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    Stranger Things
    Críticas dos usuários
    Críticas da imprensa
    Média
    4,7
    6926 notas e 459 críticas
    distribuição de 459 críticas por nota
    290 críticas
    120 críticas
    28 críticas
    9 críticas
    5 críticas
    7 críticas
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    Flavio A.
    Flavio A.

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    5,0
    Enviada em 17 de julho de 2016
    Fiquei sem Netflix algum tempo e quando voltei a assistir, ví esse poster la sobre a série como novidade, aquela atmosfera de ficção cientifica dos anos 80.... não pensei duas vezes e cliquei pra assitir, isso foi sexta-feira as 21:00hs e só parei no quarto episódio por volta de 01:00hs da manha. Quando acordei no dia seguinte, ja levantei pensando na série e só parei quando acabou... Galera quem é dos anos 80 como eu, provavelmente vai adorar, a trilha é embalada por algumas musicas dos anos 80 e tem uma trilha q toca quase sempre com aqueles sons dos famosos sintetizadores q marcaram essa época... a historia é ótima, me lembrou muito ET, Viagem ao Mundo dos Sonhos e outros... galera, vale a pena conferir!!! Viva a Nostalgia!!!!
    Leonardo D.
    Leonardo D.

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    4,5
    Enviada em 15 de julho de 2016
    A série nos lembra o filme de Steven Spielberg, "Super 8" e também o videogame Beyond Two Souls, tenho certeza que houver expiração dessas obras para criação da série. A Netflix sempre nós surpreendendo com suas produções.
    Caio M.
    Caio M.

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    5,0
    Enviada em 16 de julho de 2016
    Impressionante como a Netflix não cansa de nos surpreender! Ahhh! Essa série, ela simplesmente traz à tona o sentimento mais gostoso de todo o mundo a NOSTALGIA...
    Cleyton A.
    Cleyton A.

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    5,0
    Enviada em 27 de julho de 2016
    Sem dúvida alguma, série de sucesso da Netflix que mistura em doses homeopáticas terror, suspense, drama, mistério e ficção e é uma das mais envolventes em exibição até o momento em 2016 aqui no Brasil e no mundo e que mesmo cercada de diversos elementos da cultura pop e de releituras daqueles velhos clichês cinematográficos de outros filmes clássicos de sucesso dos anos 80 como E.T - O Extraterrestre, Os Goonies, Conta Comigo, Contatos Imediatos do Terceiro Grau, Alien e outros, a série em si é muito bem amarrada que tais referências passam suavemente desapercebidas ou como um dejavú gostoso para quem viveu a efervescência cultural daquela década. É trama com roteiro bem escrito, iluminação e fotografia digna, feitos espaciais muito bons e que prende a atenção do espectador até o ultimo episódio da temporada de forma bastante fluida, dinâmica, como se todos os episódios fossem na verdade um único filme intervalado. O elenco é afinado entre si e simplesmente fantástico, muitos deles pouco conhecidos na mídia e que protagonizam a maioria das cenas de impacto. O núcleo dinâmico formado por cinco crianças e três adolescentes é estrelado por Mike (Finn Wolfhard, Onze/Eleven/On/El (Millie Bobby Brown), Dustin (Gaten Matarazzo), Lucas (Caleb McLaughlin), Will Byers (Noah Schnapp), Nancy (Natalia Dyer), Steve (Joe Keery) e Jonathan (Charlie Heaton). A mais conhecida da série é a Joyce (Winona Ryder), atriz veterana que atua medianamente em conjunto com o xerife Hopper (David Harbour) como protagonistas, mas se tornam elementos secundários com a excelente afinação do elenco infanto-juvenil que ofuscam suas participações na série. A trilha sonora é empolgante e invejável contendo vários clássicos da música como " Should I Stay or Should I Go – The Clash", "Atmosphere – Joy Division", " Elegia – New Order", " When It’s Cold I’d Like to Die – Moby" e outros. Simplesmente empolgante do início ao fim, chegando a ser viciante até. Confira!
    Tatiana D.
    Tatiana D.

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    4,5
    Enviada em 15 de julho de 2016
    adorei! Stephen King, Guilhermo del Toro,e Spielberg! a ambientação fantástica, trilha sonora deliciosa e o cuidado até no título bem anos 80!
    Ricardo M.
    Ricardo M.

