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    25 séries canceladas cedo demais
    Por Laysa Zanetti com colaboração de Katiúscia Vianna — 26 de mai. de 2018 às 09:18
    Atualizado 10 de mar. de 2020 às 19:25
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    Vamos abrir essas feridas?

    Todos os anos, fãs de séries têm um encontro marcado com a tristeza. É praticamente inevitável ver, vez ou outra, uma de suas queridinhas ser cancelada cedo demais, deixando para trás todo o potencial não explorado, personagens que deveriam ganhar mais espaço, histórias que deveriam ter sido vistas por mais pessoas, mas não foram. E foi pensando nisso que listamos aqui 25 séries cujos cancelamentos ainda doem.

    Confira abaixo a nossa lista. Concorda com ela?

    Anne With an E (CBC/Netflix, 2017-2019)

     

    Com um público leal de fãs, Anne With an E adaptava os livros de Lucy Maud Montgomery ao acompanhar as aventuras de uma jovem orfã (Amybeth McNulty) que era adotada por um casal de irmãos no século XIX. Mesmo sendo elogiada por falar sobre temas importantes como feminismo, preconceito e empoderamento; a parceria da CBC com a Netflix foi cancelada em sua terceira temporada — após sua exibição no Canadá e antes de seus episódios finais entrarem para a plataforma mundial. O público logo começou uma campanha e #RenewAnneWithAnE virou um dos temas mais falados nas redes sociais. Mas, mesmo assim, parece que a série não será resgatada.

    The OA (Netflix, 2016-2019)

     

    É até difícil resumir The OA em uma sinopse, mas vamos tentar: a trama gira ao redor de de Prairie Johnson (Brit Marling), uma jovem mulher que reencontra seus pais adotivos após passar anos desaparecida. O estranho é que a loira era cega quando sumiu, mas agora pode enxergar normalmente. Ela então seleciona um grupo de jovens para ouvir sua história, que culmina em diferentes dimensões e realidades; uma coreografia sobrenatural e polvos falantes.

    A segunda temporada de The OA termina em um grande cliffhanger, deixando fãs ansiosos pelos novos episódios... que não virão. Aparentemente, a Netflix só queria liberar a produção de um telefilme para encerrar a história, enquanto Brit Marling tinha planejado cinco temporadas para a história. Com diferentes visões, o cancelamento aconteceu.

    Ninguém Tá Olhando (Netflix, 2019)

     

    Criada e dirigida por Daniel Rezende, a trama girava ao redor de angelus - termo certo para chamar os anjos da guarda; uniformizados de camisa, gravata e asas discretas, e que devem seguir regras bizarras. Sem aceitar o estranho manual, o novato Uli (Victor Lamoglia) quebra as normas e faz de tudo para ajudar os humanos. Mesmo com um elenco formado por Kéfera BuchmannJúlia RabelloLeandro RamosThati LopesDanilo de MouraAugusto Madeira e Projota; a Netflix decidiu cancelar a elogiada série. Dentre as razões divulgadas pela mídia, estavam a baixa audiência e alto custo de produção.

    The Gifted (Fox, 2017-2019)

     

    A série ambientada no universo dos X-Men acompanhou, por duas temporadas, uma família em fuga do governo que pretende eliminar os mutantes, e encontra uma sociedade clandestina organizada em grupos com diferentes visões políticas. O elenco era recheado: Stephen MoyerAmy AckerPercy Hynes-WhiteNatalie Alyn LindJamie ChungEmma DumontBlair RedfordSean TealeSkyler Samuels e Grace Byers.

    Mas a audiência não cresceu o suficiente para manter os custos de tal produção, sendo cancelada após duas temporadas. A aquisição da Fox pela Disney não ajudou. O showrunner Matt Nix cogitou resgatar a série em plataformas de streaming, mas nenhum acordo foi feito.

    Santa Clarita Diet (Netflix, 2017-2019)

     

    Outra que terminou em cliffhanger, série acompanhava um casal de corretores (Drew Barrymore e Timothy Olyphant) com uma vida pacata no subúrbio — até o dia em que Sheila se transforma em uma zumbi. Mesmo com apoio da crítica e com um nome de peso como Barrymore, a comédia não conseguiu garantir uma renovação para a quarta temporada.

    Em declaração oficial, a chefe de conteúdo Cindy Holland explicou que uma combinação de fatores influenciou a decisão: "Quando estamos investindo, decidimos o quanto investimos baseado na audiência que vai aparecer. Se a audiência não aparece, pensamos na razão para continuar investindo em algo que não está se saindo tão bem quanto esperávamos. Obviamente, sucesso de crítica é importante, mas estamos tentando fazer o dinheiro de nossos investidores valer – é deles, não nosso."

