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    The Crown
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    Críticas da imprensa
    Média
    4,6
    585 notas e 39 críticas
    distribuição de 39 críticas por nota
    21 críticas
    13 críticas
    4 críticas
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    Kamila A.
    Kamila A.

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    Crítica da 4 temporada
    4,0
    Enviada em 20 de novembro de 2020
    A quarta temporada de "The Crown" se passa no período de 11 anos (1979-1990) em que o Reino Unido esteve sob o comando de Margaret Thatcher, a Dama de Ferro, primeira mulher a ocupar o posto de Primeiro-Ministro no país. Thatcher ascendeu ao poder durante um forte período de recessão, e suas bandeiras de campanha envolviam uma série de iniciativas políticas e econômicas voltadas para tirar o país dessa situação. Nem sempre as suas posições foram bem vistas, porém sua popularidade se manteve quase inalterada por boa parte dos seus três mandatos. Além do pano de fundo político - uma marca de "The Crown" -, assim como visto na terceira temporada da série, o que percebemos é que, cada vez mais, a rainha Elizabeth II (mais uma vez interpretada por Olivia Colman) se torna uma personagem coadjuvante, abrindo espaço para que outras linhas narrativas tenham o mesmo destaque que a sua. No caso da quarta temporada de "The Crown", a história mais importante acaba sendo a que aborda o romance e casamento entre o Príncipe Charles (Josh O'Connor) e a Princesa Diana (Emma Corrin, numa caracterização perfeita). Interessante perceber que Peter Morgan faz um paralelo interessante entre a insegurança, a carência e, por quê não, a falta de carisma que, não só Charles, como outros integrantes da Família Real, possuíam; e a segurança, confiança e natural carisma que Diana possuíam. Mais do que a sombra de Camilla Parker Bowles (Emerald Fennell), o que realmente ficava entre Diana e Charles era a inabilidade dele - e dos demais integrantes da Família Real - de lidar com o magnetismo que a Princesa tinha sobre as pessoas. Voltando ao início da nossa resenha crítica, outro elemento que conta muito a favor na quarta temporada de "The Crown" é a dinâmica do relacionamento entre Margaret Thatcher (Gillian Anderson) e a Rainha Elizabeth II. Peter Morgan foi muito feliz na forma como abordou essas duas mulheres que ocupavam a posição mais alta do poder, em seus respectivos campos. As cenas entre Anderson e Colman são, definitivamente, um ponto alto da série, uma verdadeira aula de atuação e de composição de personagens. Já virou uma tradição também, em "The Crown", que, a cada término do ciclo de um elenco, que o último episódio seja finalizado com uma grande fotografia reunindo todos aqueles que participaram desse período. Em que pese o fato da terceira e da quarta temporada da série não terem sido tão inspiradas quanto as duas primeiras, mesmo assim, "The Crown" continua a chamar a atenção pela qualidade, não só do seu roteiro, como de um casting perfeito. Que venham Imelda Staunton, Jonathan Pryce, Lesley Manville, Dominic West e Elizabeth Debicki.
    Fabricio Menezes
    Fabricio Menezes

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    Crítica da 4 temporada
    5,0
    Enviada em 20 de novembro de 2020
    A melhor temporada até agora, sem sombra de dúvidas. As coadjuvantes deram um show! Destaque pra Margareth Tatcher da Gillian Anderson, que brilhou demais. Que venha a temporada de prêmios pra ela varrer tudo. Merece todos!
    Kamila A.
    Kamila A.

