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O Violino Vermelho

titulo original: (The Red Violin)

lançamento: 1998 (EUA)

direção: Franois Girard

atores: Carlo Cecchi , Irene Grazioli , Anita Laurenzi , Tommaso Puntelli , Jean-Luc Bideau

duração: 130 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:The Red Violin
  • gênero:Drama
  • duração:02 hs 10 min
  • ano de lançamento:1998
  • site oficial:http://www.redviolin.com
  • estúdio:Channel Four Films / New Line International / Mikado Films / Rhombus Media / Téléfilm Canada
  • distribuidora:Lion Gates Films Inc. / Warner Bros.
  • direção: Franois Girard
  • roteiro:Don McKellar e François Girard
  • produção:Niv Fichman
  • música:John Corigliano
  • fotografia:Alain Dostie
  • direção de arte:
  • figurino:Renée April
  • edição:Gaétan Huot
  • efeitos especiais:

imagens - 10

O Violino Vermelho O Violino Vermelho O Violino Vermelho O Violino Vermelho O Violino Vermelho O Violino Vermelho O Violino Vermelho O Violino Vermelho O Violino Vermelho O Violino Vermelho

sinopse:

No século XVIII, artesão italiano constrói um violino perfeito, no intuito de homenagear sua esposa, que está prestes a ter um filho. Mas uma tragédia ocorre e a esposa e o filho morrem no parto. O violino construído e, ao longo dos 300 anos seguintes, passa de mão em mão por diversos continentes, sempre produzindo belos sons e acompanhado por uma misteriosa sina.

elenco:

  • Carlo Cecchi (Nicolo Bussotti)
  • Irene Grazioli (Anna Bussotti)
  • Anita Laurenzi (Cesca)
  • Tommaso Puntelli (Apprentice)
  • Jean-Luc Bideau (Georges Poussin)
  • Christoph Koncz (Kaspar Weiss)
  • Clothilde Mollet (Antoinette Pussin)
  • Florentin Groll (Anton von Spielmann)
  • Arthur Denberg (Prncipe Mansfeld)
  • Jason Flemyng (Frederick Pope)
  • Greta Scacchi (Victoria Byrd)
  • Eva Marie Bryer (Sara)
  • Sylvia Chang (Xiang Pei)
  • Lou Zifeng (Chou Yuan)
  • Samuel L. Jackson (Charles Morritz)
  • Monique Mercure (Madame Leroux)
  • Don McKellar (Evan Williams)
  • Ireneneusz Bogajewicz (Mr. Ruselsky)
  • Julian Richings (Nicolas Olsberg)
  • Sandra Oh (Madame Ming)
  • Paula de Vasconcelos (Suzanne)