    Limitless (CBS, 2015-2016)

    Com uma temporada apenas e 22 episódios, a série trata-se de uma adaptação do filme homônimo protagonizado por Bradley Cooper, Sem Limites. Aqui, a história acompanha Brian Finch (Jake McDorman), que entra em contato com o NZT-48 e assim torna-se capaz de acessar as capacidades máximas de seu cérebro. Como não poderia ser diferente — sobretudo tratando-se de uma série da CBS —, ele passa a trabalhar como consultor do FBI, ao lado da agente Rebecca Harris (Jennifer Carpenter).

    A temporada conta até com algumas participações esporádicas de Bradley Cooper reprisando o seu personagem do longa, e era inventiva, com bom elenco e visualmente notável, expandindo a história original com criatividade e diversão. Infelizmente, não foi o bastante para que a CBS a renovasse. No Brasil, está no catálogo da Netflix.

    Sweet/Vicious (MTV, 2016-2017)

    Duas estudantes universitárias, com aparentemente nada em comum. Ophelia (Taylor Dearden) está mais preocupada com sua cannabis do que com os estudos, rejeita o pertencimento a qualquer grupo e trabalha em uma loja de discos. Jules (Eliza Bennett) é a ideal garota da irmandade, tentando levar uma vida perfeita. Quando elas se conhecem, as duas passam a trabalhar juntas secretamente, como vigilantes do campus universitário. O objetivo? Trazer justiça para todas as garotas que sofreram abuso sexual, e levar os homens que os cometeram a pagarem pelo crime.

    Sweet/Vicious teve apenas uma temporada e dez episódios, e apesar de ter sido elogiada pela crítica internacional, a modesta audiência fez com que a MTV a desse por encerrada. A criadora, Jennifer Kaytin Robinson, até tentou levá-la para outra emissora, mas sem sucesso. Quem diria que, cerca de um ano depois do cancelamento, ela poderia ter sido tão relevante? Uma pena.

    Faking It (MTV, 2014-2016)

    Outro arrombo no coração patrocinado pela MTV, Faking It era a história de Amy (Rita Volk) e Karma (Katie Stevens), melhores amigas desde a infância, que ao chegarem em um novo colégio, decidem se passar por namoradas para ganharem popularidade. O problema é que Amy acaba se apaixonando de verdade por Karma, que só tem olhos para Liam Booker (Gregg Sulkin).

    A série contou com três temporadas, 38 episódios, e faltava apenas uma para que Carter Covington encerrasse a história. Novamente a pouca audiência é a justificativa para o cancelamento de uma das poucas séries de comédia romântica com temática e personagens LGBT+ como protagonistas. Mas se você quer saber o que teria sido o final, o criador conta.

    Happy Endings (ABC, 2011-2013)

    Alex (Elisha Cuthbert) e Dave (Zachary Knighton) estão de casamento marcado, tudo pronto para o grande dia, mas no último segundo ela decide abandoná-lo no altar. Mas depois disso, eles precisam aprender a conviver juntos novamente, pelo bem do grupo de amigos que inclui o casal Jane (Eliza Coupe) e Brad (Damon Wayans Jr.), Penny (Casey Wilson) e Max (Adam Pally).

    Cancelada após três temporadas e 57 episódios, Happy Endings não era nada parecida com as demais comédias de grupos de amigos que vêm à cabeça. A mistura de comédia com sinuosas quebras de paradigmas fez da atração uma queridinha da crítica, mas apesar disso, ela chegou ao seu precoce fim, com direito a final aberto e tudo.

    One Mississippi (Amazon, 2015-2017)

    A comédia com requintados tons de drama é baseada na vida da própria criadora e protagonista, Tig Notaro, e a traz voltando para casa, no Mississippi, após o falecimento da mãe. Tig precisa enfrentar traumas do passado, se reconciliar com a família e se adaptar à rotina do interior.

    One Mississippi às vezes é cruelmente existencialista, mas sempre há um detalhe cômico nos diálogos mais profundos. Apesar do baixo orçamento, foi cancelada pelo Amazon Prime Video, onde as duas temporadas estão disponíveis.

    Togetherness (HBO, 2015-2016)

    A série criada pelos irmãos JayMark Duplass para a HBO trazia as histórias emaranhadas de uma família: Brett (Mark Duplass) e Michelle (Melanie Lynskey) são um casal com filhos, que dividem a rotina com a irmã dela, Tina (Amanda Peet) e o amigo Brett (Steve Zissis).

