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As Virgens Suicidas

titulo original: (The Virgin Suicides)

lançamento: 2000 (EUA)

direção: Sofia Coppola

atores: James Woods , Kathleen Turner , Kirsten Dunst , Hanna R. Hall , Chelse Swain

duração: 97 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:The Virgin Suicides
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 37 min
  • ano de lançamento:2000
  • site oficial:http://www.virginsuicides.com
  • estúdio:American Zoetrope e Muse Productions
  • distribuidora:Paramount Pictures
  • direção: Sofia Coppola
  • roteiro:Sofia Coppola, baseado em livro de Jeffrey Eugenides
  • produção:Francis Ford Coppola, Julie Costanzo, Dan Halsted e Chris Hanley
  • música:
  • fotografia:Edward Lachman
  • direção de arte:Jon P. Goulding
  • figurino:Nancy Steiner
  • edição:Melissa Kent e James Lyons
  • efeitos especiais:

imagens - 5

As Virgens Suicidas As Virgens Suicidas As Virgens Suicidas As Virgens Suicidas As Virgens Suicidas

sinopse:

Durante a década de 70, o filme enfoca os Lisbon, uma família saudável e próspera que vive num bairro de classe média de Michigan. O sr. Lisbon (James Woods) um professor de matemática e sua esposa uma rigorosa religiosa, mãe de cinco atraentes adolescentes, que atraem a atenção dos rapazes da região. Porém, quando Cecília (Hanna R. Hall), de apenas 13 anos, comete suicídio, as relações familiares se decompõem rumo a um crescente isolamento e superproteção das demais filhas, que não podem mais ter qualquer tipo de interação social com rapazes. Mas a proibição apenas atiça ainda mais as garotas a arranjarem meios de burlar as rígidas regras de sua mãe.

elenco:

comentários

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Francisco Russo
02/01/2001
nota:Rate06
No início,você tem a impressão de que vai ver um baita filme. Uma das irmãs Lisbon, a mais novade todas, comete suicídio sem maiores explicações. Até esta parte, que é mais oumenos uns 20 minutos, o filme é ótimo!Só que, ao invés de trabalhar o suicídio da caçula no decorrer do filme, este fato épraticamente esquecido. Ou ao menos os membros da família - as irmãs, principalmente -agem como se nada tivesse ocorrido. O filme então se torna um drama banal, sobre paissuperprotetores que impedem suas 4 filhas até mesmo de andar de carro, por receio de quesofram algum acidente. O filme se torna comum e até um pouco cansativo.Na média, até que não é um filme ruim, fica entre o razoável e o bom.
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Carolina Salomãoa
03/01/2001
nota:Rate010
Sofia Coppola faz jus ao sobrenome e nos apresentauma obra cinematográfica sensível e atraente. Todo o bom gosto do filme é acompanhadopor uma trilha sonora ainda melhor.
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Tiago Superoito
04/01/2001
nota:Rate08
Bela estréia da filha de Coppola na direção. Aidéia de envolver um roteiro trágico com uma atmosfera leve, estilo diário deadolescente, não poderia ter sido mais acertada. Com trilha sonora easy listening do duofrancês Air e atrizes belas e talentosas, o filme é, ao mesmo tempo, nostálgico euniversal. Não fala apenas do crepúsculo moral que foram os anos 70, mas é um tratadofirme e despretensioso sobre a adolescência e sobre cultura pop.
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Fábio J.J.
05/01/2001
nota:Rate05
Eu fui ver o filme esperando algo muito interessante, que me deixasse intrigado e tal. Mas o que eu vi foi uma grande idéia ser transformada em um filme fraco e sem ritmo, que nada acrescenta a nada. A Kirsten Dunst é boa atriz, mas aquele Josh do "Pearl Harbor"... Putz, que peruca era aquela?!?!
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Carlos Massari
06/01/2001
nota:Rate01
Até agora estou inconformado!!! Joguei R$ 3 no lixo ao alugar este lixo tóxico!!! Não imaginava que podia sair tanta besteira de uma mente só, mas essa mente é de Sofia Coppola!!! Eu tinha esquecido esse pequeno detalhe, mas mesmo assim eu não consegui me conformar até agora!!!A história é mais ou menos isso: um casal de uma pequena cidade tem cinco filhas, uma com 17, outra com 16, 15, 14 e 13 (!!). Logo depois de uma festa, a mais nova, Cecilia, se suicida. Por que??? Boa pergunta! Ainda não cheguei a uma conclusão na primeira vez que assisti não vi e não tive coragem de assistir outra vez!!! Aí os pais, pra lá de conservadores, resolvem trancar as quatro dentro de casa. Elas não podiam nem ir na escola mais!!! (!!!!!!!!!!!!!!). Mesmo assim, as ingênuas "virgens" do título continuavam aprontando as suas, como, por exemplo, fazer sexo no telhado (onde estão as "virgens" do título, alguém sabe???)Sofia Coppola (ela mesmo!) fez uma direção pseudo-genial totalmente medíocre! Vejam como ela focaliza a câmera em cada detalhe, controla luzes, mostra o rosto dos personagens refletido, como os gênios fazem!!! Mas ela fez isso de uma maneira que horrível ficou um elogio!!! Em cada cena que ela fazia esses atentados ao bom cinema eu morria de dar risada!!! Ela já tem uma Framboesa de pior atriz coadjuvante, agora foi se meter na direção, espero que desista!!!O elenco, bom, esse tem o James Woods, o eterno Max de "Era uma vez na América" se esforçando pra carregar o filme nas costas, mas ele não consegue de jeito nenhum. O assombroso desse elenco são as atuações medíocres e displicentes da Kathleen Turner e da Kirsten Dunst... Cara, naquela cena que a mãe manda a Lux queimar os discos de rock eu confesso que chorei... de tanto rir!!! Eu nunca vi tanta displicência em uma cena só, a Kirsten Dunst fez algo inimaginável de tão podre nesta cena (o pior é que ela é linda!!!)O final deste filme é totalmente piegas, bobo e tudo que se pode dizer!!! Mas tem muita gente que adorou esse filme e vai me chamar de louco, mas, como pode tanta bobeira em filme só??? Real??? Sinceramente, a opressão e a juventude pode até ser, mas a caracterização dos personagens é absurda, as meninas são uma santas e fazem sexo no telhado (!!!) E os furos do roteiro naquele final são uma coisa tão absurda, mas tão absurda que eu ainda não acreditei!!! Enfim, FUJA DESSA BOMBA!!!
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Juarez Bell
07/01/2001
nota:Rate08
Filme muito bom, retrata muito bem a opressão dos pais sobre adolescentes, mesmo sem querer, geralmente só querendo o bem. Apesar de terem prendido as filhas em casa, os pais as perderam dentro da própria casa. Esse poderia ser um resumo.
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James William
08/01/2001
nota:Rate010
Para os que não gostaram e terem jogado alguns reais no lixo, deveriam aplicar este dinheiro num curso de aprendizado de como se faz um bom trabalho com economia de diálogos e grande utilização da câmera como o olhar. Não é preciso ser filha de um grande cineasta para copiá-lo. O talento geral é nato. AS OBRAS DE ARTE SÃO REALMENTE INEXPLICÁVEIS!
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Cínthia Conti
09/01/2001
nota:Rate09
O filme tenta agradar a todas as idades, por isso as opiniões sobre o mesmo são diversificadas. Para os jovens o filme pode ser um pouco monótono, se eles estiverem esperando mais um filminho adolescente. Mas se eles se entregarem ao filme e pararem de tentar prevê-lo (o filme é imprevisível), eles vão perceber que é um grande filme sobre adolescentes para adultos.
