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Gostei muito de "Valentim". O filme tem uma estética interessante nos prédios velhos e na Buenos Aires do passado; tem uma bonita iluminação meia-luz e uma história cativante, um drama inocente e cheio de esperança que ficou muito bem narrado por uma criança. |
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Filme lindo. Sensível, bonito, suave, simples e ao mesmo tempo complexo e profundo. Questiona sutilmente os valores dados (ou não) à vida, tendo como intermediário um garoto inteligente, simpático com o qual todos os espectadores se identificam e saem do cinema tendo por ele um misto de admiração e afeto. |
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O filme é muito bem conduzido,os personagaens estão bem centrados,pela 1º vez um diretor consegue extrair de uma criança algo mais do que estamos acostumados a ver,o garoto consegue ser sarcástico e inocente ao mesmo tempo,um filme p/ ser visto c/ olhos de uma criança. |
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Que filme lindo e sensível. a interpretação do garoto é fantástica! E como sou fã de Carmen Maura, ela nao decepciona no papel da solitária e durona avó. O roteiro é maravilhoso! Mto bom! |
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Adorei o filme Valentin, assistido há dois dias, no Cinemax. Peguei o filme começado, mas me interessei pelo espanhol, língua que estudo. O menino, apesar de não ser uma criança bonita, era raquítico, mas de uma sensibilidade e inteligência ímpares. Ri e chorei com a estória. Filmes que mostram esse universo peculiar infantil deveriam ser feitos aos milhares. Simples, mas interessante e prende a atenção. O amigo de Valentin, o pianista, está também muito bem, no papel. Parabéns a todos. Obrigada pela atenção. |
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Um dos mais belos e sensíveis filmes que já vi. Não há como não "virar" Valentin, aderir ao personagem, viver essa história simples e emocionada do começo ao fim. Entre a beleza e a inocência estão o preconceito e a indiferença (tudo humano, tudo que existe e vivemos). Uma obra inesquecível. Como se não bastasse ... Carmen Maura amorosa e rabugenta. Quero ver muitas vezes mais. |
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Um filme que poderia muito bem ser considerado como representante do brilhante cinema argentino, Valentin vai além. É sensível, bem humorado e, acima de tudo, verdadeiro! A atuação do pequeno ator é um grande show. Trabalha divinamente. |
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Quando eu voltei após comprar o ravioli, fiquei deprimido. As namoradas de meu pai duram tão pouco. Não sei. Deve ser o caráter. A frase é de Valentin, o protagonista que intitula a obra-prima argentina, lançada em 2002. E diferente do que aparenta, é proferida por uma criança, de apenas oito anos. A brilhante interpretação do menino Rodrigo Noya é o fio condutor da película, que composta também por um bom roteiro, é emocionante do início ao fim. Ambientada na Argentina na década de 60, a narrativa se desenvolve a partir da história do garoto e de suas impressões sobre os acontecimentos e pessoas com quem convive. A narração é feita por ele, e ao contrário dos filmes que utilizam personagens infantis problemáticos ou infantilóides, esse é carismático e encenado com leveza e naturalidade- algo difícil de se obter ao dirigir atores mirins. A maturidade exibida por Valentin ao fazer suas reflexões e emitir opiniões é encantadora. Eu tenho um plano - ele diz e corre para pôr em prática, a fim de ajudar aos outros e contornar seus próprios problemas. Como quando a avó - única pessoa que tem na vida- adoece e ele arma para o médico encontrá-la na feira, único local que ela freqüenta, para que possa ser medicada. E quando percebe que não tem o mesmo privilégio das outras crianças ao observá-las com suas mães. A valentia e astúcia características de um adulto são utilizadas para contornar os seus problemas- que não são poucos, tampouco comuns a uma só criança. Como se não bastasse os pais serem separados por conta de uma traição da mãe, essa desapareceu de seu convívio, e o pai (Alejandro Agresti, que também assina a direção e roteiro) é ausente e egoísta. Já a tia fugiu com um taxista e o avô morreu logo em seguida. Mora então, com a avó (Carmen Maura), e tem de suportar sua amargura , queixas constantes e a saudade permanente do falecido marido. Com tudo isso, ele acaba por focar sua vida em dois objetivos: ser um astronauta pra pisar na lua (o que na época ainda não tinha acontecido) e ter uma mãe. E aí também reside o encanto: as cenas em que ele demonstra seu entendimento em física e se esforça para que o pai arranje uma namorada são hilárias. O provável é que o nome Valentin seja uma alusão à São Valentin- equivalente de Santo Antônio- já que o garoto é um verdadeiro cupido. Os demais personagens do filme também rendem cenas interessantes. Sobretudo o amigo Rufo ( Mex Urtizberea), que em meio as aulas de piano troca confidências como se estivesse com um companheiro da mesma idade, o tio Chiche (Jean Pierre Nohar) e a namorada do pai ( Julieta Cardinali). Impossível ficar indiferente às reflexões. Não sei, há pessoas que têm tudo e não aproveitam. Há pessoas que parece que não vivem, ou que a vida não lhe é útil. Não é apenas uma filosofia. É uma criança observando o que muitos de nós as vezes não percebemos. Valentin alcança o que poucos obras da sétima arte conseguem: atingir o coração. |
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Um dos filmes mais encantadores que eu já assisti! Fui facilmente do riso ao choro. O filme acabou e eu fiquei esperando por mais, nunca me cansaria daquele menininho! LINDO! |
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O filme é excelente !!! Além de emocionar ele consegue fazer refletir sobre a vida. Valentin consegue transformar limão em limonada em vários momentos e mostra no decorrer da história que há felicidades que o dinheiro ($) não pode comprar. |
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Ótimo filme, vale a pena por diversos motivos! Valentin (Rodrigo Noya) é apaixonante, um menino sensível e inteligente, longe de ser aquelas crianças-prodigio chatas! Carmem MAura está surpreendente no papel de vó, se você é fã de Almodovar como eu, irá levar um choque ao ve-la bem mais velha, num papel mais "convencional". O figurino também chama a atenção, destaque para tudo que a personagem Letícia usa! Cinema argentino, leve, sensível e de ótima qualidade! |
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Valentin é de uma sensibilidade impressiontante. Mostrar a vida através dos olhos de uma criança e conseguir despertar tamanha emoção no público é algo primoroso. Carmen Maura, como sempre, se mostra magnífica ao lado do pequeno Rodrigo Noya. |
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Um delicado soco no queixo! Visão extremamente sensível da vida do próprio Agresti (o diretor do filme, que também interpreta o pai de Valentín). Por se tratar de uma obra auto-biográfica já me chamou atenção.. Valeu a pena assistí-lo. Comoção, lições e uma leve pitada de humor. Grande interpretação do molequinho, o Rodrigo Noya... incrível! |
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