    A premissa simples de Togetherness faz o que poucas comédias conseguem fazer com precisão: olhar para a vida adulta, com filhos, contas e compromissos, e tirar dali algo de cômico e inusitado. A série, aliás, foi uma das favoritas de J.J. Abrams quando estava no ar, e suas duas temporadas estão disponíveis no HBO Go.

    Agent Carter (ABC, 2015-2016)

    A continuação da história de Peggy Carter (Hayley Atwell), que precisa balancear o trabalho administrativo com as missões secretas após o fim da Segunda Guerra Mundial. Ela é encarregada de limpar o nome de Howard Stark (Dominic Cooper), com a ajuda de Edwin Jarvis (James d’Arcy).

    Situada após os eventos de Capitão América: O Primeiro VingadorAgent Carter teve aprovação da crítica, que destacou o fato de a série focar antes em Peggy como pessoa e depois como heroína. Mas a má divulgação e a baixa audiência fizeram com que a série fosse cancelada após 18 episódios. Fãs fizeram campanhas pela renovação e pelo resgate da série, mas foi em vão. No Brasil, está no catálogo da Netflix.

    Deadwood (HBO, 2004-2006)

    Faroeste que se passa por volta de 1870 em Deadwood, na Dakota do Sul, a série trouxe temas que incluíam a formação de comunidades e o crescimento dos campos para as cidades. Criada por David Milch para a HBO e com um extenso elenco, Deadwood foi amplamente baseada no que de fato se sabe a respeito da época, com a intenção de estudar a formação das civilizações e na "organização a partir do caos."

    A série foi cancelada após três temporadas e 36 episódios, com a promessa de uma conclusão com um telefilme (ou dois) no ar desde 2006. A última notícia é que o filme pode começar a ser rodado no segundo semestre de 2018, apesar de ainda não ter sido oficialmente anunciado.

    Bunheads (Freeform, 2012-2013)

    Criada por Amy Sherman-Palladino (Gilmore Girls), a série acompanha Michelle Simms (Sutton Foster), uma bailarina que se torna showgirl de Las Vegas e se casa num impulso, para depois começar a trabalhar com a sogra em sua escola de balé.

    Apesar da recepção positiva da crítica, que destacou o estilo de escrita de Sherman-Palladino, o retorno ao charme de Gilmore Girls com muita diversão e pitadas de drama. Mesmo assim, a então ABC Family (atual Freeform) a decepou após 18 episódios.

    Everything Sucks! (Netflix, 2018)

    Movida pelo saudosismo da década de 1990, Everything Sucks! trazia a história de amadurecimento de Kate Messner (Peyton Kennedy) e Luke O’Neil (Jahi Di'Allo Winston), com um improvável grupo de amigos e muitos dramas de colégio, um duelo entre o Clube do Vídeo e o Clube do Teatro e muitas autorreferências com a produção de um filme estudantil.

    Sem ser exatamente inovadora, a primeira (e única) temporada de Everything Sucks! tem lá seus pecados e seus excessos, mas era leve e tinha muito espaço para crescer. Infelizmente, a Netflix decidiu não dar esta chance.

    The Get Down (Netflix, 2016-2017)

    “Shaolin's the DJ that we call conductor cuz Shaolin Fantastic's a bad motherf—”

    Criação de Baz LuhrmannThe Get Down trazia a história da ascensão do hip-hop durante os dias de glória da Disco Music, focada nos jovens negros dos subúrbios de Nova York e em como reverteram sua própria narrativa com a conexão com política, religião e músicas de protesto.

    Repleta dos excessos visuais que se espera de uma obra de Luhrmann, The Get Down trata-se de um drama musical com elenco competente e carismático, que tinha também seus óbvios problemas de ritmo, mas oferecia um olhar particularmente especial de um tema pouco explorado na TV. Contou ao todo com 11 episódios, disponíveis na Netflix.

    Sense8 (Netflix, 2015-2018)

    Definitivamente o cancelamento da Netflix que mais fez barulho nas redes sociais, Sense8 é uma complexa história que conecta oito pessoas que não têm aparentemente nada em comum, moram em locais completamente diferentes do globo e também não entendem exatamente por que de repente estão compartilhando pensamentos. Criada pelas irmãs Wachowski (da trilogia Matrix), a série foi cancelada pela Netflix após duas temporadas, devido aos altos custos de produção.

    Após o cancelamento e as inúmeras movimentações de fãs pelo resgate, a Netflix cedeu (um pouco) e produziu um capítulo final para a história, que chega ao streaming em junho.

