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Para Minha Amada Morta e Rapsódia Para Um Homem Negro são os grandes vencedores do Festival Guarnicê 2016
Por João Vitor Figueira — 12/06/2016 às 12:30
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Em noite marcada pela homenagem ao diretor Neville D'Almeida, de A Dama do Lotação, cineasta exaltou o "cinema emergente" produzido no Maranhão e disse que considera que o Festival Guarnicê "é o principal festival de cinema do Brasil".

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Para Minha Amada MortaO Signo das Tetas e o curta-metragem Rapsódia Para Um Homem Negro foram os grandes vencedores do 39º Festival Guarnicê de Cinema.

Na cerimônia de encerramento do festival maranhense, realizada no Teatro Artur Azevedo na noite de sábado (11), o suspense psicológico Para Minha Amada Morta, de Aly Muritiba, saiu consagrado. O filme curitibano faturou quatro troféus no Guarnicê, com os prêmios de melhor filme, melhor ator (Fernando Alves Pinto), melhor atriz (Mayana Neiva) e melhor direção de fotografia (Pablo Baião).

O hermético drama existencial O Signo das Tetas, de Frederico Machado, recebeu do júri principal os prêmios de melhor montagem, melhor roteiro e melhor direção de arte. Todas essas funções foram exercidas por Machado, autor da obra. A atriz Rosa Ewerton, que foi ao palco receber as estatuetas pelo cineasta, que não pôde comparecer, se emocionou quando ganhou a menção honrosa de atriz pelo bom trabalho no filme maranhense.

A veterana Helena Ignez foi premiada por sua direção em Ralé, que também ganhou o prêmio de melhor trilha sonora.

Entre os curtas-metragens, o contundente Rapsódia Para Um Homem Negro, de Gabriel Martins, um dos mais aplaudidos da mostra competitiva, foi o maior destaque na categoria, com os prêmios de melhor curta-metragem nacional, melhor roteiro (Martins), melhor trilha sonora (Sérgio Pererê) e melhor atriz (Rejane Faria).

O curta O Assalto, de Arturo Saboia, ganhou duas menções honrosas (de roteiro, para Saboia, e de de ator, para Gilberto Martins), além do Troféu ABD de melhor curta-metragem nacional, entregue pela Associação Brasileira de Documentaristas.

O diretor Neville D'Almeida, homenageado da edição deste ano do Festival Guarnicê de Cinema, avisou, logo ao subir ao palco, "vocês vão acabar me fazendo chorar aqui hoje". Em seu discurso, o diretor de A Dama do Lotação elogiou a simpatia do povo maranhense, exaltou o "cinema emergente" produzido no estado e disse que o Festival Guarnicê "é o principal festival de cinema do Brasil". Muito emocionado, a previsão de Neville se concretizou e ele foi às lágrimas, sendo aplaudido de pé pelo público presente. O cineasta chegou a se ajoelhar e beijar o palco do Teatro Artur Azevedo.


Veja a lista completa de vencedores do 39º Festival Guarnicê de Cinema abaixo

Troféu Guarnicê - Longas-metragens

Melhor filme: Para Minha Amada Morta
Melhor atriz: Mayana Neiva, por Para Minha Amada Morta
Melhor ator: Fernando Alves Pinto, por Para Minha Amada Morta
Melhor direção: Helena Ignez, por Ralé
Melhor roteiro: Frederico Machado, por O Signo das Tetas
Melhor direção de arte: Frederico Machado, por O Signo das Tetas
Melhor direção de fotografia: Pablo Baião, por Para Minha Amada Morta
Melhor montagem: Frederico Machado, por O Signo das Tetas
Melhor trilha sonora: Dan Nakagawa, Chris Scabello, Décio 7 e Gilherme Vaz, por Ralé

Troféu Guarnicê - Curtas-metragens

Melhor curta nacional: Rapsódia Para Um Homem Negro, de Gabriel Martins
Melhor curta maranhense: Macapá, de Marcos Ponts
Melhor ator: Chico Diaz, por E o Galo Cantou
Melhor atriz: Rejane Faria, por Rapsódia Para Um Homem Negro
Melhor direção: Júlia Mariano, por Ameaçados
Melhor roteiro: Gabriel Martins, por Rapsódia Para Um Homem Negro
Melhor direção de fotografia: Maurício Baggio, por Tarântula
Melhor montagem/edição: Luis Giban, por 32 Dentes
Melhor trilha sonora: Sérgio Pererê, por Rapsódia Para Um Homem Negro
Melhor direção de arte: Fabíola Bonofiglio, por Tarântula


Menções honrosas

Menção honrosa de roteiro: Arturo Saboia, por O Assalto
Menção honrosa de ator: Gilberto Martins, por O Assalto
Menção honrosa de atriz: Rosa Ewerton, por O Signo das Tetas
Troféu menção honrosa: Joca e a Estrela

Prêmio Assembleia

Prêmio Assembleia Mauro Bezerra - Melhor documentário maranhense: Cláudio Costa,
de Beto Matuck
Prêmio Assembleia Bernardo Almeida - Melhor ficção maranhense (curta ou longa) -
O Signo das Tetas, de Frederico Machado
Prêmio Assembleia Erasmo Dias - Melhor produção maranhense escolhida por júri
popular: Joca e a Estrela, da Dupla Criação


Prêmio da Associação Brasileira de Documentaristas

Troféu ABD de melhor longa-metragem nacional: O Signo das Tetas, de Frederico
Machado
Troféu ABD de melhor curta-metragem nacional: O Assalto, de Arturo Saboia

Créditos das fotos: Lauro Vasconcelos

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