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Henrique Miura
10/01/2001
nota:Rate08
Os Lisbons formam uma bela e aparentemente feliz família em um pequeno e pacato bairro de Michigan. O pai da família (James Woods) é o professor de matemática da escola e a mãe (Kathleen Turner, de "Bebês geniais") é uma religiosa fervorosa, que até obriga uma das filhas a queimar os discos de rock, que faziam sucesso na época. Contudo, o grande chamativo de toda a família para os garotos da cidade são as belas e angelicais cinco filhas do casal.Os garotos do bairro são apaixonados pelas garotas e a história é narrada através do ponto de vista deles. A história começa quando a filha mais nova da família tenta cometer suicídio. Com a tentativa fracassada, a família chocada resolve dar uma festa para o retorno da garota. Entretanto, a tragédia volta a rondar a família e Cecília (Hanna R. Hall), aos 13 anos, acaba conseguindo o que outrora havia falhado. A família, perplexa, passa então a viver sobre esse peso, porém as coisas ainda iriam piorar ainda mais com o fim do baile de formatura da escola.O filme é dirigido (e muito bem por sinal) por Sofia Coppola, que também foi responsável pelo roteiro da produção. Depois de sua fraquíssima estréia como atriz no excelente "O Poderoso Chefão 3", onde Coppola colocou a filha em uma grande roubada, Sofia mostra que o talento da família é atrás das câmeras e não atuando. O segredo deste "As Virgens Suicidas" é que o filme tem alma e coração, e é conduzido com extrema sensibilidade e segurança. Uma coisa que praticamente leva um filme a ter qualidade é o diretor estar consciente daquilo que quer contar e Sofia a todo momento está sóbria.O roteiro do filme é baseado no livro de Jeffrey Eugenides, onde Sofia roteirizou sem ao menos ter os direitos para realizar o filme. Porém quando terminou o roteiro e levou para a aprovação do autor o resultado foi positivo e ela conseguiu o direito de realizar o projeto. Como é sua estréia na direção, o "paizão" Francis Ford Coppola esteve sempre ao lado da moça no começo das filmagens. Isso parece dar dado uma confiança maior para ela, pois sua direção, assim como a do pai, é totalmente criativa.Sofia estréia muito bem na direção mas, claro, algumas falhas no ritmo da fita chegam a incomodar um pouco. Sua inexperiência é nítida apenas no desenrolar da história, que perde agilidade e dinâmica e acaba ficando muito parada e sem versatilidade. Porém só aquele começo opressivo, assustador e melancólico já foi uma prova certeira do talento da moça em envolver o espectador. Depois do fulminante começo, o filme caminha para uma certa descontração, que dura durante quase toda a fita, até o ponto do clímax após o baile. Daí então, começa um show de fatos chocantes e surpreendentes. É assustador e doloroso.Basicamente a personagem central da trama é Lux Lisbon, que é interpretada pela ótima Kirsten Dunst. A personagem é a mais "rebelde" entre todas as filhas da família e chega a ter um caso amoroso com Trip Fontaine (Josh Hartnett), o galã da história. Dunst mostra maturidade e inteligência para carregar a personagem, dando tons de sensualidade, carisma e uma dramaticidade incrível, passando sem exageros e estereótipos, comuns em atuações do tipo. Todas as garotas atuaram perfeitamente (todas lindas e expressivas), porém não podemos dizer o mesmo do sexo aposto. Excluindo James Woods, que está ótimo como sempre, o resto do elenco masculino faz feio. Josh Hartnett é muito fraquinho para atingir a complexidade do personagem, lamentável sua escolha. Temos ainda uma participação especial de Danny DeVito, que aparece mal. Aliás, muito mal. "As Virgens Suicidas" é um filme que empolga em certos momentos, porém em outros o filme parece perder o ritmo e fica empacado. Contudo, estou muito animado para esperar um novo filme de Sofia Coppola, onde ela terá mais experiência. Não tenho dúvidas de que o filme é bom, mas fica aquela sensação de que poderia ser melhor, comum quando se espera demais de um filme. Este é um filme que deve ser visto por pais e mães juntos com os filhos, ser avaliado minuciosamente e ser refletido. Será bom para ambas as partes...
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Felipe Figueiredo
11/01/2001
nota:Rate06
É triste ver uma história tão interessante virar um filme vazio. Não que seja um lixo, muito pelo contrário, é uma história trágica contada de forma poética com ótimas interpretações, mas que peca por cenas sem conteúdo. Um filme polêmico, porém discreto.
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Lívia Lima
12/01/2001
nota:Rate09
Achei a opinião de Carlos Massari totalmente equivocada. Só porque a cabecinha dele não entendeu o filme ele se dá o direito de esculhambar uma obra tão sensível e enigmática. Pois bem, apesar de perder um pouco o ritmo, "As Virgens Suicidas" é um filme bastante interessante. Complexo e intrigante. Nao é para qualquer um. Sofia Coppola fez um bom trabalho e não acho que tenha apenas apoiado-se em jogos de câmera (como diz Massari), mas nota-se a grande preocupação de manter-nos longe da realidade das meninas. O filme é narrado pela ótica dos rapazes que acompanharam, como meros espectadores, a saga das virgens. Eles, assim como nós, estavam totalmente alheios à realidade das garotas. Nao sabemos porque elas se suicidaram. Não sabemos o que as levaram a isso. Não sabemos qual era realmente o relacionamento entre os pais e as filhas. Não sabemos nada. Mas sabemos que cada uma delas era especial, que cada uma delas tinha um mistério. Um mistério que nunca será revelado mas que ficará em nossas mentes, na nossa imaginação. E é a isso que o filme se presta.
