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    A Comédia Divina: Thiago Mendonça e o diretor Toni Venturi explicam como a briga entre Deus e o Diabo cutuca a hipocrisia brasileira (Exclusivo)
    Por Bruno Carmelo — 21 de out. de 2017 às 08:23
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    Um filme polêmico?

    O projeto de A Comédia Divina começou a ser desenvolvido muitos anos atrás, quando as tensões políticas não estavam tão fortes no Brasil, e as representações da religiosidade não despertavam tamanha polêmica.

    Hoje, a história sobre um Diabo sedutor (Murilo Rosa) e a jornalista ambiciosa Raquel (Mônica Iozzi) que faz um pacto com o príncipe das trevas pode incomodar as almas mais sensíveis. Isso porque o malvado protagonista decide fundar a sua própria igreja carismática e criar um programa populista na televisão, como muitos líderes religiosos por aí...

    O AdoroCinema conversou com o diretor Toni Venturi e o ator Thiago Mendonça, que interpreta o ingênuo rapaz apaixonado por Raquel. Eles comentam a importância dessas questões, capazes de refletir a onda conservadora do país atual, embora adaptem um texto escrito em 1884 por Machado de Assis.

    A Comédia Divina está nos cinemas.

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