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    15 'Pérolas' escondidas na Netflix
    Por Redação (coordenação Renato Hermsdorff) — 25/11/2017 às 09:23
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    De acordo com o algoritmo do AdoroCinema.

    1. +
    O Bar (2017)
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    “Séries dignas de maratonas”, “Comédias sobre amizades inusitadas”, “dramas com mulheres fortes”. Tão difícil quanto explicar para o seu cachorro o que é Bóson de Higgs - ou pedir para ele discorrer sobre os desafios para a formação educacional de surdos no Brasil -, é entender como funciona o algoritmo da Netflix que determina o seu gosto.

    A rigor, a fórmula é um composto de metadados baseados nos rastros da sua navegação. A receita é uma mistura dos títulos que você assiste (e do “quanto” o usuário os assiste, ou seja, se para no início ou literalmente aos 45 do segundo episódio); de como a pessoa os classifica; do que outros usuários com perfil parecido com o seu assistiram em seguida (para prever o seu comportamento, claro); do histórico de busca de cada um, etc, etc, etc.

    Mais fácil explicar o algoritmo do AdoroCinema: tratam-se de produções (filmes e séries) das quais, em geral, as pessoas não ouviram falar (não foram tão badaladas, assim, nos meios de comunicação); ou, então, até relativamente conhecidas, mas que dificilmente aparecem como sugestão no catálogo da sua home - o que quer dizer que você provavelmente não sabia que estavam em cartaz na Netflix. Mas que a gente garante: valem a pena ver (ainda que de novo).

    O Bar (2017)

    Misto de drama contemporâneo envolvendo a cultura do medo com suspense claustrofóbico, O Bar, instigante filme espanhol do diretor Álex de la Iglesia é daqueles de prender a atenção a todo instante, seja pelos rumos inusitados da trama ou mesmo pelo pé no trash, que tão bem combina com o espírito underground retratado. (Francisco Russo).

    El Bar Trailer Original

     

    Tickled (2016)

    O jornalista David Ferrier recebe uma sugestão de pauta bizarra: a existência de um campeonato de “cócegas” (!) Investigando a história, ele se dá conta de que a “competição” só aceita homens (!!) Jovens (!!!) E considerados “bonitos” (!!!!) Claro, ele é mordido pela curiosidade. O que ele não esperava era que, pesquisando a história mais a fundo, fosse começar a receber inúmeras ameaças de morte (!!!!!!!!!!) por parte da organização do concurso. E aí que o documentário Tickled toma rumos completamente inesperados. (Renato Hermsdorff).

     

    Raman Raghav 2.0 (2016)

    Suspense policial indiano que segue a história de um assassino dos dias atuais inspirado por um serial killer que atormentou Mumbai nos anos 60. Raman Raghav 2.0 foca sua atenção no criminoso dos dias de hoje e no policial que investiga os crimes. Além de envolvente, é sempre uma experiência interessante para o espectador se deparar com uma produção da Índia. (Lucas Salgado).

     

    O Jardim das Palavras (2013)

    Se você gostou da metafísica sentimental de Your Name, o anime de maior sucesso de todos os tempos, não pode deixar de conferir o média-metragem O Jardim das Palavras, também dirigido e roteirizado por Makoto Shinkai. Como nos melhores trabalhos do realizador japonês, trata-se de uma história agridoce e melancólica que tem em seu deslumbrante visual impressionista seu maior trunfo. (João Vitor Figueira).

     

    Filth (2013)

    Se você se impressionou positivamente com a atuação visceral de James McAvoy nos recentes Fragmentado e Atômica, Filth é o seu filme. Em um misto insano de thriller policial e humor negro, um detetive britânico que se acha vê em um caso de assassinato sua grande chance de promoção — apesar de sua vida de excessos no submundo de Edimburgo, Escócia. (Rodrigo Torres).

     

    El Marginal (2016)

    Série policial argentina, se passa num presídio bem mais próximo da realidade brasileira do que aquelas grades de luxo muito bem iluminadas que as produções norte-americanas retratam. Coadjuvantes maravilhosos, grande elenco com atores que quem acompanha o cinema argentino certamente reconhecerá, drama, ação, humor, denúncia, assuntos delicados e pegada viciante - ali pelo meio pode parecer meio novela e dar uma cansada, mas não desista! O protagonista é um misterioso ex-policial que se infiltra na cadeia com identidade falsa para investigar um sequestro e a segunda temporada de El Marginal está confirmada. (Taiani Silva).