    Pitch (FOX, 2016)

    Dan Fogelman deu duas crias para a televisão em 2016. Uma para a NBC, This Is Us, um sucesso de público com lágrimas garantidas, e outra para a Fox, cancelada abruptamente após 10 episódios. Pitch conta a história de Ginny Baker (Kylie Bunbury), uma arremessadora que torna-se a primeira mulher a jogar na Major League de baseball. Enfrentando o preconceito e os fantasmas de seu passado, ela precisa provar para todos que merece estar ali.

    Apesar do ineditismo da história, a trama não convenceu o público e acabou fazendo números modestos de audiência, motivo por que foi cancelada.

    Enlightened (HBO, 2011-2013)

    Laura Dern interpreta a auto-destrutiva Amy Jellicoe, que após ter uma crise nervosa no trabalho, resolve sair para um retiro espiritual e repensar suas atitudes. Ela volta para a casa da mãe (e para o trabalho) disposta a mudar quem é, retornar ao antigo posto e implementar novas estruturas organizacionais, mas vai acabar descobrindo da pior forma possível que está sempre muito longe do ideal.

    A série foi cancelada pela HBO após duas temporadas, e embora tenha tido um final conclusivo, deixou saudades. Está disponível no HBO Go.

    Dead Like Me (Showtime, 2003-2004)

    Criação de Bryan FullerDead Like Me acompanha a jovem Georgia Lass (Ellen Muth), que aos 18 anos, sem saber o que fazer da vida, morre. Mas é aí que sua história começa: ela torna-se uma das ceifadoras da morte, e então descobre qual era realmente o trabalho para o qual nasceu. Ou morreu.

    Problemas nos bastidores, conflitos entre Bryan Fulller e a MGM Television e abandono por parte do elenco fizeram com que a série fosse cancelada sem cerimônia após duas temporadas e 29 episódios. Posteriormente, foi produzido o filme Dead Like Me: A Morte Lhe Cai Bem.

    Lucifer (FOX, 2016-2018)

    Um diabo entediado abandona o inferno e vai para a Terra abrir um piano-bar. Com Tom Ellis, Lauren German, D.B Woodside, a série da Fox foi cancelada após três temporadas, para o desespero dos fãs. Felizmente, a série foi salva pela Netflix, onde caminha para sua quinta temporada.

    Don’t Trust the B—— in Apartment 23 (ABC, 2012-2013)

    Cartão de visitas de Krysten Ritter antes de se tornar Jessica JonesApartment 23 acompanha a descontrolada Chloe, festeira, mais preocupada com a bebida que com as contas, bastante irresponsável. Sua vida muda quando começa a dividir o apartamento com June (Dreama Walker), e apesar das diferenças elas acabam tornando-se amigas.

    Apesar da fórmula gasta, a série ganha espaço pela excentricidade refrescante de Chloe, que faz da comédia algo até mesmo com ares progressistas. Com o cancelamento, os últimos episódios da segunda temporada estão fora de ordem, mas todos estão disponíveis na Netflix.

    Dollhouse (FOX, 2009-2010)

    Série de Joss WhedonDollhouse acompanha a organização homônima, que emprega homens e mulheres que podem ser qualquer coisa, a partir da implantação de memórias falsas. O problema começa quando Echo (Eliza Dushku) passa a ter consciência do que ela já fez, representando um problema para a Dollhouse — que, aliás, está sendo investigada por uma agente do FBI.

    Apesar da recepção morna dos cinco primeiros episódios, muitos críticos consideraram a segunda parte da primeira temporada uma melhora na qualidade, e se empolgaram com a renovação para a segunda temporada — a Fox havia "aprendido", com o memorável e injusto cancelamento de Firefly, a dar uma chance para as séries de Whedon. Mesmo assim, a segunda temporada foi a última, tendo sido concluída em janeiro de 2010, fechando os 26 episódios.

    Go On (NBC, 2012-2013)

    Protagonizada por Matthew PerryGo On acompanhava um radialista, apresentador de um programa esportivo, Ryan King. Ele tenta superar a morte da esposa, e para isso busca um grupo de apoio, o que o faz sair completamente de sua zona de conforto.

    Apesar das críticas favoráveis, e até algumas boas comparações ao estilo de Community, a NBC a cancelou com uma temporada e 22 episódios.

    The Crazy Ones (CBS, 2013-2014)

    Criada por David E. Kelley (Big Little Lies) e protagonizada por Sarah Michelle Gellar e o saudoso Robin WilliamsThe Crazy Ones gira em torno da agência publicitária Roberts & Roberts, liderada por pai e filha, que criam maneiras inusitadas de manter os clientes sempre fiéis.