comentários

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Chrisa
02/01/2001
nota:Rate06
A história é sobre um violino perfeitocontruído no séc. XVII por um italiano. Varias histórias mostram o destino do violino e de seusdiversos donos até os dias de hoje, quando é vendido num leilão. A históriamelhorzinha é a primeira, de um menino virtuose. A que se passa na China comunista élamentável! Para um filme em que um instrumento musical é o personagem principal faltoudiversificar mais as músicas. Os ciganos, por exemplo, poderiam aparecer tocando ...música cigana! Pontos positivos: a direção de arte, a fotografia e o figurino.
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Junior Maschio
03/01/2001
nota:Rate07
É aquele típico filme de época preferido entre os demais para a indicação aos prêmios. Poderiam trabalhar mais e melhor os personagens que se apossavam do violino, como uma música mais melodiosa e não uma cena de sexo. Saiu um pouco dos padrões esperados.
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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
04/01/2001
nota:Rate08
BELÍSSIMO FILME QUE MOSTRA A TRAJETÓRIA DA CRIAÇÃO DO TAL VIOLINO, ATÉ OS TEMPOS ATUAIS QUANDO ELE ESTÁ À VENDA NUM LEILÃO, EM MONTREAL. A SAGA DO VIOLINO NAS MÃOS DOS MAIS DIVERSOS DONOS, AO LONGO DE 300 ANOS, É MOSTRADA COM DELICADEZA E SOBRIEDADE. NICOLLO BUSSOTI FOI O CRIADOR DO VIOLINO, EM 1681, QUE SERIA O PREFEITO CASAMENTO ENTRE BELEZA E CIÊNCIA. DEFINIÇÃO QUE SE APLICA AO FILME DISPONÍVEL EM VÍDEO.
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Ana Cláudia Gomesa
05/01/2001
nota:Rate010
Além de conter uma história poderosa, na qual a grande personagem é um objeto, O Violino Vermelho contém uma interessante abordagem do tempo no cinema. Há uma mistura de linearidade com circularidade, isto é, embora a história seja compreensível como seguindo um fio passado/presente, há repetições que dão a impressão de eterno retorno (no caso, o epicentro de tudo é o leilão do violino). Também apaixonei-me pela presença dos objetos no filme. O grande fascínio que os objetos exercem sobre o homem estão soberbamente representados pelo próprio violino e por diversos outros componentes dos cenários e do enredo. Enfim, filme para quem gosta de cinema pelo que ele é capaz de fazer para modificar o mundo.
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Amanda A. Nabarretea
06/01/2001
nota:Rate010
É realmente ótimo!! principalmente pela forma como caminha o filme entre o presente e o passado, faz com que a pessoa prenda completamente a átenção ao filme, recomendo.
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Herivelto Biondo
07/01/2001
nota:Rate010
Bom entretenimento, a história de um instumento envolto em mistério, desde sua fabricação, a sua viagem pelo tempo, a musica que ele proporciona, e a surpresa de seu final, envolvem e prende nossa atenção.
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Lucianaa
08/01/2001
nota:Rate010
Achei o filme extraordinariamente intenso e surpreendente. A história que o filme mostra não é somente da música, das pessoas, do amor, mas também das tranformações que o tempo acarreta e de quão forte foi sua influência na vida de tantos povos distintos. E a trilha sonora é divina! Um som que arrepia todos os pêlos do corpo e emociona até o mais frio coração. Esta é minha crítica sobre este maravilhoso filme, que consegue fixar sua atenção até o último segundo.
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Daniel Neves
09/01/2001
nota:Rate010
Fantástico, filme alheio ao modismo da fácil interpretação, criativo e tocante, realmente um filme muito especial para pessoas de boa percepção e sensibilidade.
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Lúcio Zanettini
10/01/2001
nota:Rate010
Não sou um grande apreciador de cinema e filmes, mas posso dizer que O Violino Vermelho é um filme o qual eu assistiria novamente. Com uma espetacular história e um tom misterioso, prendeu minha atenção a cada minuto.
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Regio Leite
11/01/2001
nota:Rate010
O filme eh simplesmente fantastico, vc assiste e viaja junto com esse instrumento durante os seculos, uma trilha sonora q nos envolve na beleza dos sons q saem dessa maravilha de instrumento musical.
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André
12/01/2001
nota:Rate010
Um filme marcante. A montagem foi notavelmente organizada com muito esmero. A qualidade é impecável. A montagem dos cenários antigos não deixaram a desejar em momento algum sem contar com o elenco perfeito e a história incrivelmente original e surpreendente.
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Jocelino de Castro
13/01/2001
nota:Rate09
