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    Circuito recorde para a estreia de Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1 no Brasil
    Por Francisco Russo — 20 de nov. de 2014 às 08:17
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    Penúltimo filme da série chega em quase metade do circuito brasileiro.

    Nunca antes na história do país um mesmo filme foi lançado em tantas salas de cinema. Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1 estreia em 1310 telonas, quase metade de todo o circuito comercial do país, atualmente composto de cerca de 2700 salas.

    Diante de tamanha invasão, sobrou pouco espaço para os demais lançamentos, todos mais focados no circuito de arte. O principal deles é o misto de documentário e ficção Castanha, dirigido por Davi Pretto, que chega em 19 salas. Uma Promessa, drama de época com Rebecca Hall e Alan Rickman, aporta em 17 cinemas brasileiros e O Ciúme, com o galã francês Louis Garrel, estreia em 12 salas.

    Mais dois longa-metragens chegam ao circuito, em lançamentos locais: o drama colombiano Karen Chora no Ônibus estreia em duas salas no Rio de Janeiro, enquanto que o sueco Nós Somos as Melhores! está em uma única sala na cidade de São Paulo.

    Para informações sobre os horários das sessões, acesse nosso guia de programação.

    Confira abaixo os trailers, críticas e a opinião da imprensa:

    Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1: "É um bom filme que aponta caminhos instigantes para a série mas, paradoxalmente, é também o menos impactante". Leia a crítica completa e a opinião da imprensa.



    Castanha: "Apesar de suas evidentes qualidades, Castanha funciona um sintoma do filme de autor brasileiro contemporâneo, reunindo uma porção de elementos e linguagens recorrentes nestas obras". Leia a crítica completa e a opinião da imprensa.



    Uma Promessa: "A passagem do tempo é problemática e, quando chegamos na parte final, tudo o que o espectador quer é que o filme termine". Leia a crítica completa e a opinião da imprensa.



    O Ciúme: "Trata-se de um filme interessante por representar de forma tão explícita o contraste existente em relação a homens e mulheres quando se fala de relacionamentos e também pelo lado estético, ao apreciar a beleza do preto e branco e o modo como ele realça as expressões faciais dos atores". Leia a crítica completa e a opinião da imprensa.



    Karen Chora no Ônibus: "A história se transforma em uma bela fábula de emancipação feminina, provando que Karen pode ser feliz e independente, sem qualquer homem ao redor". Leia a crítica completa e a opinião da imprensa.



    Nós Somos as Melhores!: Leia a opinião da imprensa.

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    Comentários
    • Barbara Martins
      Mas estão sambando demais, gente! Não aguento <3
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