    Com uma temporada de 22 episódios, a série teve uma recepção morna da crítica, que apontou um certo ar cartunesco na trama, mas ainda assim com charme agradável. Posteriormente, o próprio E. Kelley tornou-se ávido crítico da condução da série, que foi cancelada após 22 episódios.

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    Comentários
    • Skine
      A maioria é da Netflix pq eles tem essa visão horrível sobre cancelamento. Parece que se preocupa demais em atrair novos clientes e nada em cativar os que tem. Felizmente, algumas muito boas foram resgatadas, como Tuca & Bertie e One Day at a Time. Mas já outras, como a maravilhosa The Get Down, não tiveram a mesma sorte. Enquanto isso, algumas séries ganham uma longa sobrevida desnecessária como 13 Reasons Why.
    • Renato Pedrosa Almeida
      Essa Limitless parece O Mentalista, mas com drogas.
    • FSociety
      Verdade faltou essa ai na lista.
    • FSociety
      Limitles (2015-2016) essa sim poderiam ter dado mais uma chance, pois quando a história estava ficando bem elaborada e a história ficando interessante o canal cancelou a serie achei uma pena.
    • Danilo Hara
      The Following =(
    • mruggeri182
      Como assim fazem uma lista de séries canceladas muito cedo e não tem Marco Polo?
    • Tatiana C
      Poderia ter colocado Forever tbm. Uma série mto boa, mas q acabou cedo de mais
    • DarkUnknownz
      Essa era bacana demais! Adorava essa série.
    • Pyke
      Pushing Daisies....
    • Alexandre Reis
      Lucifer acabou sendo renovada.
    • Renato Tadeu C.
      Poucas pessoas vão aceitar ou se lembrar, mas acredito que Caprica poderia ter tido uma sorte melhor....
    • Nil WINCHESTER
      Dei graças a Deus que foi cancelada série mais chata,piadinhas muito forçadas e aquela aprendiz de coringa pra mim é a pior vi um pouco por causa do Ed Quinn fora isso muitoooooooooooo chata
    • isaac alves
      entao eu nem achei ruim eles terem ficado felizes para sempre no final, oq mais me incomodou foi a filha do barbie com a Et la.... algumas series tem a mania de destruir todo o enredo criando um personagem q cresce rapido, saca?! aquele q era um bebe e de repente ja esta na fase adulta, nossa isso me irrita mt (quase tanto quanto reboot).... poucas series conseguem fazer isso de maneira q vc nao se incomode com isso (supernatural 13º temporada e Znation)....
    • Brian Finch
      Tem a série solo dele, mas só que é em animação: Constantine - Cidade dos Demônios. Não sei se tem em pt/br, mas dá uma procurada depois. Se o Matt Ryan (Constantine) se destacar no papel em LoT (óbvio que vai) é possível que a CW reveja e dê outra oportunidade para a série solo dele.Quanto a Under the Dome, a série começou bem, pelo menos a primeira. Todo aquele lance da Julia ter relação com as borboletas lá (não lembro bem, faz tempo que assisti kk), todo um mistério para saber o motivo da vinda do domo e tudo mais foi bem legal de acompanhar. Mas aí introduziram coisas que, no livro deve fazer sentido, mas a maneira como foi posta na série deixou várias dúvidas. E sem falar naquele final tosco, onde todo mundo viveu feliz para sempre, mas com um pulga atrás da orelha por causa da filha dos ets que começou a caçar um por um.
    • Brian Finch
      A pior coisa que a CBS poderia ter feito era ter cancelado Limitless. Sério, foi uma das melhores estreias de 2015/2016, com uma pegada mais suave e trama bem amarrada (na maior parte do tempo). Como fã do filme homônimo de 2011 e do livro que baseia ambas adaptações (The Dark Fields/Limitless), fiquei desapontado por não terem dado outra chance para a série. Contudo, o show fechou de maneira que a trama principal e todas (só faltou uma, quase um gancho) as consequências dela, fossem finalizadas no último episódio. Enfim, Brian Finch e companhia fazem falta em meio as outras séries que envolvem agentes da lei + consultores canastrões (vide Lucifer).
    • Diego Barros
      Até hoje, sou puto com o fato de 2 broke girls ter sido cancelada sem a mínima consideração de um final decente à história.
    • Rog?rio P.
      Marco Pólo foi muito cedo
    • Clayton S.
      John Constantine também foi sacaneada.
    • Paulo Cezar de Mello
      E Marco Polo? E Os Bórgias?
    • Tim Meme
      O nevoeiro e dai que não prestava.
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