Em uma Inglaterra do futuro, onde está em vigor um regime totalitário, vive Evey Hammond (Natalie Portman). Ela é salva de uma situação de vida ou morte por um homem mascarado, conhecido apenas pelo codinome V (Hugo Weaving), que é extremamente carismático e habilidoso na arte do combate e da destruição. Ao convocar seus compatriotas a se rebelar contra a tirania e a opressão do governo inglês, V provoca uma verdadeira revolução. Enquanto Evey tenta saber mais sobre o passado de V, ela termina por descobrir quem é e seu papel no plano de seu salvador para trazer liberdade e justiça ao país.
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Guy Fawkes realmente existiu e tentou explodir o parlamento inglês no dia 5 de novembro de 1605. Inspirado nele foi criado o personagem "V" do comic "V For Vendetta". Não o li e assim pude apreciar o filme sem qualquer idéia pré-concebida. Em toda obra adaptada para o cinema sempre haverá divergência. Gostei imensamente do filme e já o vi 3 vezes. V é um homem que dedica o que restou de sua vida não só à vingança pelo que fizeram a ele, como também a libertar o povo inglês do autoritarismo sufocante em que vive. A habilidade de V em artes marciais e o uso de armas brancas serve apenas como pano de fundo para sua astúcia em manipular as peças de um jogo onde inicialmente tudo conspirava contra ele. Ao invés de auto-piedade, V se alimenta de um ideal e esquece de si mesmo na busca pela realização de tudo aquilo em que acredita. O ator Hugo Weaving demonstra grande talento ao dar força e expressividade ao personagem com sua voz e seus gestos, uma vez que seu rosto está coberto o tempo todo pela máscara em cerâmica de Guy Fawkes (que tentou explodir o parlamento inglês na vida real). O filme fala sobre valores verdadeiros e intensos que o ser humano só é capaz de sentir em situações de grande aflição, quando encontra dentro de si próprio aquilo que é realmente importante, desprovendo o coração de todo tipo de preconceitos. Esse filme valeu ouro para mim e gostaria de compartilhar isso com todos vocês. |
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Os irmãos Wachowski, responsáveis pela trilogia "MATRIX", contrataram o diretor australiano James McTeigue para transpor para a telona a "graphic novel", quer dizer, o "gibi" de David Lloyd e Alan Moore. Num futuro próximo, após enfrentar os EUA numa guerra, a Inglaterra sucumbe ao regime do ditador Sutler (John Hurt), que se aproveitou do paÃs estar afundado num caos sem fim para ganhar as eleições e não mais largar o poder. Em alguns aspectos o filme lembra "1984", de George Orwell. Sutler passa a controlar a mÃdia do seu paÃs. Todas as matérias têm de passar pelo seu crivo ou de seus associados. O tirano permite que experiências médicas sejam feitas com a ralé da sociedade britânica (ou de qualquer outro lugar do mundo): pobres, rebeldes, estrangeiros e revolucionários. O único sobrevivente dessa empreitada é um homem cujas queimaduras por todo o corpo façam com que ele use sempre uma máscara. Ele é conhecido pelo codinome "V" (Hugo Weaving, um dos três homossexuais que fizeram furor na década de 90 no filme "PRISCILLA - A RAINHA DO DESERTO"). Seu desejo é exterminar o regime opressivo reinante. Sua eloqüência é um dos pontos que mais chama a atenção. Ao contrário da maioria dos heróis que saem distribuindo socos e tiros a esmo, coisa que "V" também sabe fazer com maestria, ele tem o dom da oratória. Um lÃder que aprecia a música "Cry me a river', cantada por Julie London, não por Wanessa Jackson, e que se emociona cada vez que assiste as aventuras de Edmond Dantes no filme original de "O CONDE DE MONTE CRISTO", só pode ser do bem. Por um acaso, Evey (Natalie Portman), torna-se sua aprendiz. Ela é salva quando andava pelas ruas de Londres, em pleno toque de recolher, e dois indivÃduos que trabalhavam para o governo iriam estuprá-la. Eis que surge "V" e elimina os funcionários públicos transgressores. Quem primeiro é fisgado pela paixão é "V". No final a paixão que nunca se concretizará é bilateral. Muita gente tem criticado o filme por incentivar o terrorismo a as ações individuais, como se fosse um apelo a todos aqueles que vão ao cinema se tornarem homens ou mulheres-bomba e implodirem prédios. Não duvido que os irmãos Warchowski serão intimados pela justiça a se explicarem pelos acontecimentos de 11 de setembro de 2001. Isso é o que eu chamo de leitura radical de um filme. |
