Título original: (United 93)
Lançamento: 2006 (França, EUA, Inglaterra)
Direção: Paul Greengrass
Atores: Christian Clemenson, Trish Gates, Polly Adams, Cheyenne Jackson.
Duração: 111 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Em 11 de setembro de 2001 o vôo 93 da United Airlines é sequestrado por terroristas, que têm por objetivo abatê-lo junto a algum símbolo norte-americano. Durante 90 minutos o avião permanece no ar, sendo que neste período os passageiros decidem reagir para evitar que os planos terroristas sejam concluídos.
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Incensado nos Estados Unidos graças a Voo United 93 e os dois últimos filmes da trilogia Bourne,...
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MTJ em 08/10/2011Nota: 7
...Muito bom, mostra como ocorreu, parece que tinha duas perspectivas, muito legal mesmo, assisti na escola.
Isis Lourenço em 10/09/2011
...nao gostei,afinal tb e um documentario que vc nao pode torcer p/que de certo tb,mas so tem emoçao no final mesmo.
Sidney em 06/04/2011Nota: 10
Um belo filme, retratando o ocorrido dos aviões ao atentado nos Estados Unidos em 11 de setembro de 2001. A direção de Paul é muito boa, conseguiu prender minha atenção o tempo todo. O elenco apesar de ser desconhecido, conseguiram com muita competência fazer um trabalho. Muito bom.
Fiori Baldini em 06/01/2006Nota: 4
O filme é bom. A nota 8 vai por conseguirem fazer um filme bom onde 70% das cenas são em locais de trabalho muito difíceis e confusos. Embora a história seja bem parada, quem tem um pouco de sensibilidade se pergunta o tempo todo: "Como eu reagiria em uma situação dessas?", e imagina o desespero dos passageiros.
Nielsem Trindade Lobato em 18/01/2006Nota: 4.5
Quase um documentário esse grande filme, retrata de maneira, pertubadora, realista e angustiante as últimas horas dos passageiros do fatídico Vôo 93.
Erick Massoto em 21/01/2006Nota: 3.5
Paul Greengrass consegue conferir uma realidade intensa nos momentos dentro do avião, mas intercalar as cenas tensas com a torre de controle fez o filme soar muito mais como um documentário do que um thriller. Felizmente a meia hora final acontece apenas dentro do avião e é tensão pura.
Enildaa em 12/01/2006Nota: 4.5
Comparado a outros filmes sobre a mesma temática, vale dizer o que a obra de Grengrass tem de diferente, a começar por suas características como diretor, que se fazem intensamente presentes nesse filme: o jogo entre o dentro e o fora da cena, que obtêm ora com a câmera tensa, quase intimista, que coloca o espectador junto dos personagens, ora com um "olhar de fora", de relato, mostrando o que pode ter ocorrido com o vôo 93 da American Airlines naquela manhã de setembro. Num misto de ficção e documentário, o filme atua em duas esferas: a primeira, de ficção, que se caracteriza por ser mais uma visão (a sua, de diretor) sobre o acontecimento de repercussão mundial, e a segunda de documentário, já que o filme foi baseado em intensa pesquisa por parte do diretor, que incluiu entrevistas com os familiares dos passageiros, os quais forneceram as informações sobre os telefonemas dados pelas vítimas durante o seqüestro. Colaboraram ainda para a representação da veracidade dos fatos as entrevistas com os controladores de vôo, civis e militares, que estavam em serviço no dia, e também o relatório da Comissão 11 de setembro, de onde retirou as informações como as gravações da caixa preta do avião. Tudo isso, agregado ao talento de Grengrass como diretor e roteirista, atribui o caráter documental ao filme. Um outro cuidado que teve o diretor foi o de evitar repetir o chavão dos "heróis americanos que salvam o mundo ou seu país da desgraça", também porque isso não seria possível, dadas as evidências dos fatos. Então optou por mostrar não os "heróis do país", mas "heróis de suas próprias vidas", na luta pela sobrevivência, com a rebelião empreendida pelos passageiros do único dos quatro aviões seqüestrados que não atingiu seu alvo: a Casa Branca. Fundamentado nos relatos e documentos para construir essa visão, o filme se constitui mais de emoções do que de fatos. Primeiramente o que chama a atenção é a frieza com que a torre de controle trata