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    Steven Soderbergh foi convidado para dirigir filmes da franquia James Bond duas vezes
    Por João Vitor Figueira — 14 de jul. de 2016 às 17:34
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    Cineasta disse que, de certa maneira, ele fez sua versão de 007 em A Toda Prova (2011).

    Sony Pictures

    O diretor Steven Soderbergh afirmou que foi convidado pela Sony Pictures para dirigir um filme da franquia James Bond duas vezes, mas recusou as propostas. A informação é do site The Playlist.

    Soderbergh esteve no Brooklyn, em Nova York, para uma roda de debates depois de uma sessão especial de À Toda Prova, thriller de ação com grande elenco lançado por ele em 2012.

    Ao falar sobre o filme, Soderbergh revelou que "teve conversas" com a Sony Pictures "nos últimos anos". "Eu fui procurado duas vezes para fazer um filme do James Bond. E isso nunca deu em nada. De certa maneira, [À Toda Prova] foi minha oportunidade de fazer aquilo que eu faria em um filme do Bond."

    Frazer Harrison / Getty Images
    Channing Tatum, Antonio Banderas, Steven Soderbergh, Gina Carano e Ewan McGregor na pré-estreia A Toda Prova em Los Angeles no ano de 2012.

    Como realizador, Soderbergh assinou quase 30 filmes, entre eles Onze Homens e um Segredo (2001), Traffic: Ninguém Sai Limpo (2000), Erin Brockovich: Uma Mulher de Talento (2000) e Sexo, Mentiras e Videotape (1989). O cineasta (que também trabalha como produtor, roteirista, montador e diretor de fotografia) venceu o Oscar de melhor direção por Traffic.

    Perfeccionista, o diretor ainda disse que continua reeditando a comédia dramática Kafka (1991), estrelada por Jeremy Irons e Theresa Russell. "Eu tenho trabalhado nisso, à pedido de ninguém, ao longo dos últimos 14 anos. Eu tenho uma ideia, uma abordagem. Eu nunca estive feliz com o filme, nem mesmo na época [de seu lançamento]", contou o cineasta. 

    Ao falar sobre um de seus trabalhos mais recentes, Terapia de Risco (2013), Soderbergh afirmou que também está trabalhando em uma nova versão do longa-metragem, incluindo cenas rodadas em branco e preto. "Eu estou chamando de 'Versão da Meia-Noite'. É uma versão bem bizarra. Eu não resolvo todos os problemas. Eu apenas atenuo eles tornando-os bizarros. Você fica tão distraído por aquela estranheza que nem percebe o que não faz sentido".

     

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