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Apesar de ser mais um cliche da industria cinematográfica sobre rebelião ao sistema politico e social, o filme conseguiu superar minhas expectativas se adaptando muito bem ao contexto de forma irônica e linear. O filme é ao mesmo tempo calmo e agitado, bonito e grotesco, real porém hipocrita. É um filme agradável de se ver, mas não espere algo inovador demais! |
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Espetacular, V de Vingança, traz a tona toda a crueldade que um governo mão de ferro impõe em seu paÃs, através de opressão ao povo, que tem que obdecer regras como o toque de recolher, e aqueles que não estão de acordo com o governo são torturados e até executados, este filme traz tudo isso e ainda , mas também traz a esperança através das mãos de "V" que apesar de seus atos serem de terroristas e cruéis, através de destruições,ele tem uma visão bastante interessante o que o torna um personagem cativante e faz as pessoas acreditarem que que pode mudar. O filme é muito bem feito, os diálogos principalmente os que envolvem "V" são espetaculares, além de atuações fantásticas de Natalie Portman e Hugo Weving ,é um filme polêmico que se visto com caracter crÃtico, dará margens a população de muitos paÃses repensarem o modo de como seus governos exercem o poder, não que as pessoas tenham que agir como "v",pois além de seus atos ele prega o diálogo também.O povo tem que saber expor suas opiniões e discordar daquilo que estar errado, sem ter que sofrer représalias. mas uma frase que ele mesmo diz no filme e concordo que esse deveria ser o lema da população mundial."O povo não deveria temer o governo e sim o governo deveria temer o povo". |
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Excelente!!! Não é um filme apenas com fins de divertimento, mas uma verdadeira obra prima, que deveria ser exigida a partir de então nos currÃculos escolares de todas as escolas do mundo, pois nos ensina realmente a pensar, e ver o mundo como ele realmente é! |
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Muito Bom!provavelmente não vai agradar os fãs da HQ,mas é excelente.Filme maravilhoso.Apesar da infidelidade(como personagens fundidos e excluidos)com a HQ,o filme é otimo,lembrando que é uma ADAPTAÇÃO. |
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O filme V de Vingança trouxe para as telas um dos quadrinhos mais questionadores já escritos. Contudo, a adaptação não pôde reproduzir toda a fascinante história do herói de nome V. Partes essenciais do quadrinho foram omitidas ou tiveram sua ordem de acontescimentos alterada. Inicialmente, Evey não estava simplesmente passando pela rua após o toque de recolher. Na verdade, a personagem encontrava-se em um momento de desespero e iria tentar fazer, pela primeira vez, um programa, momento em que V. aparece e a salva dos homens do Dedo. Tal fato é essencial, pois vai ser mais uma justificativa para o ritual a que ela é submetida. Ritual de passagem, de resgate da integridade e da esperança de que a condição de desespero não pode ser superior ao sentimento preservação pessoal. Entretanto, o ponto mais crÃtico da adaptação é o fato de V. não mostrar sua concepção de Anarquismo, algo que é o objetivo primeiro do quadrinho. Por algum motivo os produtores deixaram de fora a frase: "Anarquia significa: sem lider e não sem ordem. Ordem voluntária". Esse ponto seria essencial, pois mostraria o que motiva a vingança de V., ou seja, a devolução da liberdade à s pessoas em geral. Uma liberdade que deveria estar aliada com a responsabilidade e com a autonomia, que no quadrinho, seria desenvolvida com a atuação de Evey fazendo o papel de V. Outros pontos merecem ser criticados, como o fato de não aprofundarem as articulações e traições existentes entre os membros do poder. Além disso, no filme há uma sugestão, posteriormente esclarecida, de que V. faria um acordo com um dos polÃticos, algo totalmente equivocado, pois ele, no quadrinho, emprega sua vingança de forma destemida e sem perdão, matando todos aqueles que estavam metidos com Larkhill, ou protegendo o sistema totalitário. Apesar de todos os equÃvocos o filme traz uma visão, nem sempre, comercializada dos heróis e da atuação dos polÃticos, mostrando que se alguns estão no poder, este proveio da sociedade civil, voluntariamente ou por acomodação. |
