Nos dias 17 e 18 a Orquestra Sinfônica Brasileira realizou, no Rio de Janeiro, uma apresentação especial em homenagem ao compositor John Williams (foto). O leitor pode até não reconhecer o nome, mas com certeza já ouviu alguma de suas criações. É de sua autoria as músicas tema de sucessos como Tubarão, Superman, Indiana Jones, E.T., Harry Potter, Guerra nas Estrelas e tantos outros.
Ao longo da carreira, Williams já recebeu 46 indicações ao Oscar e venceu em cinco oportunidades. É o dono da marca de maior número de indicações recebidas, na história da premiação. As apresentações da OSB foram uma homenagem justa a um ícone da sétima arte, aproximando o público à música erudita, tantas vezes elitizada.
Ao longo da programação, em aproximadamente duas horas, foram apresentadas canções das trilhas de Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, E.T., Os Caçadores da Arca Perdida, A Lista de Schindler e, é claro, Guerra nas Estrelas. Ao término, havia a expectativa pelo bis. Mas nenhum dos presentes poderia imaginar o que viria a acontecer.
As luzes diminuíram e a conhecida respiração de um célebre vilão do cinema é ouvida. De repente, Darth Vader entra na sala Cecília Meirelles. Sobe ao palco e, com sabre de luz vermelho em punho, passa a reger a OSB ao som da "Marcha Imperial", sua música tema.
Com a canção encerrada, Vader se exibe para o público. Entra então no palco Roberto Minczuk, maestro e diretor artístico da OSB, com um sabre de luz azul. Os dois duelam e Minczuk simula a morte de Vader. É quando ele revela estar usando uma camisa com o símbolo do Super-Homem. É a deixa para que a orquestra toque a música tema do clássico herói da DC Comics.
O público, é claro, foi ao delírio. Quem ficou com água na boca pode assistir ao bis no vídeo, disponibilizado logo abaixo. Porém, quem esteve lá, sabe bem que a sensação foi única. Um verdadeiro deleite para qualquer cinéfilo.
Filipe Furtado
João Paulo Ferreira
Ariovaldo Cunha
Carlos Montenegro
Pablo
Francisco Córdula
Flávio Roberto Garcia
Mauro Gil
Gabriel
D. Rodrigues
Daniel Protzner
Fábio Ricardo de Oliveira
Gislenea
Gilberto de Souza Lucena
Germano
L. Henrique & Paula
É indiscutivelmente um dos melores filmes de suspenses já feitos e o melhor da série.
JFelepe McQuade
Um fenômeno sem precedentes, com méritos indiscutíveis que dão até trabalho para serem enumerados. Tão fenomenal que, na minha primeira infancia, que foi na virada dos anos 80, esse filme e sua influência ainda estavam com força total. Totalmente bem gravado, bem pensado... cada angulo e movimento de camera respondendo bem ao que era necessário em cada momento. Exemplo: depois que o oceanógrafo apavora-se com a cabeça mutilada surgindo no casco esburacado do barco, começa a verificar de maneira nervosa, observando ao seu redor, na escuridão do azul escuro da água, se o que causou aquilo ainda está ali. Pra mim, isso que se segue completa com chave de ouro a seguencia da cabeça que aparece. A psicologia dos personagens, a maneira como tudo vai se encaixando... e ninguem eh jogado no Kg so para fazer o tubarão mostrar serviço - nada eh a toa.
WilsonJr
Estranhei muito a opinião de alguns amigos aqui sobre esse maravilhoso filme... Alguns o classificaram de péssimo... Outros se rebelaram defendendo a classe dos tubarões, que não são assassinos, etc... Cinema é ficção, não um documentário do Discorery... Eu adorei e recomendo !!