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    Aline Pereira
    Aline Pereira
    Redatora | crítica
    Biografia

    Aline sempre amou uma boa história: sejam as que foram criadas por outras pessoas ou as que ela mesma se encarregou de contar. Com isso, sempre foram válidas todas formas de apresentar novos mundos, dos livros ao videogame e, claro, ao cinema. Nascida em uma família de artistas de teatro, a paixão por boas histórias sempre esteve presente e, ainda muito criança, foi apresentada ao universo da ficção - e, inclusive, se lembra perfeitamente, como se fosse ontem, da primeira vez que foi ao cinema (aos 4 anos de idade, para assistir a Hércules).

    Com o tempo, o gosto por conhecer esses universos só se intensificou: da amizade com a bibliotecária da escola à amizade com o dono da locadora do bairro (que teve uma extensa lista de filmes repetidos alugados incontáveis vezes). Depois, surge também o gosto por escrever sobre o que, exatamente, essas boas histórias causam em nós, em entender o que nos faz amar algumas tramas mais do que outras, por que elas ficam tão marcadas na memória e o que tudo isso diz sobre nós.

    Mais tarde, no momento de escolher uma profissão, a dúvida: jornalismo ou design? Duas áreas que, só entendeu depois, servem justamente para contar algum tipo de história. A vontade de escrever falou mais alto e o jornalismo veio para mostrar que, claro, o mundo real é tão infinito quanto. Unir a paixão pelo cinema com o território incrível da comunicação social acabou se tornando a maneira de tentar tornar ainda mais especiais as histórias (e tudo o que pode vir junto com elas) que já nos fazem brilhar os olhos.

    Expertises:

    Comédia dramática

    Quais palavras definiriam melhor a vida real do que “comédia” e “drama”? Um gênero que mistura o que há de mais peculiar com o que há de mais comum é, sem dúvidas, o que mais encanta Aline. São essas as histórias que a fazem mergulhar no universo da ficção e voltar com reflexões para a vida e é onde ela encontra as tramas que nunca mais saem da memória e que vão da vida mais particular aos temas mais urgentes - de Lady Bird a Infiltrado na Klan, por exemplo, alguns de seus favoritos.

    Suspense

    Nada como um bom mistério de roer as unhas e “explodir cabeças” para relaxar - não parece que faz sentido, mas faz. De um clássico “eu vejo gente morta” aos filmes e séries que chegam mais discretamente, suspense é o gênero que acelera o coração de Aline. Ela acredita que a missão de surpreender e criar tensão na medida certa estão entre as tarefas mais difíceis do cinema, mas também entre as mais brilhantes.

    Personalidades

    Não basta conhecer a obra, Aline também quer saber da vida das personalidades que, de uma forma ou de outra, conquistaram corações nas telas. Isso porque a paixão pelo cinema chega também lá nos bastidores e a repórter quer saber, sim, como é a vida real das pessoas que fazem a magia acontecer (do que elas vivem, do que se alimentam?) e quais são as histórias que elas têm para contar.

    Reality show

    Neste caso, a filosofia é simples: quanto pior, melhor. Aline adora realities de forma geral, mas quanto mais inusitada (e, às vezes, esdrúxula) a premissa, mais ela vai querer acompanhar, torcer e saber tudo sobre os participantes. De BBB até Too Hot to Handle, os shows da vida real são uma fonte sem fim de entretenimento da melhor e pior qualidade.

    • Um filme: Lady Bird
    • Uma série: The Office
    • Para rir: Meninas Malvadas
    • Para chorar: Viva - A Vida é Uma Festa
    • Uma cena: O monólogo da Anne Hathaway em Modern Love
    • Para tomar susto: Corra!
    • Uma atriz: Fernanda Montenegro
    • Um ator: Billy Porter
    • Um personagem: Issa Dee, de Insecure

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