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Impressionante!!!!!! o filme é praticamente perfeito, mesmo com algumas mudanças em relação aos quadrinhos, as mudanças não deixaram a desejar! Sei que alguns fãs do gibi vão falar mal, mas a verdade é que "V de Vingança" é bom, muito bom! Serviu para mostrar como a mÃdia manipula notÃcias, uma realidade na nossa sociedade. O fato é que o filme me despertou um interesse que desde "Matrix" (que coincidência não?)eu não tinha. A pelÃcula é de uma sensibilidade incrÃvel, só não vai gostar quem não entender. O final é emocionante, um dos melhores dos últimos tempos, antológico (ok, estou exagerando um pouco, mas só um pouco). Ótimas atuações, grande direção, produção...é, saà do cinema com aquele sorrisinho sÃnico do V estampado no rosto. Assistam! |
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Feito sob medida! Ponderando os bons diálogos da HQ com cenas emocionantes que só o cinema poderia proporcionar. Sem contar as excelentes interpretações e a trilha sonora. Esse filme não é apenas uma adaptação é uma obra completa. Bom como poucos hoje em dia! |
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Achei um dos melhores filmes do ano, ha quem reclame, mas a mensagem do filme é grandiosa, incrivel, muito bem roteirizado e com um personagem cativante, viva la revolucion! |
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Quem procura um filme com muita ação vai achar, assim como eu achei, este filme supreendente. Fiquei de boca aberta o tempo todo admirando a quantidade de ação e os estilos caracteristicos dos personagens que fizeram esta história maravilhosa ser ainda melhor. |
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Em alguns aspectos se parece com Matrix, é um filme com estilo, onde o roteiro é bom e faz com que os efeitos fiquem pra segundo plano. O carisma do personagem "V" é enorme, e mesmo sem mostrar o rosto nos identificamos com ele em muitos momentos. O filme nos faz pensar, refletir. Reclamamos do mundo, mas temos feito alguma coisa para mudá-lo? |
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Gostei do filme.Embora o inÃcio pareça meio confuso e é meio esquisito ver o vingador falar textos com rimas que soam meio forçadas, no decorrer do filme as coisas vão se encaixando, o roteiro vai tomando forma e passa a fazer sentido.O que ficou um pouco mal explicado é a dúvida se o que moveu o vingador da história é a liberdade,o regime fascista ou apenas um desejo pessoal de vingança o que faz muita diferença no filme e no ideal do filme.Mas ,talvez isso possa ser entendido conforme seja a visão de vida de quem assiste,uns se identificando com os sentimentos de violencia e vingança e outros,com o sentimento de liberdade e insatisfação com o regime polÃtico e o meio social cheio de vigilancias,medo, censuras...pode depender de quem vê.No mais, o filme me pareceu bom.A atriz Natalie é muito boa e, apesar de sua fragilidade fÃsica,impõe muito respeito e carisma a fita ( talvez o ponto forte do filme).Bom filme,o final poderia ter um pouco mais de ação,que embora não fizesse parte da mensagem do filme,seria um alÃvio, já que permance numa atmosfera muito séria por quase duas horas de duração,não tirando,claro, o mérito de cutucar as instituições e seu meio de vida repressor.Diria para verem! |
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Ótimo !!! Faz anos que não vejo um filme tão inteligente quanto este. Personagens bem marcantes e a trama muito bem bolada. Vale a pena pagar pra ver e rever este filme. |
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Grande elenco, onde todos brilham (sem exceção!) sendo que o destaque é mais uma vez a maravilhosa Natalie Portman, que transmite toda a sensibilidade, carisma e sofrimento de uma personagem extremamente difÃcil e encantadora; e Hugo Weaving, mesmo sem mostrar seu rosto consegue a proeza de sensibilizar o público através de sua interpretação corporal e voz... fora isso, contando com uma história extremamente fascinante, com roteiro ágil, cheio de simbolismos, bela fotografia, enfim, um filmaço imperdÃvel! |
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ESSE FILME É INTRIGANTE! E perturbador. Ninguém que assista a V de Vingança sairá com respostas prontas pois o filme nos faz pensar sobre muitos "certos e errados". O que julgamos certo é realmente certo? De qualquer forma estou pensando nesse filme há dias. A prisão de Evey é um dos pontos mais enigmáticos. Ótimas atuações! |
