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    Festival de Berlim 2017: Botando o dedo na ferida para falar de política, sexualidade e deficiência física
    Por Bruno Carmelo — 13 de fev. de 2017 às 19:30
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    O AdoroCinema viu Pokot, Pieles, Una Mujer Fantastica e No Intenso Agora.

    Nosso terceiro dia no Festival de Berlim foi repleto de surpresas, com filmes polêmicos que dividiram o público e a crítica. Para cada grito de "genial", três pessoas saíam no meio da sessão, inconformadas com o que viam.

    Saiba um pouco mais sobre os filmes, leia as nossas críticas e assista ao vídeo-diário diretamente da 67ª Berlinale:


    Os animais assassinos

    Já pensou o que aconteceria se os animais se unissem em busca de vingança contra os humanos? Esta é a ideia improvável de Pokot ("Rastros"), uma mistura de suspense e comédia escrachada da diretora Agnieszka Holland. O roteiro tem surpresas de sobra para o público, mas nem sempre elas fazem muito sentido.

    Leia a nossa crítica.


    Na pele dos outros

    Pieles, do jovem diretor espanhol Eduardo Casanova, incendiou a plateia da Berlinale, deixando uns tantos espectadores enojados e outros maravilhados com a ousadia de contar histórias sexuais de pessoas deformadas, ora com problemas reais, ora com doenças fictícias. É preciso ter bastante estômago para aguentar a abordagem do diretor...

    Leia a nossa crítica.


    Retrato da transexualidade

    O drama chileno Una Mujer Fantastica acompanha a vida de uma garçonete transexual, Marina (Daniela Vega) que perde o namorado após uma doença e passa a sofrer ataques da família dele. Excelente no retrato da transfobia sofrida pela protagonista, o filme incomoda por usar algumas metáforas óbvias, e arriscar muito timidamente no universo fantástico. Mesmo assim, tem grandes chances de conquistar algum prêmio no júri oficial.

    Leia a nossa crítica.


    O fim das revoluções

    No Intenso Agora, documentário brasileiro de João Moreira Salles, usa apenas imagens de arquivo das revoluções culturais e políticas de 1966-1968 em Paris, Praga e China, além de vídeos da resistência contra a ditadura militar no Brasil. O diretor questiona a dissolução dos movimentos sociais e a maneira como foram tratados em imagens oficiais e registros amadores da época. Um excelente estudo, e certamente um dos melhores filmes da Berlinale até agora.

    Leia a nossa crítica.


    Críticas dos filmes do 67º festival de Berlim

    Como Nossos Pais
    Discreet
    As Duas Irenes
    Félicité

    Una Mujer Fantastica
    No Intenso Agora
    O Jantar

    On Body and Soul
    Pendular
    Pieles
    Pokot
    Rifle
    T2 Trainspotting
    Those Who Make Revolution Halfway Only Dig Their Own Graves
    Vaya
    Vazante
    Weirdos

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