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    5,0
    Enviada em 23 de agosto de 2016
    Passado Presente. Em uma recente entrevista, Ted Sarandos, o diretor de conteúdo da Netflix respondeu a jornalistas que a empresa não divulga seus números de audiência pelo simples motivo que não trabalham para um público específico. De fato isso é notório, já que produções dos mais diversos temas e conteúdos são produzidos em larga escala, sempre visando agradar a todo tipo de espectador, até mesmo aqueles nostálgicos a que se destina a série Stranger Things. Situada em um pequena cidade americana onde todos conhecem todos e tomando como base o ano de 1983, a série tem seu começo de forma misteriosa quando o garoto Will Byers (Noah Schnapp) simplesmente desaparece. Sem vestígios do que possa ter ocorrido, há uma grande mobilização na cidade, envolvendo não somente os adultos, mas também os amigos de Will que topam qualquer investida para descobrir o que aconteceu de fato. As investigações preliminares do chefe de polícia Jim Hopper (David Harbour), direcionam para estranhos testes de uma agência governamental que, mesmo sem ter respostas convincentes de seus dirigentes, deixa a todos com uma pulga atras da orelha sobre o que acontece de fato no local. Paralelo às investigações surge um dos elementos vitais a narrativa série, Eleven (Millie Bobby Brown), uma estranha garota cujo semblante triste pouco revela sobre sua existência, mas que aos poucos vai mostrando ser uma personagem vital para o enredo. Eleven se junta, ainda que involuntariamente, ao grupo de pequenos formado pelos carismáticos Mike Wheeler (Finn Wolfhard), Lucas (Caleb McLaughlin) e Dustin (Gaten Matarazzo), sendo estes um dos pilares da diversão proporcionada pela série, já que a força de vontade e o desejo de descobrir sobre o passado de Eleven e como isso tem relação com o sumiço de Will deixa o espectador atento a todo segundo em que estão em cena. A agência descoberta por Jim está sob o comando do Dr. Martin Brenner (Matthew Modine), um homem misterioso que tem em suas ações a frieza resoluta de alguém que não mede esforços para seguir com suas pesquisas. Modine condensa uma atuação fantástica, já que a situação em que ele se encontra é repleta de dúvidas e questionamentos, mas sua frieza e a total falta de escrúpulos torna-o repugnante a cada novo momento em cena, um vilão notável. David Harbour é outro ator que se destaca com seu personagem Jim, cuja aparição inicial deixa uma sensação equivocada de seu comportamento social, mas quando tem seu passado dramático revelado passamos a torcer não somente pelo sucesso de sua investigação, mas também para que nada aconteça de ruim com ele. Sempre atenta ao que está sendo feito para descobrir o paradeiro de Will está sua mãe Joyce (Winona Ryder), uma mulher simples mas que deixa claro seu imenso amor pelos filhos, chegando a causar pânico pelo desespero de pensar no que possa ter ocorrido com o caçula. Sua atuação pode não ser notável, mas são várias as situações em que a história a coloca sob pressão e que resulta em momentos únicos. Por falar em momentos únicos, a série pode se gabar de ter um amontado de situações em que essa expressão se encaixa. A começar pelo fato de ela se passar no começo da década de 80, o que permitiu um clima estrutural que passeia pela cultura daquela época, fazendo uso de uma infinidade de elementos bem característicos. As músicas que vão desde The Clash (Should I Stay or Should I Go), passando por Toto (Afrika) e até The Bangles (Haxy Shade of Winter), sendo que algumas estão sistematicamente encaixadas no desenvolvimento da história, deixando a brincadeira ainda mais divertida. Isso sem deixar de citar a infinidade de easter eggs presentes em cena como cartazes, trechos de filmes, produtos de consumo, brinquedos e citações a outras produções que deixam o espectador mais atento saborear esse paraíso de referências. Apesar de todo esse amontoado de boas atuações e clima oitentista, a série ainda carrega consigo o trunfo de desenvolver um tenso clima de mistério capaz de causar arrepios pelos motivos certos, sendo eles voltados às explicações que vão sendo moderadamente inseridas para não deixar o espectador perdido, mas ansioso pelo que virá a seguir. Cenas como a da sala iluminada em que um certo individuo conversa com uma certa personagem é, com o perdão do trocadilho, nada menos que brilhante em sua execução e edição. A presença do trio de garotos e da jovem e sempre tristonha Eleven mantém a perspectiva de suspense e expectativa a cada nova descoberta, pois o roteiro respeita a desenvoltura deles como peças chaves para o mistério, mesmo que o sobrenatural paire de forma inteligente no contexto. Contando com um roteiro bem estruturado, uma direção digna de nota e ambientação fantástica, STRANGER THINGS tem em sua primeira temporada um resultado fenomenal, capaz de agradar mesmo o público mais jovem, embora possua dose extra de tempero para quem viveu os gloriosos anos 80. Um elenco bem escolhido para personagens cativantes deixam a diversão completa.
    Douglas F.
    Douglas F.

