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    Michelangelo Antonioni

    Estado civil

    Atividades Diretor , Roteirista , Montador mais
    Nacionalidade
    Italiano
    Nascimento 29 de setembro de 1912 (Ferrara, Emilia-Romagna, Itália)
    Morte 30 de julho de 2007 aos 94 anos de idades (Roma, Lazio, Itália)

    Biografia

    - Em 1985 sofreu um derrame, que deixou parte de seu corpo paralizado e o impossibilitou de falar;

    - O Oscar que ganhou foi roubado de sua casa, em dezembro de 1996.

    Primeiras aparições nas telas

    Crimes da Alma
    Crimes da Alma
    Data de lançamento desconhecida

    Carreira em destaque

    66
    Tempos de carreira
    0
    Premiação
    38
    filmes
    0
    Series
    0
    Indicação
    0
    Filme

    Gêneros favorito

    Drama : 65 %
    Documentário : 15 %
    Comédia dramática : 12 %
    Comédia : 8 %

    No AdoroCinema:

    0
    Vídeo
    131
    Imagens
    5
    Notícias

    Trabalhou bastante com

    Richard Harris
    2 filmes
    As Três Faces de Uma Mulher (1965), O Deserto Vermelho (1964)
    A Aventura (1960), As Amigas (1955)
    Jeanne Moreau
    2 filmes
    Além das Nuvens (1995), A Noite (1961)
    Wim Wenders
    2 filmes
    Além das Nuvens (1995), Quarto 666 (1982)
    Lucia Bosè
    2 filmes
    A Dama Sem Camélias (1953), Crimes da Alma (1950)
    Além das Nuvens (1995), A Noite (1961)
    Gino Cervi
    2 filmes
    A Dama Sem Camélias (1953), Crimes da Alma (1950)
    12 registi per 12 città (1989), Amores na Cidade (1953)
    Além das Nuvens (1995)
    12 registi per 12 città (1989)
    Comentários
    • Rafael Vespasiano
      Zabriskie Point é um trabalho apenas regular, da excelente filmografia, do diretor Michelangelo Antonioni. Um produto da "contracultura", talvez por isso, visto no século XXI, pareça tão datado. É uma empreitada infeliz do cineasta italiano em Hollywood. Talvez o que mais se destaque no filme seja a frase: FUCK YOU, AMERICA!, o que levou à censura do filme, por parte dos produtores do mesmo à época. Regular.
    • Rafael Vespasiano
      A noite:Uma verdadeira obra-prima do cinema intimista de Michelangelo Antonioni, segunda parte da famosa e dita "Trilogia da Incomunicabilidade", formada além de "A Noite", por "A Aventura" e "O Eclipse". Com "A Noite", Michelangelo Antonioni ganhou o Urso de Ouro no Festival de Berlim, em 1961, com uma direção primorosa e com atuações magníficas de Marcello Mastroianni, Jeanne Moreau e Monica Vitti! O casal vivido por Mastroianni e Moreau está passando por uma crise no seu relacionamento amoroso, além de cada um está passando por uma crise existencial pessoal e particular, temos também momentos muito melancólicos e angustiantes, mostrando o vazio/crise existenciais dos dois, muito bem explorado pelo diretor através de tomadas onde o silêncio contemplativo é total e vale mais que mil palavras! O casal embarca numa longa noite, onde terá que resolver todos os seus problemas de relacionamento entre si e consigos mesmos, para acontecer isso, terão que se comunicar, coisa difícil, nesse filme, dada a alta incomunicabilidade entre os dois. Obra-Prima do cinema intimista e reflexivo mundial! Antonioni é um verdadeiro gênio! nota: dez!
    • Rafael Vespasiano
      Além das Nuvens:Mais uma vez Antonioni envereda pelas questões existenciais, nesse caso, um diretor de cinema (Malkovich impecável!), busca inspiração fazendo uma jornada por várias cidades italianas, porém essa jornada além de buscar inspiração para seu próximo filme, traz para ele reflexões e possíveis respostas para seu vazio interior. Nota: 7.
    • Rafael Vespasiano
      Deserto vermelho:Antonionni meio que dá seqüência em Deserto Vermelho, a trilogia da incomunicabilidade (formada por A Aventura, A Noite e O Eclipse). Deserto Vermelho é mais uma vez uma reflexão sobre questões existenciais, envoltas numa atmosfera de amargura, solidão, melancolia e angústia. O silêncio é mais importante que mil palavras/diálogos, já diz tudo (os atores estão em ótimas atuações). Ótimo! Nota: 10.
    • Rafael Vespasiano
      Profissão Repórter:   Antonioni mostra um jornalista vivendo uma crise existencial, e além de tudo uma vida degradante, sem expectativa de melhora, quando surge uma oportunidade, digamos inusitada. Nicholson como sempre em ínterpretação excelente. Nota: dez.
    • Rafael Vespasiano
      Blow-up:     Gosto muito do diretor Antonioni, mas nesse filme, ele não foi como costuma ser, ou seja, um gênio. Blow-up conta uma história interessante, mas fica nisso, para mim as interpretações dos atores ficaram a desejar também. Nota: 7.
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