Notas dos Filmes
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    Elite
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    Média
    4,2
    945 notas e 75 críticas
    distribuição de 75 críticas por nota
    27 críticas
    18 críticas
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    Thais C
    Thais C

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    Crítica da série
    3,5
    Enviada em 24 de julho de 2020
    Ótima série, uma boa história. Gostosa de assistir do começo ao fim,. os personagens são ótimos recomendo.
    Anna Bastos
    Anna Bastos

    Segui-los 1 seguidor Ler as 19 críticas deles

    Crítica da série
    3,5
    Enviada em 19 de junho de 2020
    É uma série boa, tem um drama legal, alguns atores bons. Só acho que já passou da hora de finalizar, a última temporada foi totalmente desnecessária. Também acho que a série acaba focando demais em cenas sexuais, isso às vezes se torna cansativo.
    Clara
    Clara

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    Crítica da série
    3,5
    Enviada em 24 de março de 2020
    É uma série que te prende, mas n posso dizer que é ótima. É mais do mesmo, mas vale a pena tem um bom retorno.
    Lídia f.
    Lídia f.

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 13 de março de 2020
    Drama/suspense.Gênero que amo.uma série que me cativou contendo elementos que me agradam.cada cena e digna de atenção...A riqueza aki está nos DETALHES.BORA MARATONAR TERCEIRA TEMPORADA!
    Lucas N.
    Lucas N.

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 7 de julho de 2020
    Ótima essa série não americana com bastante ação tomare que chegue novas temporadas e continue no mesmo estilo.
    kad sofia
    kad sofia

