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    Divaldo: Diretor e elenco falam sobre interferências “sobrenaturais” no set do filme (Entrevista exclusiva)
    Por Renato Hermsdorff — 14 de set. de 2019 às 09:13
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    Longa sobre o médium contou com “consultoria” de guia espiritual.

    São muitas as profissões envolvidas na realização de um filme: do diretor ao elenco, passando por roteiristas, montadores, maquiadores, figurinistas, operadores de câmeras e por aí vai. No caso de Divaldo - O Mensageiro da Paz, o longa contou com um reforço extra: uma guia espiritual.

    Quando o diretor e roteirista Clovis Mello (Ninguém Ama Ninguém... Por Mais de Dois Anos) foi tirar dúvidas a respeito do texto com o (cine)biografado, ouviu do médium: “Está tudo bem, porque senão a Joanna já teria me falado alguma coisa”. Então, o cineasta perguntou: “Mas ela está gostando do roteiro?”. E, como resposta, recebeu: “[Ela] Está adorando. Porque você está acabando comigo.”

    Veras, Clovis e Bruno.

    Joanna é Joanna de Ângelis, guia espiritual de Divaldo Franco, o médium tema do filme que está em cartaz nos cinemas brasileiros. Referência entre os espíritas, ele psicografou com a ajuda dela mais de 270 livros, que tiveram mais de dez milhões de unidades vendidas. Divaldo fundou a Mansão do Caminho, instituição que atende a mais de 3.000 pessoas diariamente, e também ficou conhecido por ter adotado mais de 600 crianças.

    Divaldo, aliás, que está com 92 anos, escolheu ele mesmo a atriz Regiane Alves para interpretar Joanna. E o episódio descrito acima pelo diretor serve para ilustrar o bom humor do médium, aspecto que o filme capta.

    Divulgação
    Divaldo Franco nos bastidores do filme.

    Dividido em três fases, Divaldo é interpretado por João Bravo (Crô em Família), Ghilherme Lobo (Hoje Eu Quero Voltar Sozinho) e Bruno Garcia, que não teve contato com o espírita antes das filmagens. Já Marcos Veras vive uma espécie de “vilão” do filme, o espírito obsessor que atormentou Divaldo por muitos anos.

    As filmagens ocorreram de forma tranquila, eles garantem. Com exceção do “dia maluco”, “uma coisa bem densa”, como explica Clovis no vídeo acima.

     

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    Comentários
    • fabio
      O filme é excelente! Gostei muito. Não é um filme para espíritas, é um filme sobre amor ao próximo, caridade, trabalho, e a história de um grande homem brasileiro. O filme tem momentos divertidos, e momentos emocionantes, mas não tristes. Conseguiram fazer cenas lindíssimas. Para mim, o melhor filme espiritualista até hoje. Vale a pena assistir.
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