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    Detetives do Prédio Azul 2 - Nova Leocádia “se acha”, brinca Claudia Netto, que assume o papel: “É a Leocadiva”! (Entrevista exclusiva)
    Por Renato Hermsdorff — 22 de dez. de 2018 às 08:53
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    Diretora aposta na “brasilidade” como diferença em relação ao universo Harry Potter.

    Detetives do Prédio Azul 2 - O Mistério Italiano Entrevista Elenco Adulto e Diretora

    Uma das mudanças mais marcantes em D.P.A. - Detetives do Prédio Azul é a troca de Leocádias. Antes interpretada por Tamara Taxman, a “vilã” agora veste a pele de Claudia Netto, que foi convidada para o papel. “Criamos essa nova Leocádia, que eu brinco que é a ‘Leocadiva’, porque ela ‘se acha’”, ri a atriz.

    “Ela não tem o menor problema de autoestima”, completa a diretora, Vivianne Jundi, responsável série, que substitui André Pellenz no comando do segundo filme, O Mistério Italiano, em cartaz nos cinemas. “O D.P.A. está crescendo, em todos os sentidos, está amadurecendo. Então, como qualquer série, tem que tomar fôlego e existem mudanças”, teoriza Claudia.

    Divulgação
    A feiticeira Berenice (Nicole Orsini) e a tia Leocádia (Claudia Netto). Ou, Leocadiva.

    Se “vilã” acima foi grafado entre aspas é porque a personagem nunca representou, de fato, uma ameaça para os detetives Pippo (Pedro Henriques Motta), Sol (Letícia Braga) e Bento (Anderson Lima). O verdadeiro malfeitor da vez é o bruxo Máximo (Diogo Vilela), que forma uma parceria do barulho com a irmã Mínima, papel de Fabiana Karla.

    “Ele tem ambição de ser o bruxo dos bruxos. Essa coisa que a gente é vítima da própria piada, que é o que acontece com ele”, resume o intérprete.

    Divulgação
    O bruxo Máximo (Diogo Vilela), vilão da vez.

    Outra mudança marcante é inevitável: as crianças, que no primeiro filme, em 2016, tinham em torno de 10, 11 anos, estão crescendo. O resultado é um segundo longa mais “juvenil” do que “infanto”. “Eu acho que o perigo ficou mais perigoso, a aventura ficou mais difícil, para desvendar o mistério ficou bem mais complicado”, assume a diretora. “Eles amadureceram, a caracterização muda, a forma de dizer e de entendimento”.

    Para ela, o grande trunfo do filme é a “brasilidade” - e o consequente potencial de identificação que deve gerar no público nacional. “As crianças [do filme] não estão repetindo algo do Harry Potter, apesar de a gente [o filme] estar cheio de magia”. “A forma deles verem [o mundo], deles discutirem, deles se abraçarem não é deles [dos norte-americanos]. O nosso vínculo avô, pai e filho é brasileiro. Não é americano, não é inglês”.

    Confira nossa entrevista com o elenco infantil.

     

     

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