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Um filme de Hollywood que fala de anarquismo e terrorismo? A última vez q vi isso surgiu a obra-prima 'Clube da Luta'. Dessa maneira é de se espantar q um blockbuster como esse tenha tamanha qualidade de roteiro e interpretação, sua complexidade e coragem fazem valer cada milhão gasto pelo mão pesada Joel Silver na produção. Tem Natalie Portman ótima pra variar (e linda mesmo careca), além de Hugo Weaving mostrando serviço na pele (ou na máscara) de V. Grande, filme! |
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O filme tem umas cenas de ação bem bacanas, mas só isso não segura filme nenhum! Achei muito pretensioso, tudo bem que vem de uma história em quadrinhos, porém pareceu uma adaptação moderna não muito boa de 1984. |
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Já havia lido a HQ há alguns anos e posso dizer que mesmo com pequenas modificações (principalmente na personagem Evey)é uma das melhores adaptações de um HQ adulta até hoje. Para quem acusa o filme de ser pró-terrorista vale ressaltar que o que o filme faz é levar o indivÃduo a pensar sobre o mundo em que vivemos e o papel do Estado na sociedade(entre outras coisas). E só em levar o espectador à reflexão sobre assuntos desse tipo esse filme já merecia 10. |
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O filme é muito bom. Mas quem já leu os quadrinhos ficará um pouco decepcionado. Mudaram aspectos essenciais do filme. Isso não tira a qualidade dele, mas deixa falhas no roteiro. Vale a pena apesar disso. |
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Heroi, louco ou bandido? Diferente do Batman e outros super-herois que lutam contra o mal que também são SUPER, os bandidos não tem super-poderes e não são mutantes. São cidadões comuns, ambiciosos e narcisistas. O V, não se faz menos perigoso. O filme nos confunde, se é uma vingança pessoal ou se trata de uma revolução social, no qual ele é o mártiri. Mas antes de uma atitude, o personagem é um IDEIA. Mas com certeza, nada tem de terrorista. Com grandes analogias ao III Reich e ex-império soviético, o filme é bem escrito, dirigito, fotografado e alem de tudo crÃtico reagado a tchaikovsky e fogos de artifÃcios. |
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Sem dúvida é um dos melhores filmes do ano, a história e excelente, os atores e também que gosta de efeitos especiais vai gostar muito, só mais uma coisa, o final do filme fecha com chave de ouro. |
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Eis aqui um grande filme que merece ser visto e revisto algumas vezes, pois o mesmo pode servir como remédio para a inércia que tomou conta dos povos nos últimos tempos. "O povo não deve temer seu governo, mas o governo deve temer seu povo", esta frase resume o espÃrito de V(Não importa quem está por trás da máscara de Guy Fawkes, mais sim os ideais que a mesma representa: Liberdade e Justiça). O filme não é denso, anárquico e nem tão profundo como a HQ, nem inovador tecnicamente, porem esta adaptação é potente, dramática e competente o suficiente para entrar para a história do cinema, afinal de contas poucas obras cinematográficas foram tão ousadas como essa. Além do mais o elenco está afinado (Natalie Portman como Evey está ótima e Hugo Weaving provou ser um grande ator, mesmo sem mostrar o rosto). Enfim um belo filme que eu recomendo. |
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Perfeito!!! A forma como foi montado, a ideologia e as performances de Hugo Weaving e Natalie Portman, impecáveis (sem palavra melhor pra justificá-las), além de ter uma trilha sonora apaixonante. |
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Não há palavras para descrever o impacto visual e estilÃstico produzido por este filme sobre à platéia. É um filme que em alguns momentos consegue ser melhor que o quadrinho homônimo. É incrÃvel, surpreendente, e maravilhosamente arrebatador os efeitos e recursos visuais usados para fazê-lo são muito caprichados. O personagem V é uma personagem onipresente, quase que um Batman. Belo filme. |