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    5,0
    Enviada em 25 de julho de 2016
    Para quem de alguma forma viveu ou gosta dos anos 80, a série preenche o vazio que surgiu conforme amadurecemos e percebíamos as falhas de enredo ou os péssimos efeitos especiais dos filmes da década, pois os "conserta". É fantástica, porque em oito episódios se vale de referência básicas do referido período, tais como "Caverna do Dragão", "Arquivo-X", que é dos anos 90, sim eu sei, mas a música da série é uma paródia, devido ao tema, e como não lembrar da "Patrulha Monstro"? "E.T.", além de algumas músicas da trilha sonora serem no teclado, como quase todos os filmes produzidos naquela época. Li críticas que desabonam, mas criticar é fácil, quero ver fazer algo semelhante do gênero. E sim, tomara que façam, porém até o momento não existe nada tão bom. Comecei a ver hoje e só parei de assistir quando a série terminou.
    Guilherme N.
    Guilherme N.

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    5,0
    Enviada em 24 de julho de 2016
    Não dou 1000 estrelas por não ter como. Série espetacular!!! Aquela pra dizer que é fã. Já estou sentindo falta e espero ansiosamente pela 2a temporada.
    Derick O.
    Derick O.

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    5,0
    Enviada em 18 de julho de 2016
    Não tenho palavras para explicar o amor que tenho por essa série, simplesmente não consegui parar de assistir enquanto não acabou. Perfeita, agora estou com saudades kkkkk
    cinetenisverde
    cinetenisverde

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    3,0
    Enviada em 17 de janeiro de 2017
    A Netflix conseguiu mais uma vez. Usando seu algoritmo de análise do que o público quer ver, aí está justamente o que a grande massa adoraria ver: referências doentias aos anos 80 sem qualquer vergonha de se render ao clichê, ou apelar para emoções baratas. As pistas de uma série misteriosa aparecem na primeira cena que são usadas. Além de tudo, o roteiro é preguiçoso.
    Lidy f.
    Lidy f.

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    1,0
    Enviada em 3 de setembro de 2016
    Essa é a série da "moda" no momento. Recebe muitas críticas positivas pela web e decidi não ficar de fora desta baita produção e assisti toda a temporada. Uma palavra para descrevê-la: INFANTIL. Outra palavra? DECEPCIONANTE. Não consigo entender o sucesso. A série gira em torno de um grupo de crianças, aí aparece uma menina misteriosa com um super poder, e claro, a tem monstro. Sério... Parece trama de novela do sbt, cúmplices de um resgate, carrocel e afins. Não posso desmerecer os atores, que fazem ótimas atuações e cenário anos 80 é legal, mas só isso. E isso não é suficiente para uma série seduzir, sendo que atualmente existe outras mil com enredos muito, mas muito superiores.
    Lucas d.
    Lucas d.

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    5,0
    Enviada em 29 de outubro de 2017
    Série excelente de narrativa envolvente e empolgante! Esclarece lacunas deixadas propositalmente na primeira temporada com resultados surpreendentes! Ficou ainda melhor do que a anterior e gera ainda mais expectativa para o terceiro ano!
    Admirador
    Admirador

