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    Will Smith chora e abraça uma criança em todos os seus filmes? Conheça a teoria!
    Por Ygor Palopoli — 2 de jun. de 2020 às 18:26
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    Sabemos que parece estranho, mas faz sentido.

    Will Smith. Não precisa ser nenhum grande entusiasta do cinema para saber que um dos astros mais carismáticos de Hollywood possui uma carreira consolidada, indo rapidamente da comédia ao drama e passeando ainda pela ação. No entanto, o que você provavelmente não sabe sobre o ator de 51 anos é que possivelmente exista um ponto de conexão entre todas as suas tramas.

    Parece até piada, mas recentemente surgiu na redação do AdoroCinema um questionamento pertinente de uma de nossas colaboradoras: "Vocês já repararam que em quase todos os filmes do Will Smith ele chora e abraça uma criança?". Daquele dia em diante, nossas vidas seriam completamente diferentes e nenhum filme do Will Smith seria igual.

    O momento certo para revelar esta teoria em formato de matéria apresenta-se agora que Hancock — onde ele inclusive também chora após abraçar uma criança — está estreando no catálogo da Netflix. Mas como falar é fácil, vamos apresentar provas concretas!

    COMPROVANDO A TEORIA
    The Ringer

    Que momento melhor para começar do que À Procura da Felicidade? No filme de 2006, Will Smith chora ao abraçar uma criança muito especial: seu próprio filho! Para minutagens mais exatas, a emocionante cena acontece a partir de 01:27:26 e ainda se repete algumas vezes na trama. Inclusive a interação de choros e abraços entre pai e filho voltaria a se repetir no criticado Depois da Terra, a partir de 01:30:55.

    Às vezes o abraço seguido de choro já acontece logo no início, como é o caso de Beleza Oculta, em que já nos 20 segundos iniciais, Smith segue o comportamento de sempre. Até mesmo quando o rapaz faz papel de brucutu ele inevitavelmente acaba chorando abraçando uma criança, como surpreendentemente acontece em Esquadrão Suicida, a partir de 01:49:50. Ou então, com Eu Sou a Lenda, a partir de 00:48:21.

    Mas nem sempre a ordem é parecida. Em Hancock, ele chora logo depois de interagir com a criança em questão, a partir de 00:35:21. Já em Bright, Smith flerta com a ideia durante o filme inteiro, mas não se rende, chegando a no máximo, chorar olhando para a própria filha, a partir de 01:50:48. 

    É claro que isso tudo não passa de uma brincadeira com uma série de coincidências, já que os diretores sempre usam bastante do potencial dramático de Will, combinando seu carisma ao fator da paternidade (ou quase isso). Mas, assim, só falando, em Projeto Gemini chegamos ao ápice, já que o astro — rufem os tambores — CHORA ENQUANTO ABRAÇA A SI MESMO MAIS JOVEM. Nada mais a declarar.

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    Comentários
    • hum.fome.berto
      Parece que foi escrito apenas pra citar um novo filme (péssimo, por sinal) na Netflix...E sempre a mesma pessoa que faz isso.
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