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    Crítica da série
    1,5
    Enviada em 26 de junho de 2020
    A Espanha se mostrou forte no mundo de séries com o lançamento de La Casa de Papel, na Netflix, que se tornou, rapidamente, uma das séries de maior sucesso. Élite, de Carlos Montero e Darío Madrona, mesmo sendo igualmente um sucesso no streaming, porém, se parece uma versão adulta das séries adolescentes da América Latina vulgo Rebelde e Malhação, erro que tentou se camuflar com a introdução do Flash-Farward, o “Flash-back reverso” que, ao invés de mostrar trechos do passado, mostra trechos do futuro. Em uma série de suspense, onde o desfecho e o clímax de uma situação é a maior curiosidade do telespectador, o Flash-Farward é um recurso totalmente antagônico a esse estilo de produção, porém o verdadeiro suspense da série não é saber o que vai acontecer, mas sim como vai acontecer. O telespectador não quer saber spoiler: se Marina ou Samuel vão morrer ou desaparecer, mas como vão morrer ou desaparecer . A inversão do foco do suspense é um recurso que torna a série diferente nesse quesito, uma pena que não se pode falar o mesmo no enredo. Élite é clichê. Se vende como uma série diferente das produções latino-americanas focadas no público adolescente da elite, mas os estereótipos, arquétipos e a maneira alienada de apresentar temas como homossexualidade e gravidez na adolescência, apenas para se vender como “progressista” em uma sociedade ainda composta por adultos conservadores, é exatamente a mesma das séries das ex-colônias da península Ibérica. O adolescente é, mais uma vez, corrompido de seus próprios valores morais e religiosos ao passo que se relaciona com os outros personagens: Nadia deixa de spoiler: ser a “garota pura e virgem muçulmana” ao se relacionar com Guzmán , Omar deixa de spoiler: ser “exemplo para família” ao virar traficante e ter um relacionamento homossexual com Ander , Marina é a menina que questiona as atitudes gananciosas e capitalistas da sua família de empresários empreiteiros (responsável pela queda da escola antiga de Samuel, Nadia e Christian), relacionamentos antigos como o de spoiler: Lucrécia e Guzmán e de Polo e Carla acabam devido o aparecimento de novas pessoas e, principalmente, pela falta de moral de uma porrada de gente nessa série. Essa corrosão dos antigos valores morais e religiosos dos adolescentes é mostrada como se o personagem fosse se transformar em uma pessoa mais feliz sem esses valores, como é o caso de Omar que spoiler: considerou a libertação dos valores conservadores de sua família como sinônimo de felicidade e acabou sofrendo do mesmo jeito no relacionamento com Ander . Aliás, a libertação sexual é vista como sinônimo de felicidade em Élite, pois um dos piores clichês da série, que reforça a semelhança com as novelas latino-americanas, é o fato de todos os personagens terem vida sexual ativa, todos terem relacionamentos, todos freqüentarem festas e boates como se tais coisas fossem a realidade de todo adolescente, que, não coincidentemente, são o sonho de consumo do adolescente médio contemporâneo. É nítido que a série busca audiência do público jovem em torna da personificação de suas fantasias e sonhos de consumo com base na vida da elite política e econômica, pois é muito mais fácil romantizar namoro, festas e vida sexual com o estilo fácil e tranqüilo da vida da elite do que com o estilo de vida de uma classe média ou baixa cheia de rotinas de trabalho e dificuldades de renda, tática que é usada pelas novelas latino-americanas. Mais uma prova de comprova é a semelhança entre Élite e as produções adolescentes latino-americanas são os arquétipos de personagens típicos desse tipo de entretenimento: A patricinha facilmente desprezível que inveja e quer acabar com todo mundo (Lucrécia), a menina com estilo rebelde (Rebecca), o patricinho vagabundo que só pensa em festa e pegação (Valério), a menina manipuladora (Carla), a menina “virgem e pura” (Nadia), o irmão protetor (Guzmán), a menina depressiva, que nesse caso é também a grávida adolescente (Marina), o protagonista “normalzinho” (Samuel), o casal homossexual que vai contra os valores da família (Omar e Ander), etc. Outra semelhança é como Élite demoniza a figura do adulto, que além de sempre ser uma figura de escanteio no entretenimento adolescente, ou seja, ter pouca ou quase nenhuma participação, é mostrado como ricos, malvados e gananciosos que “só pensam em dinheiro, luxo e riqueza”, onde a função do jovem é salvar o mundo da corrupção dos adultos, mesmo vivendo do salário e do luxo do mesmo. É nítido esse discurso na maneira como Marina trata os pais e como Samuel vê a investigadora com desconfiança, cuja foi spoiler: enganada pelos alunos do colégio no episódio final como um plano que eles acham que ninguém ia desconfiar . Élite foi criada para uma geração que cresce em uma sociedade marcada por discussões sobre gênero e sexualidade, temas que eram considerados tabus até então. Não nego que discutir machismo, homofobia, racismo, intolerância religiosa seja importante, desde que não seja através da banalização do tema abordado e da criação de um “pseudo empoderamento feminino”, que foi exatamente o que Élite fez. O roteiro da série banalizou a bissexualidade quando personagens que eram héteros, Polo, Christan, spoiler: Valério e Malick (ou, pelo menos, considerados héteros pelo público), de uma hora para outra, tiveram relações homossexuais de uma forma espontânea e vazia, como se a descoberta da sexualidade fosse algo banal. È a hipocrisia daqueles que dizem defender representatividade LGBT, como no caso de Ander e Omar, e banalizam o mesmo tema. A vontade da série de se vender como progressista e defensora da representatividade, mas sem trabalhar essa mesma representatividade ou trabalhá-la de forma preguiçosa, é mais nítida no pseudo empoderamento feminino de três personagens femininas, Marina, Carla e Rebecca, que são mostradas como mulheres independentes que não se enquadram nos padrões de suas famílias, mas que se tornaram “extensões” de cada uma por terem exatamente o mesmo tipo de perfil. As três se relacionam com Samuel, as três vivem em estruturas familiares que lucram através de corrupção ou de práticas ilegais, as três vivem em fases de rebeldia contra as próprias famílias, as três buscam o sexo, drogas e as constantes festas que acontecem na série como refúgio, etc. É como se fosse uma mesma personagem interpretada por atrizes diferentes com nomes diferentes, mas a personalidade é a mesma. Élite é fraca e clichê, tudo para agradar uma geração que quer ver as suas idéias representadas no papel sem nenhum tipo de elaboração, uma geração que exige representatividade no entretenimento, o que é válido e importante, mas uma representatividade que não tira o público da zona de conforto, que não entende que esse assunto é um assunto político e social, complexo e polêmico, e não pode ser mostrado através de fetiches e sonhos de consumo de jovens adolescentes. Nos últimos tempos, houve a discussão sobre a politização e representatividade do entretenimento, especialmente a cultura pop, um debate que dividia entre aqueles que “queriam ver sua HQ e seu game sem política” e aqueles que defendiam que “tudo é política”, e, realmente, tudo envolve política, sociedade, costumes, valores e representatividade, mas nem toda discussão política é trabalhada de forma elaborada, e Élite mostrou exatamente isso.
    Gabriela Martins
    Gabriela Martins

