Digger: Tom Cruise precisou usar máquinas de resfriamento para sustentar a caracterização pesada: "Inventei várias técnicas"

Tom Cruise interpreta o magnata Digger Rockwell na sátira da Alejandro González Iñárritu. O filme estreia amanhã, 1º de outubro, nos cinemas brasileiros.

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Por Júlia Barbosa

Tom Cruise declarou muitas vezes que Digger foi o trabalho mais desafiador de sua carreira ao longo da turnê de divulgação do filme. Além da complexidade do personagem e do roteiro, o protagonista precisou encarar uma transformação física pesada que envolvia horas na cadeira de maquiagem, próteses e enchimentos.

Inicialmente, Tom demorava seis horas para virar o magnata Digger Rockwell, uma vez que a caracterização envolvia diversas etapas e o trabalho coordenado de diferentes profissionais. Preocupado com o tempo desperdiçado no set de filmagem, ele desafiou a equipe a reduzir progressivamente a duração do processo. No fim das contas, os técnicos conseguiram entregar o visual completo em apenas uma hora.

Como Tom Cruise lidou com o "perrengue" do figurino e da caracterização de Digger?

Mesmo conseguindo ficar pronto em tempo recorde, os desafios de Tom Cruise com o figurino e a maquiagem de Digger ainda perduravam durante o dia inteiro de gravações. Em entrevista ao New Hights, ele compartilhou que precisou encontrar formas alternativas para lidar com o peso e o calor das camadas de prótese de silicone, enchimentos e roupas sobrepostas sob as luzes do set:

"A primeira vez que me vi daquele tamanho foi chocante. E eu estou suando porque estou usando essas próteses. E as cenas são bem longas, e o ritmo delas é intenso...Então, você realmente precisa saber o que está fazendo, mas era difícil porque eu ficava suando por baixo de tudo, então inventei várias técnicas diferentes, como máquinas de resfriamento para ficar o tempo todo no set", contou durante o podcast dos irmãos Jason e Travis Kelce.

Em Digger, um bilionário responsável por um desastre ambiental gigante é obrigado a salvar a humanidade. O filme estreia amanhã, 1º de outubro, nos cinemas brasileiros.

Júlia Barbosa
-Redatora | Crítica
Criada no palco, sempre foi movida pela arte. Defensora ferrenha de Crepúsculo e Ricardo Darín, fala pelos cotovelos sobre as histórias que vemos nas telas e nos bastidores.
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