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Excelente filme, pois trabalha muito bem a relação entre o poder e se povo, a forma de obtê-lo e mantê-lo, jogos de interesse, visões de futuros, manipulãção da massa, e a capacidade da mesma de se fortalecer e vencer um exercito. V é uma Ãdeia, nã uma pessoa. |
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Um filme para vc que quer algo mais da vida do que ver diariamente jornal nacional e novelas da rede globo! Uuma crÃtica as verdades absolutas pregadas por alguns, como questões referentes a polÃtica conservadora de alguns governos, a exaltação de movimentos ultradireita, o uso da fé e da mÃdia para a dominação. |
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Assistir a "V de Vingança" é como ler uma parábola: inevitável não pensar na vida. É pura referência: ao totalitarismo (1984, o clássico de George Orwell), ao terrorismo - do Estado e das ruas, ao fundamentalismo ocidental em nome da democracia. O diretor James McTeigue visita o projeto moderno de transformação, seus fracassos e ideais: os princÃpios revolucionários, desde os franceses, passando pelos bolcheviques, até o Exército Zapatista de Libertação Nacional ("Marcos somos todos nós"). No fim, nada surpreende, mas a "moral da história" emociona. vALE vER. |
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Filme exepcional! o filme te leva a uma outra realidade como em Matrix, algo que existe de certa forma, mas de um outor ponto de vista, da vista de alguém que luta pelo que é certo, que pensa não só em si ou não em si e sim nos outros, nos ideais daqueles que acreditam em algo que é certo e que deve ser exigido e lutado. Nota 10. |
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É um filme perfeito em todos os sentidos.A cada cena ele se torna mais espetacular, com um ótimo ritmo e não tem o q comentar da perfomance de hugo weaving.Sem contar a idéia q o filme trás...que é muito atual!Excelente! |
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O filme é excelente como muitos já disseram, especialmente por ser crÃtico. Na verdade, as cenas de ação são totalmente dispensáveis, pois, assim como a personagem principal, por trás dos efeitos, das falas, das imagens, existe uma idéia, um posicionamento ideológico muito claro. Fico triste ao ler o comentário de um colega que entendeu serem as crÃticas do filme referências ao III reich ou ao governo ex-soviético. Não é nada disso, o filme faz uma dura crÃtica à sociedade atual, principalmente a AMERICANA e britânica. Faz referência também à cultura do medo e à manipulação da mÃdia, que acabam por culminar em um Estado policial, totalitário. O lÃder da nação é um egocêntrico militarizado, manipulador de eleições e obsecado pela captura de um "terrorista". Conhece alguém assim? Começa com B e termina com ush. |
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Antes de mais nada, vale deixar claro que, quem já leu a obra original, by Alan Moore, vai se decepcionar. Eu nunca fui muito fã de quadrinhos cult (só leio X-Men e olhe lá!), mas já folheei a versão impressa de "V de Vingança" (EUA/ Alemanha, 2006) e, de cara, dá pra notar a diferença. O mal é que as pessoas têm a mania de comparar coisas que, no fim das contas, são incomparáveis. O timing de cinema é outro! A narrativa merece um tratamento diferenciado e afirmo: é impossÃvel transpor uma HQ com a fidelidade de uma xerox. Bom, ao longa: o mascarado V (Hugo Weaving) é um terrorista que planeja explodir o Parlamento inglês com data marcada e tudo – 5 de Novembro –, num futuro não muito distante. A Inglaterra está à beira do caos, e o totalitarismo proposto pelo Chanceler Sutler (John Hurt) parece ser a saÃda mais segura para a vida em sociedade. No meio deste embate ideológico entre a anarquia proposta pelo anti-herói e o regime ditatorial instaurado, está Evey (Natalie Portman, excepcional), que, ao ficar sob os cuidados de V, aprende que uma idéia pode mudar o mundo. A produção leva a assinatura dos irmãos Wachowski, as mentes por trás da trilogia "Matrix", com o pouco experiente (porém eficaz) James McTeigue na direção. A fotografia do filme é belÃssima, contrastando com a atmosfera sombria da Inglaterra futurista. A trilha sonora, então, nem se fala! Do clássico ao rock'n roll, as canções são praticamente personagens do filme e acrescentam um significado maior à trama. Dinâmica, mas sem perder a consistência (o que sempre ocorre com outros longas de ação), a