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    4,5
    Enviada em 25 de julho de 2016
    Olha! A primeira palavra que me vem a mente ao lembrar dos 8 episódios da temporada inicial de Stranger Things é "Excelente"! Todos os ingredientes estão lá: Ambientação nos inocentes anos 80! Bela Fotografia! Suspense! Terror! Ficção! Mistério! Referencias à clássicos daquela época como ET (referencia maior), Goonies, The Thing, The Body, etc. (Há também referência a um filme do Spielberg/JJ Abrams, recente, porém, tbm ambientado na década de 80, chamado Super 8, que é bem legal também! Não assistiu ainda? Assista! Vale a pena!). Um elenco honesto! (não chega a ser brilhante, mas é o suficiente para supreender em alguns momentos e emocionar em outros). Conspiração governamental! (Já ouviu fala em "MH Ultra"? Não! Assista "Arquivos Confidenciais" e "Arquivo X", está lá! Rss). Bons Efeitos! (Bem legais e adequados a proposta da Série). Enfim, mais um ótimo/excelente trabalho da Netflix em mais uma série "Original Netflix"... Não se convenceu ainda a assistir? Está faltando o quê? Só se justifica não assisti-la se não tiver a Netflix disponível... Pensando bem, nem assim, custando R$ 19,90/mês, larga a mão de ser muquirana! Brincadeiras a parte, vale demais mesmo assisti-la! Corre lá! Consumi os 8 episódios em 1 fds! J Freire
    Ricardo L.
    Ricardo L.

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    4,5
    Enviada em 8 de julho de 2019
    Excelente! Segue na mesma pegada das temporadas anteriores, tendo mais ainda citações dos anos 80 e isso é brilhante, roteiro continua perfeito, mas deixou um pouco a desejar no desenvolvimento, quando tenta explicar de mais, mais não estraga essa excepcional temporada ou seja mais uma temporada obrigatória para os cinéfilos de plantão.
    Ricardo M.
    Ricardo M.

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    4,5
    Enviada em 9 de setembro de 2019
    A cidade de Hawkins está em alta por dois motivos: férias escolares e a inauguração de um grandioso shopping center. Esses dois elementos já deveriam ser capazes de ocupar integralmente o grupo de protagonistas, no entanto, uma nova ameaça surge para a turma "liderada" por Mike (Finn Wolfhard) buscar meios para não só identificar o que está deixando moradores locais com estranhos comportamentos, mas também eliminar de vez suas origens. Após duas frutíferas e competentes temporadas, as expectativas por uma terceira temporada de STRANGER THINGS ficam em alta pelos admiradores do ótimo seriado produzido pela Netflix. Nessa nova empreitada, o grupo vivencia uma série de elementos que extrapolam a simples caça aos monstros, haja vista que eles estão entrando, de vez, na puberdade. Os relacionamentos ganham contornos com conflitos, ciúmes, desejos e muitos dos pontos que qualquer adolescente vive ao alcançar certa faixa etária. Entretanto, nada disso destoa do objetivo maior da série e jamais permite que a qualidade reduza criando situações comuns e desnecessárias, mérito total para os irmãos e roteiristas Matt Duffer e Ross Duffer. Valendo citar também o amadurecimento do roteiro ao tratar de outras características sociais, em especial a corrupção e política. Embora já tenha desenvolvido bem o que existe por trás da mitologia do seriado, os produtores e roteiristas mostram mais uma vez que há polpa para ser usada no universo de Stranger Things. A exemplo da segunda, essa terceira temporada faz uso de um vilão que soa coerente dentro das características da série, deixando bem claro que o que é mostrado já estava lá, não precisando reinventar a roda para funcionar bem e nem traindo a inteligência do expectador. Outro ponto destacável e que serve de pano de fundo da série é sua ambientação oitentista. O figurino, canções, adereços, neons e o festival de easter eggs estão novamente inspiradíssimos, culminando em um deleite saudosista para quem viveu aquela época. Fica difícil não procurar por paredes, letreiros, portas ou qualquer local que contenha algo daquele período; sem contar a trilha sonora que mais uma vez serve de aperitivo da melhor qualidade. A esta altura do campeonato é comum se perguntar: o que seria de um produto cinematográfico sem um grupo de protagonistas capazes de manter o público se importando com todos eles? Pois essa resposta vive em cada episódio de Stranger Things. O grupo principal composto por Eleven, Mike, Dustin, Lucas e Will estão cada vez mais à vontade em seus papéis, além de receberem mais alguns personagens vitais para o enredo. A interação entre eles, mostrando o significado da amizade verdadeira soa não somente notável, mas também cativante sob diversos aspectos, que tenderão a oscilar dependendo de quem assiste.
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