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 25 de abril de 2017
    Baseado na peça teatral The Audience, que foi escrita por Peter Morgan, a série The Crown, produzida pelo canal de streaming Netflix, tem o objetivo de fazer um grande balanço a respeito do reinado de Elizabeth II (na série, interpretada por Claire Foy), que ascendeu ao trono inglês no dia 06 de fevereiro de 1952, aos 25 anos, após a morte de seu pai, o rei George VI (na série, interpretado por Jared Harris). A primeira temporada do seriado enfoca os três primeiros anos do seu reinado, de 1952 a 1955, quando ela teve como Primeiros-Ministros o lendário Winston Churchill (na série, interpretado por John Lithgow) e Anthony Eden (na série, interpretado por Jeremy Northam). Período este que foi de adaptação e de aprendizado para Elizabeth II, na medida em que ela foi aprendendo a ser Rainha no exercício do seu poder. O que chama a atenção na primeira temporada de The Crown é justamente o fato da série, não só nos apresentar os bastidores do poder, como também humanizar personalidades políticas que são conhecidíssimas, mas que, aqui, são apresentadas em todas as suas vulnerabilidades – por exemplo, a abordagem da vida familiar de Elizabeth II e seus parentes mais próximos e a ênfase nas questões de saúde vividas por Winston Churchill, neste período. É certo dizer que o roteirista Peter Morgan tem um certo fascínio pela Coroa britânica, em especial pela figura de sua representante maior, a Rainha Elizabeth II. Não é a primeira vez que ele trabalha com esta personagem – tendo em vista o fato de ele tê-la abordado na já citada peça The Audience, como também no filme A Rainha, dirigido por Stephen Frears, e que relata o delicado momento da morte da Princesa Diana Spencer, em agosto de 1997. Talvez, seu maior triunfo como roteirista, ao fazer a crônica da vida da Família Real Britânica, é fazer com que percamos o senso comum em relação à monarquia, à vida de princesa e de rainha. Elizabeth Spencer, assim como seu pai, o Príncipe Albert, não pediu para ser Rainha/Rei e, muito menos, quis ver a sua vida particular ser relegada à vontade dos outros ou àquilo que as leis que regem a Família Real Britânica ditam que é o mais adequado a ser feito. Entretanto, o que chama a atenção na figura da Rainha Elizabeth II, que está no centro dos acontecimentos mais importantes do mundo pelos últimos 64 anos (reinado mais longo da história da monarquia britânica) é a sua resiliência, força e, principalmente, os sensos de responsabilidade (de compreender o que significa a instituição monárquica na Inglaterra, com toda a sua tradição) e de cumprimento do dever. Todo nosso respeito e admiração a ela!
    Kamila A.
    Kamila A.

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    Crítica da 3 temporada
    3,0
    Enviada em 17 de fevereiro de 2020
    A terceira temporada de The Crown, série criada por Peter Morgan, enfoca o reinado de Elizabeth II (agora interpretada pela vencedora do Oscar Olivia Colman) no período de 1963 até o ano de 1977, quando a monarca celebrou o seu Jubileu de Prata (o que significa o 25º aniversário de seu regime à frente da Inglaterra). Pela primeira vez desde o início da série, The Crown afasta um pouco o olhar da Rainha e volta as suas atenções aos personagens coadjuvantes da série, em especial às subtramas que envolvem a Princesa Margaret (agora interpretada por Helena Bonham-Carter) e sua crise no casamento com Antony Armstrong-Jones (Ben Daniels), bem como o seu “ressentimento” pelo seu papel na Família Real, uma vez que ela se considera uma personalidade muito mais magnética que a da irmã; e o Príncipe Charles (Josh O’Connor), principalmente o seu conflito entre o processo natural de amadurecimento versus o seu destino como sucessor da rainha, o que o impede de viver sua vida pessoal/profissional com a independência que ele gostaria. Ou seja, na terceira temporada de The Crown, vemos os personagens coadjuvantes adquirirem uma importância tão maior ou igual que a da Rainha Elizabeth II e do Príncipe Philip (agora interpretado por Tobias Menzies) em temporadas anteriores. Como de costume, vemos a abordagem de elementos históricos importantes, no decorrer dos episódios, como a chegada do homem à Lua, o falecimento de Winston Churchill, a visita oficial de Margaret aos Estados Unidos (onde ela pediu ajuda financeira ao então presidente Lyndon Johnson), o desastre na cidade de Aberfan, a investidura do Príncipe de Gales, dentre outros. O diferencial de The Crown em relação a outras séries que abordam elementos históricos é que Peter Morgan aproveita estes acontecimentos e os liga às histórias pessoais de cada personagem. Apesar da costumeira qualidade dos episódios e do magistral elenco, a terceira temporada da série nos deixa com a sensação de ser muito mais anticlimática, quando comparada com as anteriores. Talvez, isso seja um indicativo do momento de transição pelo qual The Crown passou nesta terceira temporada.
    Rodrigo Gomes
    Rodrigo Gomes

