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    Festival de Brasília 2017: Documentário pernambucano é recebido com vaias e aplausos
    Por Lucas Salgado — 22 de set. de 2017 às 09:00
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    Por Trás da Linha de Escudos foi exibido na noite dessa quinta-feira.

    No mesmo dia em que o curta-metragem animado Torre arrancou do público os aplausos mais empolgados e longos desta 50ª edição do Festival de Brasília ao resgatar as lembranças de uma família abalada pelo regime militar no Brasil, o longa Por Trás da Linha de Escudos teve uma recepção mais fria, com alguns aplausos e também vaias.

    Dirigido por Marcelo Pedroso, o longa retrata o dia a dia do Batalhão de Choque da Polícia Militar de Pernambuco. O cineasta teve completo acesso ao espaço e busca humanizar os profissionais da PM, parte de um grupo que muitas vezes entra em confronto direto com a população. Ao se inserir completamente naquela rotina, inclusive participando de treinamentos, Pedroso normatiza até mesmo as técnicas de confronto, o que não pegou bem com o público. Apesar de contar com alguns momentos mais críticos, o diretor não conseguiu fazer um contraponto ao apresentar o lado do povo, dos manifestantes, investindo em alegorias um pouco óbvias.

    A noite contou ainda com a exibição de curta Baunilha, também de Pernambuco. Premiado pelo curta Tubarão, o diretor Leo Tabosa acompanha um mestre em BDSM (Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo), que fala sobre viver em segredo e sobre perder o grande amor de sua vida.

    O AdoroCinema viajou a convite da organização do evento.

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