     

    Chewing Gum (2015)

    Criada e estrelada por Michaela Coel, Chewing Gum, uma comédia britânica, tem apenas 12 episódios (divididos em duas temporadas) e acompanha a vida de Tracy Gordon, jovem criada por uma família muito religiosa que decide perder a virgindade aos 24 anos de idade. Enquanto a protagonista se comunica diretamente com o público em tiradas incríveis, ela é acompanhada por personagens coadjuvantes hilários, numa trama bem absurda, cheia de referências à cultura pop. (Katiúscia Vianna).

     

    Operação Invasão 2 (2014)

    Continuação do frenético Operação Invasão, este segundo filme consegue ser maior, mais insano e tão bom quanto o primeiro. Ainda que a trama se perca tentando ser mais complexa do que deveria em certos pontos, o diretor Gareth Evans mantém controle firme sobre a obra e não permite que o ritmo caia, nem por um segundo sequer. Em resumo, as 2h30 de ação ininterrupta de Operação Invasão 2 são, provavelmente, as melhores, mais loucas, divertidas e surpreendentes que você encontrará no catálogo da Netflix. (Renato Furtado).

     

    O Tempo entre Costuras (2011)

    O Tempo entre Costuras é uma uma premiada série de época espanhola, que entrou para o catálogo da Netflix em setembro deste ano. Misturando drama, romance e muita aventura, a trama conquista o espectador com a imprevisível história de Sira (Adriana Ugarte), uma costureira que abandona seu noivo e toda a vida confortável que tinha em Madri às vésperas da Guerra Civil Espanhola. Tudo o que Sira queria era viver um novo amor, mas ela logo percebe que ir para o Marrocos com um homem que mal conhece tem suas consequências. (Andressa Araújo).

     

    Nocturama (2016)

    Talvez Bertrand Bonello se exceda no apelo estético ao tratar tema tão urgente e contemporâneo como o terrorismo, em Nocturama. Por outro, o ritmo solene e a repetição que adota rumo a um desfecho chocante condensa tensão e angústia como, talvez, obra nenhuma na temporada. Filme potente! (Rodrigo Torres).

     

    O Que Fazemos nas Sombras (2014)

    Dirigido por Taika Waititi, o mesmo do em cartaz Thor: Ragnarok, O Que Fazemos nas Sombras, um falso documentário sobre vampiros que dividem uma mesma casa há séculos, brinca com os estereótipos em torno destes seres sombrios para entender como seria a vida deles em meio à sociedade moderna. (Francisco Russo).

     

    The Daughter of Dawn (1920)

    Um épico do cinema mudo em que um elenco todo formado por nativos americanos se apaixonam, lutam, mas também retratam suas vidas, usam suas roupas, apresentam seus itens típicos. O docudrama The Daughter of Dawn foi exibido pouquíssimas vezes quando de seu lançamento, em 1920, sendo redescoberto e selecionado para preservação pela Biblioteca do Congresso dos EUA quase 100 anos depois, em 2012. (Rodrigo Torres).

    /

    Adaptação (2002)

    Estrelado por Meryl Streep, Chris CooperNicolas Cage e Nicolas Cage (sim, ele faz gêmeos e foi indicado ao Oscar), Adaptação não chega a ser um “well kept secret”. Mas pouca gente sabe que o subestimado filme de Spike Jonze (Ela), com roteiro do brilhante Charlie Kaufman (Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças) está disponível na plataforma de streaming. Baseado num livro técnico sobre orquídeas, trata-se de um dos textos mais criativos da história do cinema. (Renato Hermsdorff).

     

    Perdas e Danos (1992)

    Autor de Ascensor para o CadafalsoLouis Malle realizou em fim de carreira um verdadeiro dramalhão, mas dos bons: Perdas e Danos, drama em que Jeremy IronsJuliette Binoche — que dispensam apresentações — interpretam com grandeza a obra original de Josephine Hart, fazendo jus à principal inspiração da escritora irlandesa: a tragédia e a tradição de Shakespeare. (Rodrigo Torres).

     

    Forever Pure (2016)

    Mais do que um mero documentário sobre futebol, Forever Pure é um triste retrato contemporâneo sobre o quanto o preconceito está entranhado na sociedade. Um filme impressionante pela dimensão que atos racistas alcançaram não só no esporte, indo além do que acontecia em torno das quatro linhas graças ao radicalismo empregado. (Francisco Russo).

     

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