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    Crítica da série
    4,0
    Enviada em 27 de julho de 2020
    Parece que vai ser só mais uma série clichê mais te prende muito por contas dos assassinatos e dos personagens que são únicos e cativantes e vc vai se identificar com algum deles os casais tbm são maravilhosos e muitos improváveis rola até um trisal, lamentável que vários personagens não vão continuar na próxima temporada o que matou a série pra mim.
    Tiago Harris
    Tiago Harris

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    Crítica da série
    4,5
    Enviada em 25 de maio de 2020
    Trás a realidade de muitas pessoas com todos os tipos e situações desde o pobre ao rico então top recomendo.
    Yng Ferreira
    Yng Ferreira

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    Crítica da série
    2,0
    Enviada em 12 de abril de 2020
    A série de início é bem cativante e com um super toque clichê de (muito sexo/drogas/sou rico-sou pobre), foi bem legal mas ao desenrolar da 2 temporada que foi tão falada, você acaba perdendo o interesse por se tornar entediante e não te instiga a querer assistir a 3tem. Esperava mais.
    Glauce Fernandes
    Glauce Fernandes

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    Crítica da série
    4,0
    Enviada em 12 de abril de 2020
    É uma pegada adolescente, acho bem contada e gosto da personalidade que foi criada para cada ator envolvidos na trama
    Sempre a direita
    Sempre a direita

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    Crítica da série
    2,0
    Enviada em 17 de abril de 2020
    Jovens de 16 anos se preocupam com economia doméstica e transações corruptas dos pais? Esses mesmos já se entediam com sexo adolescente e buscam novas experiências, como sexo a três para apimentar relações chatas? Personagens interessantes, porém, fora de contexto, pra mim não faz sentido pessoas de 16 anos com perfis tão adultos. A série só não é totalmente clichê pq inventaram uma nova espécie de adolescente
    Isac M.
    Isac M.

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    Crítica da série
    4,5
    Enviada em 31 de março de 2020
    Seriado muito bom, você fica preso os personagem constantemente e principalmente a historia... não tem como começa assisti é não termina.
    Ricardo Costa
    Ricardo Costa

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    Crítica da série
    2,0
    Enviada em 6 de maio de 2020
    Como outras, primeira temporada boa. Depois perde o foco direcionando lente para uma temática com intuito de agregar público específico.
    Josiane Nascimento
    Josiane Nascimento

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    Crítica da série
    0,5
    Enviada em 7 de abril de 2020
    Primeira temporada: ok Mesmo assim, muito clichê, parecendo quase uma malhação. Roteiro fraco, com conteúdo extremamente apelativo, várias histórias simultâneas, sem foco, mal resolvidas. Enfim, não indico mesmo! Perdi meu tempo assistindo!
    KitKat Petrova Pierce
    KitKat Petrova Pierce

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    Crítica da série
    0,5
    Enviada em 13 de março de 2020
    Não to consguindo assistir os episodios da 3 temporada eu clico no episodio mais não aparece resolvam isso logo
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