narrativa flui sem pressa, mas com um ponto de chegada bem definido – o tal 5 de Novembro. Até a véspera do gran finale, McTeigue faz questão de mostrar o homem por trás da máscara de V, ainda que seu rosto não seja revelado. A evolução de Evey no plot é levada à s últimas conseqüências – as cenas das cartas recebidas durante o seu cárcere falam por si próprias. Opinião pessoal: já entraram pro rol dos momentos mais emocionantes do cinema. Como nada nesta vida é perfeito (com exceção da cena citada, claro), "V de Vingança" peca por ser simplista demais no que diz respeito à realidade apresentada. ManiqueÃsta ao extremo, é taxativo ao delinear quem é "bom" e "mau", o que deixa o filme previsÃvel demais. Além disso, explodir o Parlamento e matar alguns figurões do governo, na prática, não seria a panacéia para uma nação alicerçada em bases totalitaristas. Pensando desta forma, V, que durante todo o filme se apresenta como uma idéia e não como um homem, se reduz a mais um terrorista, que apenas quer chamar a atenção de todos para si. No fim das contas, nada disso importa. No mundo cinematográfico, verossimilhança nunca foi sinônimo de qualidade. "V de Vingança" faz bonito no meio de tanta bobagem que a gente vê por aà e ganha um zilhão de pontos por enfrentar o sistema em que vivemos, ainda que uma máscara sorridente cubra a cara que os irmãos Wachowski dão à tapa. |
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Deu vontade de aplaudir no final,melhor filme que ja vi,otimas cenas,roteiro,final dramatico,tudo que filme bom precisa.Deixa Matrix no chinelo, excelente final.Heroi muito carismatico.merece um 1ooo. |
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O filme é muito bom,excelente ficção polÃtica. A fotografia,baseada nos quadrinhos, ficou excelente, assim como maquiagem e figurino. Os efeitos especiais em excesso, fazendo referência a "Matrix" (o outro filme da dupla Wachowski) fizeram "V de vingança" perder um pouco do refinamento, da sofisticação. |
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O filme é ótimo, mas ainda assim é incomparável com a obra de Allan Moore, devido talvez a falta de coragem de colocar na "telona" a obra na integra, que seria bem mais chocante. |
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Que filme brilhante, esse!! Muito bom mesmo! A história, os atores, o desfecho, as causas e as finalidades, tudo muito envolvente e bem feito. |
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Vendeta se liga imediatamente às questões descritas no livro "1984", a meu ver. Todo o panorama político, a aceitação às regras, as tentativas de insurgência fracassadas, tudo se assemelha bastante. Embora no final... enfim, quem leu precisa ver! Lembrei muito de outro filme também, o "Brazil", que levanta a mesma bandeira de retomada do poder pelo povo, controle da individualidade, etc e que fica melhor ainda com a estetização tosca do ambiente, o que parece sinalizar o fracasso de um regime. Para quem gosta da temática, um filme imperdível! |
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Ótimo filme. Trilha sonora ótima, atuações e direção super competentes. Outro acerto dos irmãos Wachowski. Um filme que nos faz extravazar tudo o que sentimos em relação aos regimes totalitaristas e que mostra o poder que o povo deve ou pelo menos deveria ter sobre sua nação. Um ótimo filme, que deveria ser passado e discutido em aulas de filosofia, sociologia pelo mundo afora. Só pela temática, personagens únicos e empáticos além da condução do roteiro e da direção torna V de Vingança um filme imperdível!!! |
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UM CONVITE NÃO SÓ A REVOLUÇÃO E SIM ÃO FIM DO COMODISMO!
O que vemos nesse clássico é o brilhantismo de um homem marcado por um grande trauma em sua vida.
V não é apenas feito de um vernáculo impecável,de um raciocinio genial,V é uma força uma ideia que nos faz lembra do que temos sido,do que temos aceitado enquanto há uma ideia errada que somos controlados por qualquer coisa externa ou mesmo as instituições.
Isso nos faz relembrar do filme:QUEM SOMOS NÓS? Por que vivemos a mesma realidade ? por que deixamos que o governo,o estado as pessoas tomas as redeas de nossoas vidas ?
Esse filme é um grande salto para um estudo sistemático de si mesmo.
vitta_last@hotmail.com
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