"Ele assistiu sozinho na casa dele": Diretor de Eu Sou o Rocky revela veredicto de Sylvester Stallone sobre sua cinebiografia
por Júlia Barbosa

I Play Rocky dramatiza a jornada de Sylvester Stallone para tirar "Rocky" do papel. O filme estreia no dia 19 de novembro nos cinemas brasileiros.

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Quando falamos de cinebiografias de grandes personalidades vivas, a aprovação do artista ali representado é tão significativa quanto a opinião dos críticos de cinema, até mais. Então, era de suma importância para o diretor Peter Farrelly que Sylvester Stallone gostasse da maneira pela qual sua história foi representada em Eu Sou o Rocky.

Diferente das biopics tradicionais, I Play Rocky não narra a trajetória completa da vida do astro, mas sim foca em um período específico, que retrata o processo de como o astro tirou Rocky, um Lutador , o filme que o catapultaria para o estrelato, do papel.

O ator Anthony Ippolito irá representar o jovem Sly nos anos 70 enquanto ele tenta convencer os executivos dos estúdios de Hollywood a comprarem o roteiro de seu filme de boxe. Ele recebe ofertas milionárias, mas só se dispõe a assinar qualquer contrato sob a condição inegociável de que ele será o protagonista Rocky Balboa e ninguém mais.

Sylvester Stallone aprovou o resultado final de Eu Sou o Rocky?

Stallone não teve uma participação ativa ou envolvimento direto na produção, mas foi consultado antes e depois das rodagens. Peter Farrelly ainda enviou a versão final do longa-metragem para que ele pudesse assistir e dar seu veredicto, algo que deixou o cineasta particularmente ansioso:

"Para ser sincero, eu estava um pouco nervoso, porque ele assistiu sozinho na casa. E esse filme, quando você assiste com outras pessoas, você sente [a percepção delas], e eu não sabia como ele reagiria. Mas ele me ligou logo depois e disse que adorou o filme", contou Farrelly em entrevista ao Entertainment Weekly.

Eu Sou o Rocky entra em cartaz no dia 19 de novembro nos cinemas brasileiros.

Júlia Barbosa
-Redatora | Crítica
Criada no palco, sempre foi movida pela arte. Defensora ferrenha de Crepúsculo e Ricardo Darín, fala pelos cotovelos sobre as histórias que vemos nas telas e nos bastidores.
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