a suspeita de seqüestro de um dos aviões, como se aquilo definitivamente não fizesse parte da realidade. Depois o aumento da tensão e da pressão que se instaura nas unidades de controle de tráfego aéreo, quando perdem o contato com os aviões seqüestrados e sua impotência diante do fato constatado (quando os aviões atingem o WTC). Paralelamente, é expressada a tensão dos jovens (e aparentemente despreparados) terroristas, que ali estavam movidos pela "força da fé" misturada ao medo de o plano dar errado, juntamente com o desespero dos passageiros ao se darem conta de que o avião fora seqüestrado e de que a morte era certa, visto se tratar de uma missão suicida. Outra questão interessante é que, para fugir ao estereótipo do herói, Greengrass optou pela atuação de atores desconhecidos, a fim de imprimir maior veracidade ao relato, e para que o público não se identificasse com o "ator famoso" que interpreta um "herói americano", como é praxe dos estúdios de Hollywood. Além disso, o diretor convidou alguns comissários e controladores de vôo civis e militares para representarem a si mesmos no filme, fato pouco comum no cine-espetáculo, e menos ainda no filme-tragédia. O que fica claro é que o diretor retoma o evento de 11 de setembro, centrando a atenção no vôo 93 da United Airlines para provocar questões como: por que retomar esse acontecimento? É a de continuar a tradição americana de fazer da tragédia um espetáculo? A que reflexões essa abordagem do fato pode levar? O que esse filme, em particular, pretende provocar no espectador? Para tentar responder à primeira questão, pode-se dizer que a tragédia continua sendo motivo de espetáculo, sob os mais diversos pontos de vista, mas, ainda assim, o filme pode levar a reflexões sobre os dramas pessoais, uma vez que o diretor opta por não se centrar no fato, mas sim nos sujeitos, deslocando o ponto de vista do espectador para a idéia que se tem diante da iminência da morte, no caso dos passageiros (com seus telefonemas de adeus a seus familiares), e no caso dos terroristas, para quem o evento suicida se configura como missão de fé. Além disso, deixa evidente a impotência e o despreparo das forças de defesa da maior potência do mundo naquele dia fatídico. Resta então, ao final do filme, um misto de sensações contraditórias: fica-se torcendo para que os passageiros rebelados tenham sucesso e consigam conter a ação dos terroristas; mas, por outro lado, já que todos estão mesmo fadados à morte, lamenta-se o fato de vidas terem sido perdidas e a missão não ter se cumprido, que era a de acertar a Casa Branca, símbolo da supremacia do poderio norte-americano, o que, certamente, se tivesse ocorrido como planejado, mudaria ainda mais os rumos da história.
Daniel em 24/01/2006Nota: 4.5
Gostei muito do filme. Ele foi capaz de provocar um profundo silêncio na sala do cinema que eu estava e várias vezes me vi totalmente rendido ao espírito sufocador do fato - e bem retratado no filme. A única crítica é que não consegui distinguir facilmente quando era o controle das forças aéreas estava em cena ou o controle do príprio aeroporto... mas é muito bom!
Cláudio Maia Paixão em 26/01/2006Nota: 4.5
Excelente proposta, me lembra um documentário. A história é real, e isso intriga. Os atores estão muito bem colocados, principalmente os familiares. Mas peca um pouco na emoção.
Pedro Formiga em 14/01/2006Nota: 5
Ótimo , superou tudo que eu esperava desse filme , com fortes emoções , um filme que não teve medo de expor tudo que os passageiros do vôo united 93 sentiram , final muito agoniante , como todo filme deveria ser , melhor filme sobre aviões que eu ja vi na minha vida.
Confuso e estranho,embora aos poucos mostre oque realmente propõe.No inicio,Kable(vivido po...
por Lukas Henrier, 14/02/2012 às 11:13
...Minha mãe vira e mexe fala nesse filme, ela gostou mais do que eu. Nesse e no O Maskara....
por Debora Christie, 14/02/2012 às 11:03
O título diz literalmente tudo.Você pode encontrar nesse filme apenas estes três substant...
por Lukas Henrier, 14/02/2012 às 11:02
Cada Um Tem a Gêmea que Merece
Sinceramente nao entendo como filmes imbecis com atores imbecis ainda rendem tanto!
por William, 14/02/2012 às 09:36