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Valéria Ribeiroa
13/01/2001
nota:Rate08
Esta garota, Kirsten Dunst, é realmente muito talentosa. Gosto dela desde "O Jardim Secreto" e em "Entrevista com o Vampiro", em que ela arrasa. Com certeza vai crescer muito mais artisticamente e se tornar uma das maiores estrelas de nosso cinema. Este filme é muito bom, porém um tanto depressivo. Mas acho que foi esta a intenção de Sofia. Vale a pena assistir.
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Luiz Fernando Treviso
14/01/2001
nota:Rate08
"As Virgens Suicidas" é um retrato sufocante na vida de 5 adolescentes que vivem em mundo repleto de hipocrisia e mediocricidade, chefiado por uma mãe rígida até demais. Embalados num clima sinistro e sensual e bastante hipnótico, é um dos raros filmes daqueles que precisamos ver mais de uma vez para repararmos como o ser humano se comporta diante dos outros.
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Leandro Gantois
15/01/2001
nota:Rate02
Não existe coisa pior do que assistir a um filme que foi chamado por todos de obra-prima, mas que na verdade não passa de um filmeco chato e nada original, é justamente assim que considero esse “As Virgens Suicidas”, o primeiro longa dirigido pela Sofia Coppola, sim, a filha do mestre Francis Ford Coppola (“Apocalypse Now”, “O Poderoso Chefão”) No incio parece que o filme vai vingar, uma trama interessante sobre opressão sobre adolescentes, descorbetas sexuais, e tudo mais, porém a história vai caindo de uma maneira tão incrivel, a qualidade some de repenete, os clichês começam a rondar o filme, que no final não passa de uma “Malhação” dramatica, é realmente uma ideia interessante totalmente jogada ao lixo, os esteriotipos que o roteiro usa são nojentos. Sofia Coppola já tinha começado mal a carreira, em “O Poderoso Chefão 3” ficou com o papel que seria da Winona Ryder, foi massacrada pela critica, agora no posto de diretora ela acabou agradando, uma pena, pois ela é totalmente mediocre, será que ninguém notou como ela tenta repetir o que outros mestres do cinema fizeram? No elenco de bom só mesmo James Wood, que consegue segurar bem o filme, e a bela Kirsten Dunst, que é realmente uma grande revalação, já Kathleen Turner é puro clichê e o Josh Hartnett tem uma perfomance no minimo risivel, para não dizer ridicula, as outras tais virgens também não são grande coisa. “As Virgens Suicidas” poderia sim mostrar de um modo mais humano a opressão e falta de liberdade dos adolescentes em décadas passadas, mas o roteiro prefere ficar nos clichês, uma repetição que chega a dar nauseas, além do que fica claro toda a pretensão do projeto, é realmente muito fraco!"
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Julianaa
16/01/2001
nota:Rate06
Este filme, foi feito com poucos detalhes, foi meio parado mais em si é bom. Foram apreciados talentosos jovens como Kirsten Dunst e Josh Hartnett, assim muitas pessoas assistem com esperança de ver uma coisa muito boa por causa de sua diretora, filha de um grande diretor, mais no fim não se interagem muito.
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Diogo P. Silva
17/01/2001
nota:Rate010
Excelente, interpreta como a beleza humana nao sendo o principal fruto da felicidade, mostrando a dificuldade e questoes de um mundo visto pelos olhos inocentes de jovens crianças de uma bela cidade, o que merece destaque é a trilha sonora que inclui artistas consagrados como Air, The hollies, Bee-gees... Todo o tempo do filme existe um clima melancolico no ar, que causa dor e alegria num mesmo impulso de pura divindade.
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Victóriaa
18/01/2001
nota:Rate010
Gostei muito do filme,o assunto é abordado de uma maneira densa e a interpretação dos atores foi ótima. Conseguiram passar a melancolia para o espectador de uma forma bastante sutil. Recomendo.
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Patríciaa
19/01/2001
nota:Rate07
É bonitinho , mas meio decepcionante.... o final do filme não foi o que eu esperava.... pareçe que a sofia queria acabar logo com as filmagens e jogou um final , do nada , sem explicação.... a diretora devia ter explorado mais sobre o tema principal que é a enorme pressão que os adolescentes sofrem.... de via ter mostrado mais o pensamento das meninas , o que passava pela cabeça delas quando foram proibidas de sairem de casa.
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Kesselya
20/01/2001
nota:Rate05
O FILME ATE PARECIA SER LEGAL,MAS DEPOIS SE TORNOU VAZIO,ACHO Q A AUTORA NAO TINHA MAIS MUITA IDEIA DO Q POR NO FILME ENTAO TERMINOU LOGO ELE DE UM MODO TRAGICO E SEM EXPLICAÇAO,PENA PQ A HISTORI8A DARIA UM BELO FILME.
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Jaílson Rodrigues
21/01/2001
nota:Rate09
As Virgens Suicidas é um excelente livro (Sim, ele é um livro! Creio que quem criticou o filme negativamente nao sabia disso e nem se deu ao luxo DE LER antes de falar), mas nas mãos da inexperiencia de Sofia Coppola se tornou apenas um otimo filme. Escolha de casting impecavel (tirando o Danny deVito que so ta la pelo nome), e a conduçao da historia, apesar de truncada e confusa as vezes, foi perfeita pra ideia geral e do misterio do livro. Com certeza um filme que vai estar no meu Top Top por um bom tempo.
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