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    Crítica da série
    4,0
    Enviada em 2 de agosto de 2020
    Excelente série sobre a monarquia. Mesmo que de forma ilustrativa, trás com realidade os fatos por trás da perfeição imaculada da realeza britânica, os tirando do pedestal do mundo. Pessoas comuns que lutam por manter aparências para perpetuar uma dinastia bela.
    Kamila A.
    Kamila A.

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    Crítica da 2 temporada
    4,0
    Enviada em 29 de janeiro de 2018
    Em sua segunda temporada, o programa The Crown enfoca o período de 1957 a 1964, do reinado de Elizabeth II (mais uma vez interpretada por Claire Foy), quando a monarca enfrentou transformações do ponto de vista pessoal – neste período, nasceram seus dois filhos caçulas, os Príncipes Andrew e Edward – e também se deparou com algumas crises políticas, como a de Suez, a sucessão de poder entre os Primeiros-Ministros Harold Macmillan (Anton Lesser) e Alec Douglas-Home, a visita a Gana e também o encontro com o então Presidente dos Estados Unidos, John Fitzgerald Kennedy (Michael C. Hall), e sua esposa, Jacqueline Kennedy (Jodi Balfour). Entretanto, o ponto principal da segunda temporada de The Crown é o relacionamento entre Elizabeth II e seu marido, o Duque de Edinburgh, Príncipe Philip (mais uma vez, interpretado por Matt Smith). Nos primeiros episódios da temporada, ambos estão separados, uma vez que Philip embarca numa viagem de volta ao mundo a bordo do iate real, causando rumores de uma possível separação entre os dois. A série indica um trato feito entre rainha e príncipe, de permanecerem juntos até o fim, e a isso faz referência a cada percalço que os dois passam. The Crown invade ainda mais a privacidade do Palácio de Buckingham ao nos mostrar o desenrolar do relacionamento entre a Princesa Margaret (mais uma vez, interpretada por Vanessa Kirby) e o fotógrafo Antony Armstrong-Jones (Matthew Goode), que terminou em um casamento; e também ao acompanhar o Príncipe Charles (Billy Jenkins) em seu processo de crescimento, quando foi apontado como um menino extremamente tímido e sensível e que era encarado de forma bastante dura pelo pai. A segunda temporada de The Crown termina de uma maneira perfeita, quando toda a Família Real Britânica está reunida para um retrato de família. Naquela harmonia, não percebemos todas as fissuras, dissabores e ressentimentos que unem aquelas pessoas e que ficam tão perceptíveis quando acompanhamos esses episódios. Entretanto, ao mesmo tempo, fica a sensação desta mesma cena ser um grande tributo a esse elenco maravilhoso das duas primeiras temporadas da série, que, na terceira temporada, deixarão seus papeis e serão substituídos por outros atores. Sem dúvida, sentiremos a falta deles!
    Jóckisan A.
    Jóckisan A.

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 3 de dezembro de 2016
    The Crown é uma série de muitas qualidades, que conta a história do começo do reinado da Rainha Elizabeth II, e sua relação com sua família, com o primeiro-ministro e com o governo, nos fazendo ter uma imersão desse mundo, que nem sempre e como imaginamos ser, e da qual temos curiosidade de saber como é. Leiam a minha resenha completa no link abaixo:
    Luana O.
    Luana O.

