é bem desenvolvida e consegue prender a atenção ao longo do filme. O enredo cria tensão mesmo para quem sabe que Ainz, o protagonista, dificilmente estará em verdadeiro perigo. Esta abordagem, porém, reforça o tom sombrio e dominador do universo Overlord, onde o poder é absoluto e praticamente inabalável.
Personagens e Atuação Uma das maiores forças do filme está na construção dos personagens, tanto os veteranos quanto os novos. Mesmo personagens recém-introduzidos são bem explorados, e suas interações adicionam profundidade ao universo da franquia. Contudo, os diálogos, apesar de sólidos e superiores ao que se espera de um anime médio, não conseguem ser memoráveis, o que é uma oportunidade perdida para um filme focado na filosofia de poder e dominação.
Trilha Sonora e Efeitos Sonoros A trilha sonora, enquanto agradável, não chega a ser icônica. Ela cumpre seu papel de intensificar as cenas, mas não se destaca a ponto de ser lembrada após o filme. Faltou aqui uma composição que realmente marcasse e elevasse o tom sombrio do enredo.
Temática e Mensagem A grande força de Overlord é sua temática original: acompanhar um anti-herói, uma figura vilanesca que busca o poder com uma ambição que pouco considera os fracos ao seu redor. A mensagem, embora turva, ressoa com a ideia de que os fracos são sobrepujados enquanto o protagonista se mantém firme em sua jornada de poder e conquista. Este ponto é explorado, mas, como a estrutura da trama segue uma fórmula parecida com as temporadas anteriores, a inovação poderia ser mais presente.
Originalidade e Coreografia de Lutas Se a premissa de acompanhar um vilão continua interessante, é importante destacar que o filme segue a mesma “receita de bolo” das temporadas passadas, sem grandes surpresas ou mudanças no desenvolvimento da história. As lutas, que poderiam ser o ponto alto para enfatizar o poder do Lorde Ainz, acabam decepcionando. A coreografia pareceu limitada, sem grandes momentos de ação memoráveis, e as cenas de combate são apressadas ou pouco empolgantes.
Pontos Fortes e Fracos Entre os pontos fortes, a sólida construção de mundo e os personagens cativantes são aspectos que ainda mantêm o filme interessante. O final traz uma reviravolta que certamente empolgará os fãs, compensando algumas das limitações ao longo do filme. Por outro lado, a falta de uma coreografia envolvente nas batalhas e a ausência de inovações significativas em relação à série prejudicam o filme.
Conclusão e Recomendação Overlord: O Reino Perdido é essencial para quem já é fã da franquia. O filme aprofunda o universo e explora mais dos personagens que os seguidores de Ainz já conhecem e admiram. Para aqueles que não estão familiarizados com a série, o filme pode ser menos impactante e talvez difícil de acompanhar completamente, já que depende bastante do contexto prévio. Ainda assim, é uma produção recomendada para quem aprecia uma boa história de fantasia com tons sombrios e uma filosofia intrigante sobre poder e dominação.
Fui pra guarulhos mas teve problema de trânsito, daí fui a pé até o metrô e atravessei são Paulo, cheguei no único cinema com o filme às 21h e cancelaram por problemas técnicos, nenhum cinema da região central de são Paulo está passando no período da tarde, só shoppings descentralizados, teve um casal que veio de campinas só pra ver o filme e não conseguiu, péssima distribuição, 4 horas em transportes para nada
Filme extremamente hushado Esse filme cortou muita coisa do material original, começando spoiler spoiler: a introdução de Calca, Kelart e Remedios que tbm tem um diálogo sobre o Ainz e a questão política do reino sacro.
Pulou o grupo de Remédios viajando até o reino re estize em busca de ajuda, a qual se encontrariam com a rosa azul, e nesse encontro, elas falaram sobre momon e que está habitando o reino feiticeiro e só então esse grupo iria em encontro ao Ainz pedir para mandar momon ao reino sagrado, mas o filme pulou tudo isso fazendo com que o grupo já estivesse perto da cidade do Ainz.
Pulou um aviso do Ainz falando da possibilidade dos Demi humanos encontrarem o acampamento dos paladinos, que a propósito, pode parecer nada demais, mas esse é um dos diálogos que faz a Néia começar a ter cada vez mais respeito por Ainz devido a sua grande sabedoria.
O arco rúnico da Néia foi entregue quando eles ainda estavam na carruagem, e só então que eles tiveram a reunião estratégica que quando acabou, um sacerdote pediu o arco para verifica-lo se não tinha nenhum tipo de armadilha, Neia recusou e Remédios tentou forçar com que ela a entregasse, o qual Néia respondeu que se por acaso eles não se importam caso o rei feiticeiro soubesse que eles pegaram a força o arco que ele deu de presente a Neia, e isso fez com que todos se encolhessem, mostrando a Néia que eles ainda sabem das consequências. E tudo isso nos primeiros 30 minutos de filme se não em engano
E muitas outras coisa que faltaram nesse filme, e é por isso que foi ruim. O arco do reino sagrado consiste nos volumes 12 e 13 da light novel, a qual o volumes 13 é atualmente um dos maiores volumes da obra com mais de 400 paginas. Transformar esse arco em filme foi um erro do caralho
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