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    Cineasta Carlos Diegues é o novo imortal da Academia Brasileira de Letras

    Seu último filme, O Grande Circo Místico, passou em Cannes este ano e estreia em breve.

    Getty Images

    A cadeira número 7 da Academia Brasileira de Letras tem novo dono. O cineasta Carlos Diegues, diretor de Ganga Zumba, Xica da SilvaBye Bye Brasil e Orfeu, foi eleito imortal por 22 votos, superando a escritora Conceição Evaristo - cujo nome passou o dia nos Trending Topics por forte mobilização popular em defesa da primeira mulher negra na instituição - e o historiador Pedro Corrêa do Lago.

    Cacá vai ocupar a vaga vazia desde o falecimento do também cineasta Nelson Pereira dos Santos, em abril deste ano. Ambos foram expoentes do Cinema Novo. Além dos conhecidos trabalhos como diretor, roteirista e produtor, Diegues tem alguns livros publicados, inclusive uma autobiografia chamada Vida de Cinema.

    O Grande Circo Místico, longa-metragem mais recente do cineasta, foi exibido no Festival de Cannes e abriu o último Festival de Gramado. A estreia comercial está marcada para 15 de novembro e o título é um dos candidatos à vaga brasileira na disputa pelo Oscar 2019 de Melhor Filme Estrangeiro.

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