Um belo filme, como um simples "violino" se tranforma numa beleza de roteiro, passando por epocas e chegando ate os dias de hoje. Assisti e adorei, nao me levantei da cadeira, tem um começo monotono, mas no final vc terá uma bela surpresa!
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Isabela Zaidan de Souzaa
14/01/2001
nota:Rate010
Adorei o filme, é um dos melhores que já assisti, o poder que tal objeto exerce sobre a mente humana é supreendente, a trama foi muito bem elaborada, a cada acontecimento uma retomada ao início de tudo , a história do violino cobiçado por todos, que passou por várias épocas e situações. O diretor e as pessoas envolvidas estão de PARABÉNS!
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Ariane Azambujaa
15/01/2001
nota:Rate08
Roteiro que conta à trajetória de um violino, ambientado-o desde sua fabricação, até seus cerca de trezentos anos de idade. Em suas andanças entre um e outro dono, acaba vivendo na Itália, na Áustria, na França, na Inglaterra e inclusive, na China comunista do início do século XX. Sua presença, porém, parece causar estranhos desfechos nas vidas de seus inspirados donos... sua estrutura, que a certa altura do filme é definida como a junção de "ciência e beleza", parece ter algum ingrediente a mais. No filme, o processo de produção musical parece nos mostrar que, para fazer música, devemos aliar inspiração, teoria e técnica: assim, a segunda e a terceira farão com que consiga-se expressar melhor a primeira. Um dos primeiros donos do violino chama-se Kaspar Weiss e trata-se de um menino que vive num orfanato de um mosteiro. Os monges acabam deixando a criança sob tutela de um professor de música residente em Viena, quando percebem seu grande talento musical, para que, com ele, possa estudar. Quando o menino chega na casa de Poussin, o tutor, começa a ter aulas de música. E segundo o professor de Kaspar, em suas "conversas" com o menino, não só a técnica e a teoria tornam a inspiração mais fácil de ser expressa, quanto esta última pode ser objeto de análise científica. Ele diz: "Há algo na sua maneira de tocar que não consigo entender. Decidi analisá-la logicamente, com um método científico. Para começar, sua técnica de arco e as frases da mão esquerda. O staccato, os floreios, e o seu gosto pessoal. E a teoria! A teoria também é importante! Aprenderá que não basta inspiração para tocar bem o violino. Precisa ter método, precisa refletir... e trabalhar!" Um dos próximos donos do instrumento, Pope (um compositor de música clássica inglês), aparentemente parece necessitar apenas de "momentos de inspiração" para compor. Seu processo de criação está estritamente ligado à beleza, ele diz que: "a beleza atrai a música e, quando ela vem, eu preciso tocar". Em um primeiro momento a beleza está em sua musa, Victoria, "única inspiração". Tanto, que quando esta fica ausente, o artista entra em crise, chegando a cancelar uma apresentação, alegando doença. Porém, mais tarde, percebe-se que não era Victoria, mas sim o sexo e a feminilidade que o inspiravam, já que é capaz de voltar a compor quando encontra outra mulher para substituir a antiga musa. Mas mesmo Pope, um artista abusivamente romântico, que valorizava a liberdade de expressão e, portanto, a inspiração, (chamo-o de romântico, também, porque quando o analiso sob a perspectiva de Moisés (1978), percebo que permeada em sua vida, há várias características românticas: ele vivia segundo fórmulas burguesas; imerso em seu caos interior; procurava traduzir em sua produção artística seus transes da alma; usou de suicídio como válvula de escape dos sofrimentos que a consciência lhe trouxe) parece ter que submeter-se à técnica, quando analisamos que um artista tão virtuoso não pode ter nascido sabendo tocar e que ele só voltou a ter interesse por violino, quando tomou contato com um instrumento estruturalmente perfeito como os restauradores constataram em análises laboratoriais do instrumento, mais tarde. A música, no filme, é recebida como: forma de entretenimento entre a alta burguesia Vienense ou mesmo do público inglês de Pope; como meio capaz de tornar uma vida gloriosa (segundo Poussin e Bussoti construtor do violino) e, também, no prisma socialista chinês (quando fala-se em música estrangeira, principalmente européia), como "formalismo vazio" e que "nada ensina e não inspira ao povo". Dessa maneira, a receptividade da produção musical, variam, no filme, segundo a construção cultural e o ambiente a que as pessoas estão submetidas, já que, segundo PILLAR (1999 apud GANZER, 2005, p. 86) "o nosso olhar não é ingênuo, ele está comprometido com nosso passado, com nossas experiências, com nossa época e lugar, com nossos referenciais".
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