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    Crítica da 3 temporada
    4,0
    Enviada em 16 de agosto de 2020
    Incrível como essa obra é completa. Atuações, figurinos, roteiro, tudo é feito num grande primor. Sou muito fã da Olívia Colman, mas detestei ela no papel, ficou pesada, sem vida, robótica, a antiga atriz ainda trazia um "carisma" pra personagem. Fora isso, o resto foi perfeito
    Astria G
    Astria G

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 6 de dezembro de 2016
    Esta série é realmente ótima, mas o episódio 9 dessa primeira temporada é espetacular. Eu já era fã de John Lithgow, um ator magnífico que vai do drama a comédia com a mesma facilidade, mas ele conquistou eternamente meu respeito como ator na sua brilhante interpretação de Sir Winston Churchill. O episódio conta o momento em que um retratista pinta seu quadro numa homenagem aos seus 80 anos de idade. As conversas entre o pintor e o estadista são um deleite. Sir Churcill deve estar feliz lá onde se encontra. Eu estaria. Magnífico. Imperdível.
    Gabriel Schell
    Gabriel Schell

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    Crítica da série
    4,5
    Enviada em 19 de novembro de 2016
    Série simplesmente incrível! Mais uma vez a Netflix acertando em cheio em suas produções. Como fora noticiado pelas mídias, o investimento milionário feito pela empresa teve resultado, os cenários, as vestimentas, tudo extremamente detalhado e se aproximando ao máximo da realidade. As duas coisas que mais me chamaram atenção na série foram a arte de imagem, que é incrível se alternando entre a realidade em HD para imagens feitas como se estivessem sendo transmitidas pelos televisores da época, tal característica dá uma submersão ao telespectador inacreditável. A outra característica que me marcou foi a evolução da Rainha Elizabeth com o passar da série, na qual no início ela é uma e depois se transforma junto com o desafio de ser rainha, esposa, irmã e filha ao mesmo tempo sem uma atrapalhar a outra. Espero ansiosamente por mais temporadas de The Crown !
    Carolina D.
    Carolina D.

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 11 de novembro de 2016
    The crown é uma excelente série. Tem ótimos atores e atrizes um cenário espetacular e muito realista. O figurino é de tirar o fôlego. Porém acredito que não seja para um público em geral. Trata das questões ligadas à coroa britânica não como fofoca mas como um romance-documentário. Não sei se existe um gênero assim. O que quero dizer é que trata de forma respeitosa as especulações sobre o reinado de Elizabeth II e também relata fatos históricos verídicos sem diminuir ou engrandecer nenhuma das personagens da trama. Não é uma série dinâmica é um romance político para quem gosta de história mas não é amante de documentário.
    Reginaldo S.
    Reginaldo S.

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 27 de dezembro de 2016
    A melhor série do ano: interpretações fenomenais, fotografia de tirar o fôlego, cenografia digna de ganhar um Oscar...... Os nerds, das de FLASH E Séries, vão odiar.......É série para quem gosta de cinema!
    Fabricio Menezes
    Fabricio Menezes

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    Crítica da 2 temporada
    3,0
    Enviada em 21 de agosto de 2020
    A segunda temporada deu uma queda gigante na qualidade. Alguns episódios monótonos e sem graça. O que salva são as atrizes principais, que dão um show, e a produção excelente! O roteiro deixou mt a desejar, principalmente se comparado ao da primeira. Espero que a terceira temporada seja melhor. Com o ótimo elenco novo, ela promete.
    Miguel F.
    Miguel F.

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    Crítica da 2 temporada
    5,0
    Enviada em 11 de dezembro de 2018
    A série é muito boa é um pouco diferente da primeira mais é boa igualmente. Uma das melhores séries originais da NETFLIX.
    Miguel F.
    Miguel F.

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    Crítica da 1 temporada
    5,0
    Enviada em 11 de dezembro de 2018
    Ótima série uma das melhores séries originais da NETFLIX, a série conta com excelentes atuações. Os detalhes dos cenários e das roupas sao ótimos, o roteiro também é muito bom em geral uma ótima série de drama.
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